FODA-SE

Categoria do Grupo:
Amizades e Bate-papo
Infomações:
Grupo postado em 18/04/2020 com 20 visualizações e pontuação de 100 pontos.

Descrição do Grupo:
Fazer amizade zuar troca figurinha e muito mais Aqui no Solion Linkgrupos você encontra os melhores grupos para WhatsApp. Em nosso aplicativo você também encontra muitos grupos para telegram, três idiomas muita amizade, namoro, paquera, jogos e desenhos.

Outros Grupos:

Novo ritimo

3

Copa do Nordeste 2020

Amizade colorida 😋✌️😎

ɦơʅɣ ɾєvєɲʛє

Amizade Virtual❤️

Amizade e tudo😀❤️

🎯💞Amizade virtual 🎯💞

Isolados na Quarentena

Nicodemus Lima🎥

Passando a quarentena

Tudo Nosso ✌🏼🎉👑

Viajar Barato 2021 ✈️🌎

PUTARIA

*AmIzAdE sEm FrOnTeiRaS*

Família LB

永遠加入

𝑁𝐴𝑂 𝐸𝑁𝑇𝑅𝐸 𝑁𝐸𝑆𝑆𝐸 𝐺𝑅𝑈𝑃𝑂

Familia virtual

😴 Grupo "Desnecessário" 😴

Últimas nóticias

Fontes: Logo do G1
8 de julho, quarta-feira
Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado. Após admitir que foi contaminado pelo novo coronavírus, Bolsonaro diz estar bem. Ouça "O Assunto" sobre o tema e mais: a cúpula do governo vai ser testada, a lista de quem esteve com o presidente, a repercussão e frases. Mais um lote do Auxílio Emergencial para ajudar os brasileiros, a crise de universidades e universitários. Uma montadora está em alerta e a dívida de delatores da Lava Jato. Mega-Sena está em R$ 33 milhões. E as lives do dia. Bolsonaro contaminado Jair Bolsonaro confirma que contraiu coronavírus e diz: 'Estou muito bem' Depois de meses minimizando a pandemia e sabotando os esforços para contê-la, o presidente da República anunciou que está contaminado pelo novo coronavírus. Ele relatou sintomas, mas diz estar bem, e se manteve na mesma cartilha: criticou os esforços de isolamento social e promoveu o uso da cloroquina. No episódio de hoje de "O Assunto", Renata Lo Prete conversa com a jornalista da GloboNews Julia Duailibi sobre as implicações políticas e administrativas desse diagnóstico, divulgado no momento que o Brasil é o segundo país mais assolado pela doença, tendo ultrapassado a marca de 66 mil mortos. Também participa a infectologista Rosana Richtmann, do Emílio Ribas, para explicar o que não se sustenta nas afirmações feitas por Bolsonaro, e que protocolo deveria ser seguido agora por ele e por todos que tiveram contato recente com ele. E mais: diante do anúncio do presidente, a cúpula do governo faz testes. Veja a lista de quem se encontrou com Bolsonaro na última semana suas frases. Bolsonaro tira máscara durante anúncio de Covid-19, e infectologista aponta risco de transmissão Jornais no exterior destacam negacionismo de Bolsonaro REPERCUSSÃO: autoridades desejam melhoras ao presidente Auxílio Emergencial A Caixa libera nesta quarta-feira os saques e transferências da primeira parcela do Auxílio Emergencial para os aprovados inscritos no aplicativo e site dentro do terceiro lote, e que aniversariam em março. Veja o calendário Tire dúvidas Saiba tudo sobre a ajuda do governo Crise de universidades e universitários Os universitários acumularam dívidas e estão deixando os cursos com os quais sonharam. Culpa da pandemia e também das instituições de ensino. A redução de mensalidades vai parar na Justiça. Uma das entidades que representam universidades privadas diz que evasão cresceu 31% entre abril e maio: foram 65 mil alunos a mais em relação ao ano passado que desistiram de vez ou trancaram os cursos. Homem de ferro solidário O triatleta Antônio Mansur, de 49 anos, realizou o equivalente a duas provas de Ironman em 24 horas confinado em uma clínica esportiva durante a quarentena em São Paulo. Ele arrecadou mais de R$ 79 mil para compra de materiais hospitalares utilizados no combate ao coronavírus no Hospital de Clínicas de São Paulo. Mais deboche e ameaça O ataque verbal de uma mulher a um fiscal da prefeitura do Rio, registrado pelo Fantástico, viralizou, mas não foi o único caso de assédio ou ameaça sofrido por servidores do município. Um dia antes do flagrante, também na Barra da Tijuca, outra fiscal já havia sofrido xingamentos e chegou a ouvir de um homem que seria demitida. Veja como foi. Volkswagen em alerta A Volkswagen diz quem tem fôlego para mais alguns meses antes de pensar em demissões no Brasil. Mas a montadora anda em alerta. "Se não tivermos uma melhora, teremos que adequar as fábricas, sim", disse Pablo Di Si, presidente da marca. Dívidas de delatores Delatores da Operação Lava Jato que assinaram termos de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) estão em atraso com o pagamento de R$ 125 milhões em multas previstas nos acordos. No total, 184 colaborares se comprometeram a pagar R$ 1,1 bilhão em multas, mas 26 deles estão devendo. Vale do Anhangabaú Uma das principais obras da gestão do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), a revitalização do Vale do Anhangabaú, no Centro de São Paulo, já custou pelo menos R$ 17 milhões a mais do que os R$ 80 milhões previstos pela administração municipal. Mega-Sena O concurso 2.277 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 33 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h em São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet. Lives de hoje Mumuzinho, Sepultura e Fabiana Cozza estão entre os artistas com lives programadas para esta quarta-feira. A apresentação do cantor carioca vai ser transmitida diretamente de um show em um drive-in no Rio. Veja a lista de apresentações e os horários. Jingle de sucesso Você sabe como nasce um jingle de sucesso? Podcast analisa músicas das propagandas e lista 16 clássicos que versaram sobre leite, banco, remédios, refrigerantes, cervejas e outros produtos. Ouça trechos e entrevistas.
Um dia antes de 'cidadão, não. Engenheiro civil, formado', outra fiscal da Prefeitura do Rio sofreu ameaça durante inspeção
'Um [homem] se aproximou e falou que o pai dele era procurador, que eu ia perder o meu emprego', contou agente que participou de ação na Avenida Olegário Maciel, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. "Cidadão, não. Engenheiro civil, formado. Melhor do que você." O ataque verbal de uma mulher a um fiscal da Prefeitura do Rio, registrado pelo Fantástico, viralizou nas redes sociais, mas não foi o único caso de assédio ou ameaça sofrido por servidores do município. Um dia antes do flagrante, também na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, outra fiscal já havia sofrido xingamentos e chegou a ouvir de um homem que seria demitida. O caso aconteceu na Avenida Olegário Maciel, lugar conhecido por concentrar muitos bares e pela movimentação noturna. Atuando há 12 anos na Vigilância Sanitária do município, Jane Loureiro, assistente de Coordenação de Fiscalização, estava na linha de frente da ação de sexta-feira (3). Foi ao decidir que o local deveria ser interditado que começaram a hostilizar a equipe dela. "Aí, aconteceu aquele coro. Nós pedimos pra ele [o gerente] interromper o fornecimento de alimentação e que começasse a fechar o estabelecimento para caracterizar que ele ia interromper as atividades, e pedimos que os garçons fossem encerrando as contas", explicou a agente. Público canta que 'não vai embora' em bar da Barra da Tijuca Prefeitura interdita 3 bares na segunda noite de flexibilização Em seguida, quando os clientes – sem máscara e aglomerados – perceberam que teriam que deixar o espaço, começaram os xingamentos e, na sequência, em coro, cantaram que não iriam embora do local. "(...) Vieram pessoas se aproximando dizendo que eu era uma pessoa ruim, que eu estava tirando emprego dos garçons, comida dos filhos dos garçons, e que o que estava fazendo era maldade. Um se aproximou e falou que o pai dele era procurador, que eu ia perder o meu emprego. Foi muito constrangedor e assustador o nível de agressividade das pessoas." Loureiro era um dos quatro agentes que, naquela noite, fiscalizavam bares e restaurantes na Olegário Maciel. No bar onde foi hostilizada, a equipe constatou que havia aglomeração dentro e no entorno do local, além de pessoas sem máscara – medida necessária para evitar a disseminação da Covid-19. "Estava com uma ocupação maior do que preconiza, neste momento, o protocolo de prevenção. Aí, nós fomos abordar o gerente, explicamos que não podia e ele não tomou nenhuma medida. Disse que não tinha como conter, como não atender quem chegasse. Diante disso, a gente resolveu que deveria interditar o local porque, no nosso manual, caso a gente encontre [local com aglomeração], aborde o comerciante e ele não tome medidas, a gente tem que partir pra interdição." Após a fiscalização, três bares acabariam interditados na noite de sexta. Hostilidade tem sido maior Na avaliação da fiscal, nesse momento em que as restrições impostas pela pandemia estão sendo flexibilizadas, as pessoas estão mais hostis. Embora o enclausuramento possa ser um dos motivos para os ataque, Loureiro frisou que a falta de educação não se justifica pelo isolamento. "Eu acho que a falta de educação e de respeito ao próximo não justifica. Não precisava fazer um coro xingando. Isso não tem pandemia, não tem nada. Isso é uma questão de educação. Coisa que aquelas pessoas ali não tinham. Não tinham respeito. Mas eu acho que as pessoas estão meio alucinadas e, assim, por estarem 'presas', eu acho que contribuiu, mas não justifica." 'Arrogância' na Zona Sul Com mais de uma década trabalhando na Vigilância, Loureiro afirmou que nas ações na Zona Sul do Rio costuma notar mais hostilidade e arrogância. "Os estabelecimentos da Zona Sul sempre foram mais hostis. Quando há hostilidade, sabe?, sempre foram mais arrogantes na forma de nos tratar. Isso a gente sempre sofreu." A agente também fez um apelo ao reforçar que o trabalho dela e de outros fiscais tem como objetivo a preservação da saúde das pessoas. Ela lembrou que é fundamental que bares e restaurantes tenham álcool gel disponível, mantenham distanciamento entre mesas e respeitem a ocupação máxima de 50% da capacidade dos locais. "É muito importante que a população entenda que a gente tá ali, fazendo o nosso trabalho, pra preservar a saúde. E que é importante que os estabelecimentos cumpram as regras pra que a gente consiga avançar as fases [de flexibilização] de uma forma tranquila." Ataques não são comuns Em nota, a Vigilância Sanitária do Rio informou que "hostilidades não são comuns no dia a dia das equipes". Ao falar de números, o órgão disse que "das mais de 5 mil inspeções realizadas durante a Operação Covid-19, casos de reação ao trabalho dos técnicos não chegam a dez". "Na maioria das atuações os fiscais sanitários são recebidos com cordialidade, vistos como servidores fundamentais na prevenção de riscos à saúde pública", acrescentou a Vigilância.
Vice indígena toma posse como prefeito de Oiapoque, no Amapá
Erlis Karipuna (PSB) assume o cargo após o afastamento da prefeita Maria Orlanda Marques, por suspeita de desvio de remédios e testes para Covid-19. Erlis Karipuna (PSB) assume Prefeitura de Oiapoque após afastamento da prefeita Após 2 semanas do afastamento da prefeita de Oiapoque, Maria Orlanda Marques (PSDB), o vice Erlis Karipuna (PSB), que é de origem indígena, tomou posse à frente da gestão do município interinamente. A cerimônia aconteceu nesta terça-feira (7) na Câmara de Vereadores da cidade. A posse foi necessária para que ele autorize o pagamento dos servidores públicos que estava atrasado desde o fim de junho. Maria Orlanda foi afastada do cargo pela Justiça após a operação Panaceia, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 2 fases, nos dias 14 e 24 de junho. A prefeita é investigada por desvio de remédios e de testes para o diagnóstico da Covid-19. Buscas foram feitas na casa dela, onde os materiais foram encontrados. Durante o afastamento, por tempo indeterminado, Maria Orlanda não pode acessar qualquer prédio público e nem ter contato com outros investigados. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
Pandemia fará ensino à distância ser necessário até 2021, diz parecer aprovado pelo CNE
Texto apresenta 14 pontos com recomendações gerais para o planejamento da volta às aulas presenciais. Após ser votado e aprovado por unanimidade, documento agora será revisto e seguirá para o MEC para a homologação nos próximos dias. O Conselho Nacional da Educação aprovou nesta terça-feira (7) um parecer com orientações para a retomada gradual de aulas e atividades pedagógicas presenciais. Apesar das sugestões apresentadas, o órgão reforça que o retorno não dará conta de toda a oferta de aprendizado e que a presença do ensino à distância será necessária até, pelo menos, 2021. Em todo o país, alunos das redes pública e privada, da educação infantil ao ensino superior, estão tendo aulas e atividades remotas para seguir as recomendações de distanciamento social dadas por autoridades e governantes para conter o avanço do novo coronavírus (Sars-Cov-2), que causa a doença Covid-19. O texto apresenta 14 pontos com recomendações gerais para o planejamento da volta às aulas presenciais: 1. Observação dos protocolos sanitários nacional e locais; 2. Coordenação e cooperação de ações entre os níveis de governo; 3. Estabelecimento de Redes Colaborativas entre níveis educacionais e entidades publicas e particulares; 4. Coordenação territorial; 5. Estabelecimento do calendário de retorno; 6. Planejamento do calendário de retorno; 7. Comunicação, com ampla divulgação dos calendários, protocolos e esquemas de reabertura; 8. Formação e capacitação de professores e funcionários; 9. Acolhimento, com atenção especial a todos os alunos considerando as questões socioemocionais que podem ter afetado muitos estudantes, famílias e profissionais da escola durante o isolamento; 10. Planejamento das atividades de recuperação dos alunos; 11. Flexibilização acadêmica, considerando a possibilidade de planejar um continuum curricular 2020-2021; 12. Coordenação do Calendário 2020-2021; 13. Flexibilização regulatória, com a revisão dos critérios adotados nos processos de avaliação com o objetivo de evitar o aumento da reprovação e do abandono escolar; 14. Flexibilização da frequência escolar presencial. O documento foi organizado em colaboração com o Ministério da Educação e contou com a participação de entidades, como a União dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME); o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME); a FNCEM; e o Fórum da Entidades Educacionais; além da interlocução com especialistas e entidades da sociedade civil. O parecer já foi votado no CNE e aprovado por unanimidade. Agora, está em revisão e seguirá para o MEC para a homologação nos próximos dias. O texto destaca que a retomada deve considerar fatores do ensino remoto durante o período de isolamento como, por exemplo, "as diferenças no aprendizado entre os alunos que têm maiores possibilidades de apoio dos pais" e "as diferenças observadas entre os alunos de uma mesma escola em sua resiliência, motivação e habilidades para aprender de forma autônoma online ou off-line". O documento também afirma que as recomendações descritas devem ser consideradas como sugestões aos sistemas de ensino, redes, escolas, professores e gestores.
Crianças enfrentam a pandemia com a leveza do balé em comunidade de São Paulo
Sem condições de pagar, a maioria das famílias é isenta de mensalidade. A escola, na Vila Brasilândia, segundo bairro com mais mortes por Covid-19 em São Paulo, se mantém com doações e professores voluntários. Crianças enfrentam a pandemia com a leveza do balé em comunidade de São Paulo Crianças de uma comunidade de São Paulo estão vivendo esses dias de pandemia com uma leveza bem maior do que a maioria das pessoas. Nem só o barulho das aglomerações invade a Vila Brasilândia. O segundo bairro com mais mortes por Covid-19 em São Paulo também convive com seus silêncios na intimidade de cada família. “Tem toda uma questão que envolve o emocional da gente quando a gente está em casa: não poder abraçar, não poder chegar pertinho, ficar sem falar com as minhas amigas. E aí é bem difícil”, explica Ana Luíza Manoel, 15 anos. Mas toda tarde um som de esperança atravessa a pandemia. “Ela já começar a se trocar uma hora antes. Para cada aula é um penteado diferente, um sapato diferente, então eu vejo aalegria nela nisso, entendeu?”, conta Sandra Manoel, mãe de Ana Luíza. "O lado bom é que a gente não para de se exercitar. Acho que eu tenho um privilégio por poder estar fazendo isso", destaca Ana Luíza. O privilégio é ter aulas de balé online cinco dias por semana. A mãe de Ana Luíza ficou sem trabalho e passou a viver com a ajuda de amigos e parentes. A escola de dança da periferia fechou as portas, mas resolveu manter a arte a distância na quarentena. “O dia todo sem fazer nada, então vamos colocar bastante coisa para não ter tempo ocioso. Ela vai se envolvendo num mundo maior do que a região oferece”, conta Kátia Bernardes, diretora da escola de balé. Sem condições de pagar, a maioria das famílias ficou isenta de mensalidade. A escola se mantém com doações e professores voluntários. Quem comanda as aulas de flamenco, sem receber salário, é Evan. “O que eu ganho é contribuir, empoderar as meninas, porque é uma dança forte. É uma dança que vibra a vida, então elas sentem isso, elas se empoderam e saem felizes. E esse é o meu trabalho, esse é meu ganho”, explica Evan Fernandes, professor de flamenco. A cada instrução, a cada passo, uma terapia. "Eu estou fazendo ali, eu estou fazendo o passo e eu estou sentindo a música e acabo esquecendo de tudo o que está acontecendo", conta Jéssica Goulart, 15 anos. Antes de a pandemia começar, três espetáculos estavam no calendário das bailarinas. As apresentações foram adiadas por tempo indeterminado, mas elas treinam para estarem prontas assim que for possível voltar aos palcos. Enquanto isso, vão multiplicando outros aprendizados. “Às vezes, elas falam que ensinam os pais. Eu chego na aula ‘e aí, como foi?’. ‘Professora, meu pai acabou de chegar, já mandei ele para o banheiro, já mandei ele tomar banho e já mandei lavar a mão’”, conta a professora Kethllin Bernardes. Na casa de Marina, a avó em isolamento é a maior entusiasta da bailarina. “Nossa, eu choro o tempo todo quando ela sobe no palco. Além de ficar orgulhosa dela, eu lembro da minha filha. Cada vez que a Marina ia no balé, ela falava ‘ai, mãe, que linda’. E beliscava o meu braço. Eu saía de lá toda beliscada”, lembra Maria Zélia dos Santos Rosa, avó de Marina. A filha de dona Zélia, mãe de Marina, morreu há quatro anos. Não interromper o balé, mesmo na pandemia, é ainda mais importante para ela. “Era o sonho dela e se tornou o meu”, conta Marina Furtado, de 15 anos. Repórter: E você pensa nela quando você está dançando? Marina: Claro, com certeza. A todo minuto, a todo o momento. Manter a leveza é a meta de quem amadureceu ainda mais nesses tempos difíceis. “Liberdade, gratidão também por estar ali e emoção. O que a gente está passando, de estar ensaiando, é realmente isso, não desistir. Continua perseverante e confiante de que vai passar”, destaca Marina. “A arte salva e a gente acredita que o trabalho que a gente faz está salvando também”, diz Evan Fernandes, professor de flamenco.
Preso do regime domiciliar é morto a tiros na frente de casa na Zona Norte de Macapá
Crime aconteceu no início da noite no bairro São Lázaro; atiradores não foram identificados. Luan Cordeiro Teixeira, de 30 anos, foi assassinado com pelo menos 2 tiros na cabeça, por volta de 19h30 desta terça-feira (7), em frente a casa onde morava no bairro São Lázaro, na Zona Norte de Macapá. Segundo a Polícia Militar (PM), ele foi baleado quando foi atender uma pessoa que o chamava do lado de fora da residência. O crime aconteceu na Rua Pantaleão Gomes de Oliveira e Luan morreu na hora, antes mesmo do atendimento médico. A família relatou à PM que uma dupla de moto foi a responsável pelos disparos. Os criminosos fugiram rapidamente e não foram identificados. Luan cumpria pena por tráfico de drogas e estava em prisão domiciliar, detalhou o tenente De Abreu, do 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM). Além da condenação, ele respondia por outros crimes como uso de identidade falsa, roubo, furto e receptação, completou o militar. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia
Acompanhe em tempo real a atualização das informações Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia Acompanhe em tempo real a atualização das informações Confira perguntas e respostas sobre o assunto. Veja a playlist com os vídeos exibidos nos telejornais da RPC. Bem Aqui: com a plataforma da RPC é possível encontrar os estabelecimentos e serviços que estejam atendendo

© Copyright 2020 LinkGrupos - Todos os direitos reservados.

Vídeo WhatsApp