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Grupo postado em 09/04/2020 com 126 visualizações e pontuação de 101 pontos.

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Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia
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Agora é assim? Especialistas avaliam quando será seguro viajar
Live do G1 discutiu futuro do turismo pós-pandemia com o blogueiro de turismo Ricardo Freire e a consultora de viagens e pesquisadora Mariana Aldrigui. "A sensação de segurança vai variar de pessoa para pessoa", diz Ricardo Freire O blogueiro de turismo Ricardo Freire e a consultora de viagens e pesquisadora Mariana Aldrigui analisam que a decisão de sair para viajar vai depender de cada pessoa e não vai ser em um movimento uniforme. Os especialistas participaram da live “Agora é Assim?”, do G1, nesta sexta (3) para discutir o futuro do turismo pós-pandemia. "A sensação de segurança vai variar de pessoa para pessoa. Vai ter gente que vai se sentir seguro a partir do momento que houver um voo para o determinado lugar que a pessoa quer ir, mas haverá outras que só são viajar quando tiver vacina, um tratamento ou o vírus parar de circular", disse Freire. Assista a todos os trechos da conversa sobre turismo Blogueiro de turismo Ricardo Freire indica locais mais adequados para o distanciamento social 'Objetivo de todo mundo do turismo este ano vai ser sobreviver', diz Ricardo Freire Ao invés de alugar um quarto compartilhado em um hostel ou um apartamento em um hotel, Mariana estima um aumento na procura por aluguel de temporada para uma família ou um grupo com base em observações e estimativas do próprio mercado. "Acho que a gente vai ver um número surpreendente de reservas tanto em hotéis como aluguéis de plataforma, porque a pessoa vai só mudar o lugar em que está se isolando", afirma. "Vamos ter só uma troca, com a ideia de 'vou passar um mês por aqui, porque eu garanto que vai ter internet e posso trabalhar remotamente'. Não vai ter aquela característica de turismo de lazer, a gente vai estar trocando o CEP e o IP para continuar em quarentena", avalia. Agora é assim? Semanalmente, na série "Agora é assim?", repórteres do G1 debatem com convidados, ao vivo, o legado que a pandemia deve deixar. São discutidas as mudanças no dia a dia, as novas formas de trabalho e lazer, a transformação na nossa relação com a tecnologia, entre outros temas. A live vai ao ar todas às sextas de noite. No episódio transmitido nesta sexta-feira (3), o assunto foi o turismo. De que forma um dos setores mais afetados irá se recuperar e se reinventar? E o que muda no mundo das viagens? Participaram o blogueiro de turismo Ricardo Freire, do canal "Viaje na Viagem", e a consultora de viagens e pesquisadora Mariana Aldrigui.
PUCRS promove aulas gratuitas online sobre futuro das profissões
Aulas acontecem nos dias 8, 9 e 14 de julho, e serão transmitidas ao vivo. Temas envolvem comunicação, direito, educação, engenharias, humanidades, negócios, psicologia, saúde e tecnologia. A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) oferece aulas online gratuitas, sobre o futuro das profissões em diversas áreas do conhecimento. As conversas serão transmitidas pela internet, em diferentes turnos. Para participar é preciso fazer a inscrição pelo site. As aulas devem abordar temas como comunicação, direito, educação, engenharias, humanidades, negócios, psicologia, saúde e tecnologia. Veja a programação: 8 de julho Às 10h30, Qual o futuro do Direito do Trabalho? com os professores André Jobim, Denise Fincato, Eugênio Hainzenreder, Gilberto Stürmer, Henrique Rocha, João Vicente Rothfuchs, Luiz Antônio Azevedo, Martha Sittoni e Maurício Góes. Às 16h30, Humanizar o pós-pandemia – O impacto da pandemia na educação com as professoras Rosane Oliveira Duarte Zimmer, Maria Tereza Amodeo e Marcia Andrea Schmidt da Silva. Às 19h30, Os Desafios da Gestão na Nova Economia com os professores Augusto Aiquel, Ely Mattos, Jorge Elias e Lélis Espartel. 9 de julho Às 14h, Comunicação com propósito e a responsabilidade social das marcas com os professores Claudia Bromirsky Trindade, Denise Pagnussatt e Fabian Chelkanoff Thier. Às 19h, A importância da Internet das Coisas e da Inteligência Artificial no mundo pós-Covid-19 com os professores Anderson Terroso, Fabiano Hessel e Rodrigo Barros. 14 de julho Às 14h, A importância do desenvolvimento tecnológico neste momento de pandemia com os professores Karina Ruschel, Marlon Moraes, Odilon Duarte e Sérgio Boscato
26 delatores da Lava Jato que fizeram acordos devem R$ 125 milhões em multas atrasadas
Informação é de sistema de monitoramento da Procuradoria-Geral da República. No total, 184 colaborares da Operação Lava Jato se comprometeram a pagar R$ 1,1 bilhão em multas. Delatores da Operação Lava Jato que assinaram termos de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República estão em atraso com o pagamento de R$ 125 milhões em multas previstas nos acordos. Ao todo, 26 colaboradores estão inadimplentes. As multas são definidas durante a celebração dos acordos entre as defesas e o Ministério Público Federal. A medida tem como objetivo reparar os cofres públicos e prevenir novos ilícitos. O valor é definido com base nos crimes admitidos pelo colaborador. De acordo com a PGR, quando há colaboradores inadimplentes são abertos procedimentos administrativos para cobrar a dívida. Nos casos em que o pagamento não é feito, o Ministério Público Federal pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) que determine providências para garantir o cumprimento dos acordos. A PGR tem 184 colaboradores na Operação Lava Jato que se comprometeram a pagar R$ 1,1 bilhão em multas. Segundo dados do Sistema de Monitoramento de Colaboração Premiada (Simco) obtidos pela TV Globo, já foram pagos R$ 790 milhões, e as parcelas a vencer somam R$ 259 milhões. A Procuradoria não revela quem são os delatores inadimplentes, mas a questão está sendo discutida no Supremo Tribunal Federal (STF) por alguns delatores em casos específicos — e o cenário tem sido desfavorável a eles. Os executivos da NM Engenharia Luiz Fernando Nave Maramaldo e Nelson Cortonesi Maramaldo definiram uma multa de R$ 20 milhões em seus acordos e devem juntos R$ 14 milhões. Os delatores defenderam no STF a repactuação do cronograma de pagamento de multas. A intenção era conseguir prorrogar as parcelas até 2037. Um dos argumentos apresentados ao Supremo é que a Lava Jato atingiu os negócios e, consequentemente, a receita da empresa. A PGR rejeitou um novo acordo. Relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin fixou multa de 20% pela inadimplência, o que atinge todas as parcelas vencidas e que não foram quitadas dentro do prazo. Procurada, a defesa dos colaboradores não quis se manifestar.

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