Amizades2020

Categoria do Grupo:
Namoro e Paquera
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Grupo postado em 28/12/2019 com 1200 visualizações e pontuação de 109 pontos.

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Fontes: Logo do G1
Mulher de 79 anos é terceira morte por Covid-19 em Nazaré Paulista
Mulher de 79 anos morreu na noite desta terça-feira (26). Ela tinha doença renal crônica, além de hipertensão. Uma mulher de 79 anos é a terceira morte por coronavírus em Nazaré Paulista. A paciente estava internada e morreu nesta terça-feira (26). A informação é da Secretaria Municipal de Saúde. MAPA DO CORONAVÍRUS: as cidades com infectados e o avanço dos casos Saiba tudo sobre o novo Coronavírus Veja as principais notícias sobre o coronavírus na região De acordo com a gestão, a mulher tinha doença renal crônica e hipertensão, mas estava internada com diagnóstico de Covid-19 confirmado por exame. Ela não resistiu e morreu na noite desta terça. Até esta quarta-feira (27), Nazaré Paulista havia registrado 19 casos confirmados da doença, dentre esses três pacientes que não resistiram e morreram. Initial plugin text
Homem morre depois de tombar carreta carregada de madeira em Paraguaçu, MG
O homem ficou preso às ferragens, foi socorrido pelos bombeiros, mas não resistiu e morreu no local. Um homem de 33 anos morreu depois de tombar a carreta que dirigia, na madrugada desta quarta-feira (27), na rodovia BR-491, em Paraguaçu (MG). De acordo com a Polícia Militar, o acidente foi na altura do quilômetro 210, em uma curva no local conhecido como Vale das Pedras. Ainda de acordo com os policiais, a carreta que estava carregada de madeira era de Batatais (SP), e seguia no sentido Eloí Mendes (MG) a Paraguaçu (MG) no momento do acidente. O homem ficou preso às ferragens e foi retirado pelos bombeiros de Varginha (MG) e Alfenas (MG). Ele não resistiu e morreu no local. A identidade não foi divulgada. Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas
Operação da PF pode cortar financiamento de grupos bolsonaristas e preocupa aliados do presidente
Valdo Cruz comenta operação em inquérito do STF sobre fake news A operação deflagrada nesta quarta-feira (27) pela Polícia Federal, contra suspeitos de atacar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), pode cortar o financiamento de apoiadores e de atos a favor do presidente Jair Bolsonaro e preocupa aliados do Palácio do Planalto. Pelo menos quatro empresários que estariam financiando grupos bolsonaristas nas redes sociais são alvos da operação da PF, o que pode fragilizar a estratégia montada por esses militantes para garantir apoio nas ruas e na internet ao presidente da República. Sempre que está na defensiva, como neste momento, Bolsonaro costuma se apoiar nestes grupos que se organizam nas redes sociais e em manifestações de rua para defendê-lo. Agora, avaliam aliados do presidente, essa rede de apoio passa a estar no foco da PF e os financiadores do grupo sob investigação. Ou seja, o fluxo de recursos pode cessar. Não por outro motivo a operação da PF, determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, foi avaliada como positiva por líderes partidários. Para eles, a partir de agora o poder de pressão desses grupos, que se valem de ataques nas redes sociais e atos nas ruas para acuar críticos de Bolsonaro, pode perder força. Líderes partidários destacam que as reações públicas da cúpula do Legislativo e do Judiciário contra ataques do presidente a instituições não produzem nenhum efeito. Bolsonaro costuma recuar momentaneamente, mas depois volta ao ataque, sempre se amparando nos seus apoiadores nas redes sociais e nas manifestações de rua. Agora, o jogo pode mudar, avaliam líderes. Eles ponderam que os apoiadores de Bolsonaro podem partir para uma radicalização definitiva, mas que neste momento o grupo estaria no alvo de uma investigação. Informações de bastidores indicam ainda que o inquérito aberto no STF teria mais munição contra esses grupos, que seria usada numa segunda fase do processo. Entre aliados do presidente, além da preocupação com a perda de força de grupos de apoio a Bolsonaro, o sinal de alerta foi aceso. As investigações podem acabar chegando também a assessores que trabalham diretamente com o presidente na alimentação de suas mensagens nas redes sociais. Initial plugin text
Roberto Fendt, do conselho Brasil-China, vai assumir a Secretaria de Comércio Exterior
O economista Roberto Fendt vai ser o novo secretário de Comércio Exterior. Ele assumirá a vaga de Marcos Troyjo, que vai comandar o Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como o Banco do Brics. Fendt atuava, até então, como secretário-executivo do Conselho Brasil-China. A Secretaria de Comércio Exterior, ligado ao Ministério da Economia, era o antigo Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior, que passou a ser secretaria no governo do presidente Jair Bolsonaro.
Coronavírus: Brasil fecha 860 mil empregos formais no pior mês de abril em 29 anos
Na parcial dos quatro primeiros meses deste ano, foram fechadas 763 mil vagas formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia. A economia brasileira fechou 860.503 empregos com carteira assinada em abril deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Ministério da Economia. O saldo é a diferença entre as contratações (598.596) e as de demissões (1.459.099) no período. Esse é o pior resultado para meses de abril desde o início da série histórica da Secretaria Especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia - que tem início em 1992. Com isso, foi a maior demissão registrada para esse mês em 29 anos. O recorde de demissões acontece em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado o nível de atividade e empurrado a economia mundial para recessão. A expectativa dos economistas dos bancos é de uma queda de quase 6% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Em janeiro e fevereiro deste ano, respectivamente, o governo contabilizou a abertura de 113.155 e de 224.818 vagas com carteira assinada na economia brasileira. Em março de 2020, porém, quando os efeitos da crise do coronavírus começaram a ser sentidos, foram fechadas 240.702 vagas formais. Essa é a primeira divulgação dos dados sobre empregos formais relativo ao ano de 2020. O último resultado tornado público pelo governo foi o de todo ano passado - que saiu em janeiro deste ano. No fim de março, o Ministério da Economia suspendeu a divulgação do Caged porque empresas haviam deixado de enviar informações, principalmente referentes às demissões de trabalhadores formais, o que poderia comprometer a qualidade dos dados. E pediu que as empresas retificassem e reenviassem as informações. Parcial do ano Os números oficiais do governo mostram também que, nos quatro primeiros meses deste ano, foram fechados 763.232 empregos com carteira assinada. Esse é o pior resultado, para esse período, desde o início da série histórica disponibilizada pelo Ministério da Economia - que começa em 2010. Deste modo, é o maior número de demissões para o período de janeiro a abril, ao menos, em 11 anos. Programa de Manutenção do Emprego Para tentar evitar uma perda maior de empregos, o governo federal baixou, no começo de abril, uma Medida Provisória que autorizou a redução da jornada de trabalho com corte de salário de até 70% num período de até três meses. A medida tem força de lei e já recebeu o aval do Supremo Tribunal Federal, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para se tornar uma lei em definitivo. O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda prevê que o trabalhador permanecerá empregado durante o tempo de vigência dos acordos e pelo mesmo tempo depois que o acordo acabar. Os números do Ministério da Economia mostram que, até esta quarta-feira (27), mais de 8,1 milhões de trabalhadores aderiram ao programa. Quando lançou o programa no dia 1º de abril, o governo estimou atender atender 24,5 milhões de trabalhadores formais. Ou seja, três vezes mais do que o número de acordos fechados até o momento. Procurada pelo G1 na semana retrasada , a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho informou, naquele momento, que as previsões estavam mantidas e avaliou, em nota, que "o desempenho do programa é bastante satisfatório".
Casos confirmados de coronavírus nas regiões de Rio Preto e Araçatuba em 27 de maio
Rio Preto chegou aos 587 casos da doença nesta quarta-feira e mantém as 20 mortes. São ao todo agora 250 pessoas recuperadas. Novos casos de coronavírus foram divulgados nesta quarta-feira (27) pelas prefeituras das cidades da região noroeste paulista. Confira abaixo: Rio Preto São José do Rio Preto (SP) chegou aos 587 casos positivos de coronavírus desde o início da pandemia na cidade. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (27) pela Secretaria de Saúde. Aumentaram 18 casos desde a última atualização, que era de 569 casos. A cidade registra 20 mortes por Covid-19 e 250 pessoas se recuperaram da doença. Ao todo, 124 profissionais de saúde foram contaminados. Rio Preto tem atualmente 84 pessoas internadas em hospitais com SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) – que pode ou não ser Covid-19. Desse total, 54 estão na enfermaria e 30 na UTI. Initial plugin text Veja mais notícias da região em G1 Rio Preto e Araçatuba
Inquérito do STF que investiga fake news: veja perguntas e respostas
Políticos, empresários e blogueiros foram alvos de operação da PF. Investigação iniciada em março de 2019 terminaria em janeiro de 2020, mas foi prorrogada por mais seis meses. Em março de 2019, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, abriu inquérito criminal para investigar "notícias fraudulentas", ofensas e ameaças, que "atingem a honorabilidade e a segurança" da Corte, os ministros e seus familiares. Toffoli nomeou o ministro Alexandre de Moraes como relator do caso. Em meio a questionamentos sobre a abertura do inquérito, com críticas que partiram inclusive da então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e de membros do próprio STF, as investigações já duram mais de um ano. O inquérito deveria ter sido concluído em janeiro de 2020, mas, um mês antes, Moraes prorrogou a investigação por mais seis meses. Nesta quarta-feira (27), a Polícia Federal (PF) começou a cumprir 29 mandados de busca e apreensão como parte do inquérito. Entre os alvos, há nomes ligados ao presidente Jair Bolsonaro, incluindo políticos, empresários e blogueiros. Roberto Jefferson e deputados são alvo de operação da PF de inquérito do STF sobre fake News Abaixo, leia perguntas e respostas sobre a investigação. Quando o inquérito foi aberto? Em 14 de março de 2019. Inicialmente, o prazo das investigações era de janeiro de 2020. Em dezembro de 2019, Moraes prorrogou as investigações por mais seis meses. Por que, em vez de sortear, Toffoli nomeou o relator do caso? O Supremo diz que o regimento da Corte permite a abertura de investigações para apurar crimes cometidos dentro da instituição e que o regimento permite a designação de juiz para conduzir a apuração. Os ministros são considerados pelo STF a própria instituição, em qualquer lugar onde estejam. Por que a abertura do inquérito foi questionada? A abertura de inquérito "de ofício" - sem ser provocado por instituições como a PF ou o Ministério Público - e a ausência de sorteio do relator, escolhido por Toffoli, geraram críticas no Ministério Público Federal e no meio jurídico. Dez ações foram apresentadas ao Supremo questionando a investigação. Outro ponto questionado é o fato de que os suspeitos não têm foro no Supremo, mas sim as vítimas, que são os ministros. O Supremo, por sua vez, sustenta o inquérito com o argumento de que o regimento da Corte permite a abertura de investigações para apurar crimes cometidos dentro da instituição. Um dos magistrados mais antigos do STF, o ministro Marco Aurélio Mello foi uma das vozes críticas à decisão de Toffoli. Marco Aurélio disse que o Supremo deveria "manter uma necessária distância de investigações que envolvam apuração de suposto crime contra a própria Corte". O que a investigação já concluiu? Em março de 2020, técnicos do STF identificaram 12 perfis em redes sociais que atuam na disseminação de informações de forma padronizada contra ministros do tribunal. Isso significa, por exemplo, que esses perfis encaminham o mesmo tipo de mensagem, da mesma forma, na mesma periodicidade. Agora, os técnicos cruzam informações para tentar localizar financiadores desses perfis. A TV Globo apurou que entre os suspeitos de financiar as ofensas há apoiadores do presidente, além de outros empresários. Quais outros mandados de busca e apreensão já foram cumpridos? No dia 21 de março de 2019, uma semana após a abertura das investigações, foram cumpridas os primeiros mandados de busca e apreensão em São Paulo e Alagoas. No dia 16 de abril de 2019, a PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão em São Paulo, Goiás e Distrito Federal. No dia 27 de setembro de 2019, a PF cumpriu mandados na casa e no escritório de advocacia do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot. No apartamento de Janot, a Polícia Federal apreendeu arma e munição. Os mandados de busca e apreensão foram emitidos um dia após Janot afirmar em entrevista que, em 2017, quando ainda era procurador-geral, entrou armado no Supremo com a intenção de matar o ministro Gilmar Mendes e depois se suicidar. Quem são os alvos da operação de 27 de maio? Os alvos dos mandados, confirmados até a última atualização desta reportagem, são: Luciano Hang, empresário; Roberto Jefferson, ex-deputado federal; Douglas Garcia (PSL-SP), deputado estadual; Allan dos Santos, blogueiro; e Sara Winter, blogueira. As mudanças na Polícia Federal, que motivaram o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, interferem na investigação do STF? Em 24 de abril, dois dias depois de Bolsonaro trocar o diretor-geral da PF, Moraes determinou que os delegados responsáveis pelo inquérito fossem mantidos, mesmo com as mudanças na chefia da corporação. Na prática, a decisão de Moraes tinha o objetivo de blindar as investigações contra interferências. O que o atual procurador-geral da República, Augusto Aras, que sucede Dodge, disse sobre o inquérito? No dia 24 outubro, Aras afirmou, em parecer enviado ao STF, que não há ilegalidade no inquérito aberto pela Corte, mas ressalvou que o Ministério Público Federal deve participar das investigações. Segundo Aras, trata-se de "atuação legítima" do Supremo para apuração de "fatos supostamente criminosos aptos a lesionar o funcionamento da Corte". Initial plugin text
Rede de supermercados abre 400 vagas de emprego no RS
Oportunidades são para supervisores de loja, líderes de setor e operadores de caixa em Canoas e Gravataí. Outras 200 vagas devem ser abertas a partir de 1º de junho no Litoral Norte. A empresa Stok Center, atacarejo da rede de supermercados Comercial Zaffari, está com 400 vagas de emprego abertas nas cidades de Canoas e Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre. São 200 em cada município. Em Canoas, o período de seleção vai até 31 de maio e em Gravataí a seleção acontece até 31 de agosto. As novas vagas são para supervisores de loja, líderes de setor e operadores de caixa. As inscrições podem ser feitas através de cadastro pelo site ou envio de currículo para o e-mail [email protected] A empresa, com sede em Passo Fundo, na Região Norte, está com novas oportunidades em função da abertura de lojas pelo estado. Em Capão da Canoa, no Litoral Norte, 200 vagas serão abertas a partir de 1º de junho. Somente neste ano, aproximadamente 800 novas vagas de emprego poderão ser preenchidas pela empresa. Em maio, foram contratadas 190 pessoas na unidade inaugurada em Pelotas, na Região Sul.
Duas pessoas são encontradas mortas após tiroteio no Morro do Cruzamento, em Vitória
Tiroteio foi registrado na madrugada desta quarta-feira (27). Polícia Militar foi chamada no bairro e encontrou os corpos de um homem e uma mulher. Duas pessoas são encontradas mortas após tiroteio no Morro do Cruzamento Duas pessoas foram encontradas mortas após um tiroteio no Morro do Cruzamento, em Vitória, por volta das 4h desta quarta-feira (27). A Polícia Militar esteve no bairro e encontrou os corpos das vítimas. Os moradores chamaram a polícia depois de uma intensa troca de tiros durante a madrugada. Eles relatam que o tiroteio durou cerca de meia hora. Depois da denúncia, a PM foi ao local e encontrou cápsulas de várias munições nas ruas. A primeira vítima encontrada foi um homem. O corpo estava embaixo de um carro e tinha muitas perfurações. Os policiais encontraram um rádio comunicador e um foguete perto dele. Depois de uma nova denúncia de moradores, os policiais encontraram o corpo de uma mulher atrás de uma pedra. Os policiais suspeitam que ela também foi vítima do tiroteio. A suspeita da polícia é de que o tiroteio tenha sido provocado por uma disputa entre grupos que tentam controlar o tráfico de drogas dos morros do Cruzamento e Romão. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vitória e nenhum suspeito foi preso. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo

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