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Categoria do Grupo:
Amizades e Bate-papo
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Grupo postado em 17/05/2020 com 12 visualizações e pontuação de 100 pontos.

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Fontes: Logo do G1
3 de julho, sexta-feira
Bom dia! Aqui estão os principais assuntos para você começar o dia bem-informado. O Rio reabriu bares e restaurantes, mas os clientes desrespeitaram os protocolos sanitários. Houve aglomerações, pessoas sem máscaras e até deboche. A cidade de São Paulo registrou 235 reclamações contra casas noturnas, baladas e boates que funcionaram durante a pandemia. Quase 62 mil mortos no Brasil. O Assunto debate as eleições 2020. Bolsonaro anda em alerta, pois seu amigo Trump corre o risco de não se eleger. Na Venezuela, Maduro prepara o filho para ser seu herdeiro político. Live do G1 debate como a Covid-19 afetará o turismo. As lives de hoje e os cinemas drive-in. Deboche no Rio Cidade do Rio de Janeiro abre bares e restaurantes e tem aglomeração O Rio reabriu bares e restaurantes ontem. E o que se viu, especialmente à noite: aglomeração, multidão, pessoas sem máscaras e desrespeito total aos protocolos sanitários. Pessoas até debocharam da pandemia, que já matou mais de 10 mil no estado. Imagens postadas em redes sociais mostram a multidão na rua, principalmente em bairros de muitos bares e restaurantes. Em um dos vídeos, o homem que filma xinga a pandemia e o uso de máscara. Em outro, uma mulher debocha: "Hoje é dia 2 de julho, primeiro dia da liberação dos bares no Rio de Janeiro, a gente está aqui na Dias Ferreira, e está realmente todo mundo de máscara, olha...", diz, mostrando quase todos sem o utensílio obrigatório contra a proliferação do vírus. Vídeo mostra rua lotada no Leblon e desrespeito a regras de isolamento Baladas em São Paulo A Prefeitura de São Paulo recebeu, desde o início da quarentena, 235 reclamações contra casas noturnas, baladas e boates abertos durante a pandemia do coronavírus. O governo deve anunciar nesta sexta antecipação de reabertura de cinemas e teatros no estado de São Paulo, mas para as cidades na fase amarela. 1.277 mortos em 24h no Brasil O Brasil teve 1.277 mortes registradas por conta do novo coronavírus em 24 horas e passou da marca de 1,5 milhão de infectados. Com isso, são 61.990 óbitos pela Covid-19 no país. Nº de infectados em algumas cidades pode ser 6 vezes maior Mortes naturais em São Paulo O total de mortes naturais na cidade de São Paulo está 40% maior durante a pandemia do novo coronavírus se comparado ao mesmo período do ano em 2019 e 2018. É o que mostra análise feita pelo epidemiologista e professor da Universidade de São Paulo, Paulo Lotufo. Leitos de UTI A conversão de leitos menos complexos para leitos de UTI foi uma estratégia comum dos municípios brasileiros na resposta à pandemia do novo coronavírus para garantir um rápido aumento no número de vagas nos hospitais, aponta levantamento. Entenda a pesquisa. O Assunto Episódio trata sobre o que muda na eleição da pandemia. Além de um calendário de votação alterado pela primeira vez em quase três décadas, o pleito municipal de 2020 terá novas datas para etapas como realização de convenções partidárias, registro de candidaturas e propaganda. Bolsonaro em alerta Integrantes do governo Jair Bolsonaro demonstram preocupação com uma possível derrota de Donald Trump nos EUA. O ex-vice-presidente Joe Biden, provável candidato democrata à Casa Branca, aparece nas pesquisas 14 pontos à frente. O risco à reeleição do milionário põe o presidente brasileiro em alerta. Leia no blog do Gerson Camarotti. Venezuela: tudo em família Entenda como o filho Nicolasito vem sendo preparado por Maduro para tornar-se seu herdeiro político na Venezuela. Leia no blog da Sandra Cohen. Auxílio Emergencial A Caixa credita o benefício hoje para 6,8 milhões de trabalhadores nascidos em setembro e outubro. Veja quem recebe. Prazo para cadastramento no programa terminou na quinta-feira. Quase 2 milhões ainda aguardam análise para receber benefício Agora é assim? Live do G1 debate hoje, a partir das 19h30, como a Covid-19 afetará o turismo no mundo. Participam a pesquisadora Mariana Aldrigui e o publicitário e consultor de viagens Ricardo Freire. O "Agora é assim?" é toda sexta-feira no G1 e nas redes sociais. Lives de hoje Hoje tem Karol Conka, Parangolé, Sambô e mais shows para ver em casa. Veja os horários. Cinema drive-in Filmes, ingressos, programação e horários. Pelo menos dez estados aderiram aos drive-ins. Há também projetos de implementação em outros três para as próximas semanas. Esforço de gerações Avó e neto, moradores da favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte, passam a quarentena estudando juntos. Maria, de 59 anos, está na 3ª série do ensino fundamental; Brian, de 10 anos, está duas séries à frente da avó. Loteria Federal Os sorteios da Loteria Federal vão retornar a partir de amanhã, de acordo com a Caixa Econômica Federal, a partir da extração 5478. As apostas foram interrompidas no final de março por conta da pandemia do novo coronavírus.
Sorteios da Loteria Federal retornam neste sábado
Apostas foram interrompidas no final de março por conta da pandemia do novo coronavírus. Bilhetes que já haviam sido produzidos e distribuídos continuam disponíveis para venda nas lotéricas. Os sorteios da Loteria Federal vão retornar a partir deste sábado (4), de acordo com a Caixa Econômica Federal, a partir da extração 5478. As apostas foram interrompidas no final de março por conta da pandemia do novo coronavírus. O banco informa que os bilhetes que já haviam sido produzidos e distribuídos continuam disponíveis para venda nas lotéricas, e estão válidos, ainda que a data impressa seja março ou abril. As extrações 5478 a 5489 serão sorteadas apenas aos sábados. Os sorteios às quartas-feiras retornam em 23 de setembro. O cronograma está disponível nas lotéricas e no site da Caixa. O sorteio da Loteria Federal é realizado no Espaço Loterias Caixa no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. O horário é a partir das 19h. O público pode acompanhar a transmissão do sorteio pela página das Loterias Caixa no Facebook e no Youtube. Como jogar Para jogar na Loteria Federal, é necessário escolher o bilhete exposto na lotérica ou adquiri-lo com um ambulante lotérico credenciado. É preciso escolher o número impresso no bilhete com o qual se deseja concorrer, conforme disponibilização no momento da compra. Cada bilhete contém 10 frações e pode ser adquirido inteiro ou em partes. O valor do prêmio é proporcional à quantidade de frações adquiridas. São vencedores quem acertar: um dos cinco números sorteados para os prêmios principais; a milhar, a centena e a dezena de qualquer um dos números sorteados nos cinco prêmios principais; bilhetes cujos números contenham a dezena final idêntica a umas das três dezenas anteriores ou das três dezenas posteriores à dezena do número sorteado para o 1º prêmio, excetuando-se os premiados pela aproximação anterior e posterior; a unidade do primeiro prêmio. Os sorteios das extrações oferecem prêmios principais de R$ 500 mil em uma única série. Mensalmente, o apostador também pode concorrer a R$ 1,35 milhão no prêmio principal, apostando na Milionária Federal. Em dezembro, acontece extração Especial de Natal, com prêmio de R$ 1,35 milhão por série.
Estudo: em 3 décadas, Amazônia perdeu área equivalente aos estados de SC, PR, SP, RJ e ES
O Mapbiomas pesquisou a área conhecida como Pan-Amazônia, região da floresta que alcança nove países: Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Suriname Guiana e Guiana Francesa. Estudo revela que a Floresta Amazônica perdeu área equivalente à do Chile em três décadas Mas os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais mostram que a destruição da Amazônia está aumentando. Em relação ao número de queimadas, este foi o pior mês de junho em 13 anos. O desmatamento na floresta não começou agora. Um levantamento do Mapbiomas pesquisou, nos últimos 34 anos, a área conhecida como Pan-Amazônia, região da floresta que alcança nove países: Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Em 1985, a floresta e campos naturais ocupavam praticamente todo espaço. Ano a ano, como mostram as imagens, o desmatamento foi aumentando até chegar em 2018 a uma perda de 724 mil quilômetros quadrados. A área desmatada equivale a mais do que a soma dos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O Brasil foi o país que mais perdeu floresta. A agricultura e pecuária avançaram nessas áreas. Em 1985, ocupavam 319 mil quilômetros quadrados. Em 2018, 960 mil. O coordenador-geral do Mapbiomas, Tasso Azevedo, alerta que essa perda de floresta pode prejudicar os próprios agricultores que desmatam. “Ela significa uma ameaça ao clima do país. Especialmente para o regime de chuvas. Então, o que as pesquisas têm mostrado é que o período seco nas regiões de fronteira entre a Amazônia e o Cerrado, que é um celeiro de produção agrícola brasileira, por exemplo, a cada década tem aumentado de seis a sete dias o período seco. E esse aumento do período seco pode inviabilizar a chamada safrinha, a segunda safra agrícola”, explica Tasso. O estudo do Mapbiomas vai até 2018. Mas outro levantamento, do Inpe, mostra o que aconteceu com a Amazônia em junho. A situação piorou ainda mais; o maior número de queimadas num mês de junho dos últimos 13 anos: 2.248 focos de incêndio - um aumento de quase 20% em relação a junho de 2019. O diretor executivo da organização não-governamental WWF lembra que a temporada da seca na Amazônia está apenas começando - quando as queimadas, normalmente, se intensificam - e cobrou medidas do governo. Desde maio, as Forças Armadas estão na região para tentar reduzir o desmatamento ilegal. “É preciso adotar uma abordagem de intolerância total às atividades ilegais na Amazônia. Precisa realmente punir as atividades de garimpo, de grilagem, invasão de terras públicas, e isso precisa acontecer imediatamente. Senão, a gente vai ter uma situação muito pior nos próximos meses”, afirma Maurício Voivodic. O aumento nas queimadas e a política ambiental do governo têm sido muito criticadas. E, além disso, há consequências econômicas. Na semana passada, um grupo responsável por investimentos de R$ 20 trilhões enviou carta aberta às embaixadas brasileiras nos Estados Unidos, Japão, Noruega, Suécia, Dinamarca, Reino Unido, França e Holanda. Os investidores estrangeiros alertaram que acompanham com profunda preocupação a tendência de aumento do desmatamento no Brasil. O Ministério do Meio Ambiente não quis se manifestar. A assessoria do vice-presidente, Hamilton Mourão, que comanda o Conselho da Amazônia e as operações na região, declarou que vai fazer uma depuração dos dados, mas considera que há, sim, uma aparente elevação no número de queimadas, e afirmou que o aumento pode estar ligado ao início do período de preparação da terra com queimadas, pelos agricultores, o que é comum na área.
Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia
Acompanhe em tempo real a atualização das informações Coronavírus no Paraná: veja as principais notícias sobre a pandemia Acompanhe em tempo real a atualização das informações Confira perguntas e respostas sobre o assunto. Veja a playlist com os vídeos exibidos nos telejornais da RPC. Bem Aqui: com a plataforma da RPC é possível encontrar os estabelecimentos e serviços que estejam atendendo
Justiça determina que Backer divulgue canais de comunicação da empresa
Empresa alega que já tem um serviço de atendimento aos clientes desde o dia 14 de janeiro. Justiça determina que Backer dê divulgação a canais de comunicação da empresa A Justiça de Minas Gerais determinou que a Backer faça ampla divulgação dos canais de comunicação da cervejaria, como site, telefone e e-mail. O serviço é para que os consumidores que ingeriram os produtos da empresa tirem as dúvidas sobre a contaminação por dietilenoglicol. O pedido foi feito pelo Ministério Público, por meio de uma ação civil pública. A Backer, por sua vez, disse que, até o momento, não foi notificada. A empresa acrescentou também que tem um serviço de atendimento aos clientes desde o dia 14 de janeiro.
Grupo de deputados se mobiliza para tornar mais frouxa PEC sobre prisão em 2ª instância
Esses deputados querem sugerir que a prisão só passe a valer para novos processos, iniciados apenas depois que a proposta fosse aprovada. Grupo de deputados se mobiliza para tornar mais frouxa PEC sobre prisão em 2ª instância Um grupo de deputados está se mobilizando para tornar mais frouxa a proposta de emenda à Constituição que trata da prisão após julgamento em segunda instância. O movimento tem o apoio de deputados de vários partidos, como mostrou o jornal “Folha de S.Paulo”. Muitos estão sendo investigados pela Justiça por crimes como corrupção. Por enquanto, eles trabalham apenas nos bastidores, mas o grupo deve entrar em ação assim que as comissões voltarem a funcionar e o relator da proposta de emenda à Constituição, Fábio Trad, do PSD, entregar o texto favorável à prisão imediata de réu condenado em segunda instância. Esses deputados querem sugerir que a prisão só passe a valer para novos processos, iniciados apenas depois que a proposta fosse aprovada. Ou seja, todos os crimes praticados antes da data de promulgação da nova regra ficariam de fora. Fábio Trad critica a manobra de bastidor e aponta a inconstitucionalidade da proposta: “Entendo que ela não tem consistência jurídica e, politicamente, não está em sintonia com a aspiração da sociedade, que é contra a impunidade, a morosidade da Justiça. Proponho que a PEC passe a valer já nas ações penais e não penais instauradas e ajuizadas após a promulgação da PEC, inclusive com relação a fatos praticados antes do início da sua vigência.” O autor da PEC, Alex Manente, do Cidadania, defende que a regra inclua os processos já iniciados. “Conversei com diversos membros, e a grande maioria continua imbuída no objetivo de aprovar a PEC para combater a corrupção e a impunidade. Tenho certeza que ninguém voltará atrás do que assumiu publicamente. E esse compromisso foi com a sociedade brasileira, que, antes da pandemia, tinha isso como pauta prioritária”, afirma Manente. O presidente da Comissão Especial que analisa a PEC, Marcelo Ramos, do PL, também é contra a mudança: “A tese que nós não concordamos é que a PEC só valha para fatos criminosos cometidos após a promulgação dela, porque isso atrasaria ainda mais a aplicação da pena.” O assunto começou a ser debatido no Congresso depois que em novembro do ano passado, por seis votos a cinco, os ministros do Supremo Tribunal Federal mudaram um entendimento adotado pela Corte desde 2016 e proibiram a prisão antes de esgotados todos os recursos em todas as instâncias da Justiça. Na ocasião, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, lembrou que o Congresso seria o caminho para possibilitar a prisão após condenação em segunda instância. O compromisso inicial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, do Democratas, era concluir as votações da PEC da segunda instância em abril. Não foi possível por causa da pandemia, mas Rodrigo Maia voltou a declarar que a proposta é uma demanda da sociedade e uma das prioridades. O presidente da Câmara disse que espera aprová-la até o fim do mês que vem.
Queiroz depõe pela 2ª vez sobre o suposto vazamento de operação da PF no período eleitoral
A denúncia de que a operação da PF vazou para Flávio Bolsonaro é do empresário Paulo Marinho. Ele é suplente de Flávio no Senado e foi um dos apoiadores da campanha do presidente Jair Bolsonaro. Queiroz depõe pela 2ª vez sobre o suposto vazamento de operação da PF no período eleitoral O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, prestou depoimento, nesta quinta-feira (2), ao Ministério Público Federal. Pela primeira vez, Queiroz deu o depoimento pessoalmente, porque o procurador foi até o complexo penitenciário de Bangu, na Zona Oeste do Rio, onde o ex-assessor está preso. Queiroz foi ouvido como testemunha no inquérito do Ministério Público Federal que investiga o suposto vazamento da Operação Furna da Onça pela Polícia Federal. Na Furna da Onça, apareceu o relatório da movimentação financeira suspeita de Queiroz, que deu origem à investigação da rachadinha. A denúncia de que a operação da PF vazou para Flávio Bolsonaro é do empresário Paulo Marinho. Ele é suplente de Flávio no Senado e foi um dos apoiadores da campanha do presidente Jair Bolsonaro. Paulo Marinho contou ter ouvido do próprio Flávio que um delegado da PF falou da operação uma semana depois do primeiro turno da eleição de 2018. “O depoimento dele não inocentou ninguém, não foi capaz de tirar ninguém da cena do crime, entendeu?”, diz Eduardo Benones, procurador da República. Na semana passada, Queiroz já tinha falado no inquérito da Polícia Federal que investiga o vazamento, e tinha dito que não teve informações antecipadas da operação. Nesta quinta (2), o Ministério Público entendeu que Queiroz falava apenas dele. “Ele não sabe afirmar se houve ou não houve o vazamento. Não é que ele disse que não houve vazamento. O que ele falou é que não chegou até a ele. A gente continua acreditando que, a partir de hoje, mais do que nunca, as investigações devem prosseguir”, destaca Eduardo Benones. A investigação do suposto vazamento da Operação Furna da Onça avança, e a do esquema da rachadinha também. O Ministério Público do Rio intimou o senador Flávio Bolsonaro e a mulher dele para prestarem depoimento na semana que vem. A defesa do senador contestou a intimação alegando que o grupo de promotores do GAECC, o Grupo de Ação Especializada no Combate à Corrupção, que está à frente da investigação, não tem competência para investigar quem tem foro privilegiado – caso de Flávio Bolsonaro, depois que ele ganhou o direito de não ser julgado na primeira instância. Mas o Ministério Público do Rio informou, nesta quinta, que a Chefia Institucional delegou a esses promotores do GAECC poderes para conduzir a investigação. E acrescentou ainda que as investigações seguem seu curso normal, sem paralisações desnecessárias por conta de mudanças de competência de jurisdição.

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