BOMBEIros bombeiros

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Grupo postado em 13/11/2019 com 426 visualizações e pontuação de 106 pontos.

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Fontes: Logo do G1
Incêndio atinge saída de metrô na Paulista
Um incêndio atingiu uma das saídas do Metrô Brigadeiro, na Avenida Paulista, em São Paulo, no final da noite desta quarta-feira (8). Labaredas e fumaça escura saíram de uma grelha da estação. Não há informações sobre as causas do fogo tampouco relatos sobre vítimas.
ONU prevê temperaturas mais altas até 2024
Temperatura média do planeta em cada ano, entre 2020 e 2024, será pelo menos 1°C maior que a era pré-industrial, com picos prováveis superiores a 1,5°C. A temperatura média do planeta em cada ano entre 2020 e 2024 será pelo menos 1°C maior que a era pré-industrial, com picos prováveis superiores a 1,5°C, informou a ONU nesta quinta-feira (9). De acordo com as novas previsões meteorológicas publicadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), durante o período 2020-2024, quase todas as regiões, exceto algumas áreas oceânicas do sul, terão temperaturas mais altas do que as atuais. As condições climáticas serão mais úmidas do que nos últimos anos nas altas latitudes do planeta e no Sahel e provavelmente mais secas no norte e leste da América do Sul. Ventos mais fortes a oeste ocorrerão no norte do Atlântico Norte, causando mais tempestades na Europa Ocidental. Devido às atividades humanas, o planeta já ganhou pelo menos 1°C desde os anos 1850-1900, e as catástrofes climáticas se multiplicaram. Os últimos cinco anos foram os mais quentes já registrados. A temperatura média global deve permanecer acima de pelo menos 1°C até 2024, de acordo com a OMM. E a probabilidade de exceder os níveis pré-industriais em 1,5°C por pelo menos um desses cinco anos é de 20%. No entanto, é extremamente "improvável" que a temperatura média de cinco anos para o período 2020-2024 esteja acima de 1,5°C. Essas previsões não levam em consideração as mudanças nas emissões de gases de efeito estufa registradas durante o confinamento imposto para conter a pandemia da Covid-19. Segundo o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, a redução nas emissões de CO2 este ano não deve levar a uma diminuição nas concentrações atmosféricas de CO2, que são a causa do aumento da temperatura global. "A OMM indicou em várias ocasiões que a desaceleração industrial e econômica causada pela Covid-19 não pode substituir uma ação sustentável e coordenada em favor do clima", disse. Até 2020, a OMM estima que as grandes áreas terrestres do hemisfério norte terão temperaturas acima de 0,8°C. O aquecimento no Ártico provavelmente será mais do que o dobro da média mundial neste ano. Muitas regiões da América do Sul, África Austral e Austrália terão condições mais secas do que nos últimos anos. A pandemia do novo coronavírus "causou uma séria crise econômica e de saúde global, mas se não combatermos as mudanças climáticas, o bem-estar humano, os ecossistemas e as economias poderão ser ameaçados por séculos", alertou Petteri Taalas.
57% das empresas exportadoras sofreram efeitos negativos da crise do coronavírus, aponta CNI
Levantamento realizado entre 2 e 10 de junho consultou 197 empresas exportadoras; 32% informaram que vendas não foram afetadas e 8% disseram que aumentaram. Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que 57% das empresas exportadoras tiveram as vendas ao exterior "afetadas negativamente" pela pandemia do novo coronavírus, enquanto 8% registraram aumento nas vendas para o exterior. A CNI questionou as empresas sobre o "efeito da pandemia sobre a atividade de exportação até o momento". Os resultados foram: 'Foi afetada negativamente': 57%; 'Não foi afetada negativamente': 32%; 'As exportações aumentaram': 8%; 'Não sei': 3%. De acordo com a CNI, a pesquisa foi feita entre os dias 2 e de junho e consultou 197 empresas exportadoras, importadoras e investidoras no exterior. O resultado abrange os meses de abril e maio. Balança comercial mostra queda de exportações e importações Outros resultados Segundo a CNI, 40% das empresas informaram que a queda nas exportações foi superior a 50% no valor das vendas. Em relação à expectativa das empresas exportadoras para os próximos dois meses, os resultados foram: 'Será afetada negativamente': 36%; 'As exportações foram afetadas no início da pandemia, mas estão se recuperando': 29%; 'Não será afetada negativamente': 20%; 'Não sei': 10%; 'As exportações aumentarão': 5%. Com relação às empresas importadoras, 70% afirmaram que foram afetadas negativamente pela pandemia do coronavírus nos meses de abril e maio, enquanto 2% disseram que as importações aumentaram. Das empresas que tiveram as importações afetadas 58% importavam da China e 29% dos Estados Unidos. Segundo a CNI, empresas consultadas afirmaram que as maiores preocupações com relação ao impacto da pandemia nas importações e exportação estão relacionadas à redução das exportações e da produção e com o aumento de preço de matéria-prima. Exportações do agronegócio brasileiro crescem 6% entre janeiro e abril
Colisão entre caminhão e caminhonete deixa cinco mortos em Batatais, SP
Acidente aconteceu na noite desta quarta-feira (8) na Rodovia Altino Arantes. Ocupantes do automóvel morreram carbonizados e caminhoneiro foi levado à UPA. Identidade dos mortos não foi informada. Cinco pessoas morreram carbonizadas em uma colisão entre um caminhão carregado com laranjas e uma caminhonete na noite desta quarta-feira (8) na Rodovia Altino Arantes, entre Batatais (SP) e Sales Oliveira (SP). Segundo a Polícia Militar Rodoviária, todas as vítimas ocupavam a caminhonete, com placas de Uberaba (MG). O motorista do caminhão teve ferimentos leves e foi levado à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Batatais. Parte da carga de laranja ficou espalhada pela rodovia. Uma das faixas precisou ser interditada e o trânsito foi coordenado pelos policiais militares. A perícia técnica também esteve no local. Colisão frontal À Polícia Militar Rodoviária, o caminhoneiro disse ter tentado desviar da caminhonete, que vinha no sentido oposto e tentou ultrapassar outros veículos à frente. A manobra é proibida no trecho de pista simples. De acordo com a polícia, os dois veículos bateram de frente. Com o impacto, o caminhão ainda derrubou uma árvore e houve um incêndio no motor. As chamas atingiram a caminhonete. Segundo as primeiras informações obtidas pela polícia, as vítimas estavam na região para trabalhar no setor de construção civil. A identidade delas não foi informada no local. Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
Governo anuncia que abrirá processo licitatório para finalizar obras do hospital de Guajará-Mirim, RO
Unidade regional de saúde está 80% concluída. Previsão do estado é que nova empresa assuma os trabalhos ainda em novembro deste ano. Obra do Hospital Regional de Guajará-Mirim está em 80% O Governo de Rondônia informou nesta semana que a obra do novo Hospital Regional de Guajará-Mirim (RO) está 80% concluída. Para finalizar os 20% restantes, o Estado anunciou que vai abrir um processo licitatório para que uma nova empresa assuma os trabalhos. Através de uma reunião por videoconferência entre mebros da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e do governo com a Caixa Econômica Federal (CEF), foi decidido que será encaminhada, por parte dos membros do Estado, uma planilha até o dia 20 de julho, que será analisada. Em caso de aprovação pelo banco estatal, será possível dar seguimento à nova licitação. A previsão do governo é que a nova empresa assuma os trabalhos ainda em novembro deste ano. O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) informou, por meio da assessoria, que na quinta-feira (9) ocorrerá o julgamento que deve decidir de quem será a responsabilidade da unidade de saúde: se permanece com Guajará-Mirim ou com o Estado. A primeira sessão ocorreu em 21 de maio.
Novo ciclone provoca chuva forte e deixa um morto no RS
Mais de três mil gaúchos ficaram desabrigados ou desalojados. Novo ciclone provoca chuva forte e deixa um morto no RS A chuva forte provocada pela passagem de um ciclone deixou mais de três mil gaúchos desabrigados ou desalojados. Um homem morreu. Uma semana depois, a cena se repete. Mais de 60 famílias tiveram que sair novamente de casa por causa da cheia do Rio Caí. “A gente fica com medo, a gente não sabe a situação, o que vai acontecer”, conta uma moradora. Em Porto Alegre, choveu forte durante toda a madrugada. Moradores tiveram as casas inundadas. Carros foram arrastados pela água e árvores bloquearam o trânsito. Em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, um deslizamento de terra soterrou a casa onde estava um casal: Geisson Maximo Vitz, de 34 anos, morreu. A mulher dele foi resgatada com vida dos escombros. “Foi tudo muito rápido. Só vi aquele estrondo. Quando a gente viu, a parede já vinha vindo tudo por cima”, conta Fátima Correa Gaio, sogra de Geisson. Na região central do estado, as águas do Rio Taquari subiram muito rápido ainda na madrugada. Mais de 300 famílias estão fora de casa. “Vamos pedir para Deus que a gente tenha noites tranquilas, que dê tudo certo, que as pessoas colaborem. E, se Deus quiser, amanhã ou depois a gente já volta para casa”, diz Márcia Luiz, dona de casa. Os bombeiros vão retomar nesta quinta (9) as buscar por um homem que está desaparecido. A suspeita é que ele tenha sido levado pelas águas do Rio Taquari quando passava por uma estrada a caminho de um sítio. Pelo menos sete rios seguem sendo monitorados pela Defesa Civil no estado. Em Igrejinha, o Rio Paranhana também subiu rápido demais na noite desta terça. Chegou a atingir residências que ficam a 200 metros da margem. Nesta quarta (8), a água baixou e os moradores aproveitaram para limpar as casas. “Graças a Deus que tem anjos que abrigam a gente, mas é complicado porque tu chegas em casa assim e aquela bagunça, aquela coisa”, lamenta uma moradora.
Ministério Público investiga ações de combate a Covid-19 em 163 municípios do Ceará
Ao todo, o órgão instaurou 469 procedimentos e fez 728 recomendações sobre ações de combate ao novo coronavírus O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) instaurou, até a última segunda-feira (6), 469 procedimentos em 163 municípios do Ceará, para acompanhar atos do Poder Público no enfrentamento à pandemia da Covid-19. Conforme o último balanço do Centro de Apoio Operacional da Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa (CAODPP), divulgado em 1º de julho, somente entre os dias 30 de junho a 6 de julho, 46 novos procedimentos de diversos temas foram instaurados. As informações foram divulgadas pelo órgão nesta quarta-feira (8). De acordo com o MPCE, entre os assuntos investigados nas prefeituras estão aglomeração, auxílio emergencial, coleta seletiva, contratações ou aquisições justificadas por dispensa de licitação, descarte de lixo hospitalar, fake news, sobrepreço em licitação e transparência de gastos públicos , entre outros. A maioria das ações do Ministério Público foram formadas por Procedimentos Administrativos, totalizando 301. Além desta, também foram feitas Notícias de Fato, Inquéritos Civis, Atendimentos, Procedimentos Administrativos Eleitorais, Procedimentos Preparatórios, Pedidos de Informação, Processo Judicial (1º grau), Reclamação e Representação. Para o promotor de Justiça Élder Ximenes, coordenador do CAODPP, a população deve continuar fiscalizando o poder público e enviando denúncias, porém todos os dados devem ser conferidos para evitar a propagação de "fake news". "Qualquer cidadão pode entrar em contato com a Promotoria de Justiça da sua cidade ou pelo nosso e-mail de denúncias e nos enviar elementos que apontem indícios de irregularidades. Toda denúncia é verificada. Precisamos também estar atentos às condutas de promoção pessoal dos prefeitos e demais gestores públicos. Os benefícios concedidos à população em virtude da pandemia não podem ser confundidos como um 'favor' pessoal, mas sim uma obrigação de quem gere o Sistema de Proteção Social de um Município ou do Estado", explica Élder. Recomendações Além dos procedimentos citados, o Ministério Público também expediu  728 recomendações sobre ações de combate ao novo coronavírus. No último balanço do CADPP o quantitativo estava em 602 procedimentos. Os principais assuntos das recomendações emitidas pelo MPCE estão relacionados a: aglomeração, ampla divulgação das medidas de proteção à Covid-19 pelo Poder Público, cumprimento dos Decretos Estadual e Municipal, auxílio emergencial, desinstalação de cabines para desinfecção, coleta seletiva, direito do consumidor, elaboração de planos de contingência, Identificação de pacientes internados, orientações sobre prevenção e controle de infecção para ILPIs, adoção de medidas mais restritivas ou de isolamento social rígido, aplicação de multas para quem não usar máscara, acompanhamento e notificação de casos suspeitos, proteção a comunidades indígenas, fluxo de atendimento a pacientes, merenda escolar e transparência.
Investigação aponta assessor de Bolsonaro como responsável por página derrubada pelo Facebook
Tercio Arnaud Tomaz é assessor especial do presidente Jair Bolsonaro com gabinete no Palácio do Planalto. Assessor de Bolsonaro é responsável por página derrubada pelo Facebook, diz investigação O Laboratório Forense Digital DRF conduziu as investigações que levaram o Facebook a remover os perfis ligados ao presidente Bolsonaro. Entre as páginas derrubadas nesta quarta-feira (8) pelo Facebook está o perfil Bolsonaro News. Ele é anônimo e não informa quem é o responsável pelas publicações. Mas a investigação descobriu que o e-mail usado para registrar o perfil era de Tercio Arnaud Tomaz. Ele já foi assessor de Carlos Bolsonaro, filho do presidente, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Hoje é assessor especial do presidente Jair Bolsonaro com gabinete no Palácio do Planalto. Salário de quase R$ 14 mil por mês e apartamento funcional. Publicações da página dele atacam adversários políticos de Bolsonaro, como o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e até ex-ministros do governo, como Luiz Henrique Mandetta e Sergio Moro. Moro comentou a decisão do Facebook. Disse que "foi alvo da rede de mentiras que age por motivos político-partidários. Pessoas que perderam qualquer senso de decência." A investigação também identificou dois assessores do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, atuando na rede desses perfis. Eduardo Guimarães já havia sido apontado pela CPI mista das fake news como criador e administrador de páginas que faziam ataques contra adversários do presidente. Esses perfis já haviam sido retirados pelo Facebook. Nesta quarta, perfis pessoais de Eduardo Guimarães também foram removidos. O outro assessor de Eduardo Bolsonaro, Paulo Eduardo Lopes, conhecido como Paulo Chuchu, é apontado na investigação como um dos principais operadores da rede derrubada pelo Facebook. É o que afirma a responsável pela análise dos dados e chefe para a América Latina do Laboratório Forense de Pesquisa Digital DRF, Luísa Bandeira. “O Eduardo Bolsonaro tem um assessor chamado Paulo Eduardo, conhecido como Paulo Chuchu, que fazia parte dessa rede. Ele registrou, por exemplo, um site que era um site teoricamente de notícias independentes, mas que na verdade era pró-Bolsonaro. Ele é um dos coordenadores da Aliança, o partido que o Bolsonaro está tentando formar, ele é um dos coordenadores da Aliança em São Bernardo do Campo. Então esse site, eles tinham um grupo no Facebook também, que faziam passar por notícias independentes, por jornalismo independente, quando na verdade é um esforço de propaganda ligado, nesse caso, a um assessor do Eduardo Bolsonaro”, explica Luísa Bandeira. As mensagens dessa rede de apoio ligada ao presidente Jair Bolsonaro começaram antes da eleição presidencial. Mas se intensificaram muito do fim de 2019 para cá, quando foram feitos sistemáticos ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal, ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e a outras autoridades classificadas pelo grupo de adversárias políticas de Bolsonaro. A atuação dessa rede de ataques se manteve até mesmo depois da instalação da CPI das fake News no Congresso e da abertura dos inquéritos no STF. “A atividade principal que a gente vê delas foi no final de 2019, início de 2020. Então, tem muitas coisas relacionadas à Covid. Tem muitas coisas, como eu falei, sobre o Congresso, sobre o STF. Então, essa rede estava atuando com muita força agora até ela ser retirada do ar pelo Facebook. O que se estava tentando fazer ali era criar uma narrativa e uma ideia de que aquelas pessoas eram pessoas que deveriam ser desqualificadas por vários motivos distintos”, afirma Luísa Bandeira. A relatora da CPMI das fake news, deputada Lídice da Mata, do PSB, disse que a retirada dos perfis ligados ao presidente Bolsonaro comprova o que já mostraram as investigações do Congresso. “Acho que tudo isso deve ser incorporado ao nosso relatório como comprovação de ações que são irregulares de deputados e seus assessores, muitos desses usando dinheiro público, porque sustentados pelo dinheiro público. É uma questão grave porque confirma a direção da nossa investigação”, afirma Lídice da Mata. O Jornal Nacional entrou em contato com Tércio Arnaud Tomaz, Eduardo Guimarães, Paulo Eduardo Lopes, o vereador Carlos Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro e com o Palácio do Planalto, mas ainda não tivemos resposta.
Homem é encontrado morto no Curuçambá, em Ananindeua
Vítima foi identificada como Victor Hugo Silva Barroso. Um homem, identificado como Victor Hugo Silva Barroso, foi encontrado morto nesta quarta-feira (8), no início da tarde, no bairro do Curuçambá, em Ananindeua, região metropolitana de Belém. Segundo a Polícia Militar, o corpo estava na alameda dos Andrades por volta das 12h, quando os policiais foram acionados. A área foi isolada e equipes da Polícia Civil e do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves foram acionadas. A Polícia Civil ainda não deu informações sobre o caso.

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