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Grupo no Whatsapp Zueira com os br_??

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Zueira com os br_??

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Zueira e Diversão

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Link de Grupo no WhatsApp postado em 12/02/2019;
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Zueira liberada

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ξΟΣIRΔ τΟτΔL

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Zoeira Total

?GRUPO DO ABSURDO?

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Grupo de humor

Grupo do WhatsApp ano2019

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...

F i g u r i n h a s

F i g u r i n h a s

Grupo de figurinhas

¯\_(ツ)_/¯

¯\_(ツ)_/¯

Grupo para quem curte sair atacando o grupo dos outros e zoar por aí ;-;

Últimas nóticias

Fonte: Logo do G1
Incêndio destrói estúdio de animação no Japão
Uma pessoa morreu e 37 ficaram feridas; bombeiros suspeitam que incêndio foi criminoso. Pelo menos uma pessoa morreu e 37 ficaram feridas, 10 delas gravemente, em um incêndio em um estúdio de animação em Kyoto, no oeste do Japão, informou o Corpo de Bombeiros nesta quinta-feira (18). Os bombeiros informaram ainda que suspeitam que o incêndio foi criminoso. “Uma pessoa ainda não identificada morreu”, disse um porta-voz dos bombeiros de Tóquio. O incêndio teria se espalhado por volta das 10h30 (local) em um prédio da empresa Kyoto Animation, que produz séries bem-sucedidas para a televisão.
Homem em situação de rua tem partes íntimas queimadas em Fortaleza
Vítima estava com região em chamas e foi socorrida por policiais Um homem em situação de rua teve as partes íntimas queimadas no Bairro de Fátima, em Fortaleza, na noite desta quarta-feira (17). De acordo com a Polícia Militar, quando os agentes chegaram no cruzamento da Rua Doutor Costa Araújo com Avenida 13 de Maio a vítima ainda estava com a região em chamas. Os policiais usaram panos e papelões e conseguiram apagar o fogo. Uma ambulância do Samu foi acionada e encaminhou o paciente para o Instituto Doutor José Frota (IJF), no Centro. Ele estava desorientado e não conseguia informar a identificação. A polícia irá investigar as circunstâncias do crime e os autores.
Suspeito de estuprar três sobrinhas e engravidar a de 13 anos é preso em Branquinha, AL
Vítimas denunciaram crimes cometidos pelo tio. Delegado diz que estupro de vulnerável é o crime mais registrado na delegacia da cidade. A Polícia Civil de Alagoas prendeu um homem que é suspeito de estuprar três sobrinhas de cinco, oito e 13 anos em Branquinha, município da Zona da Mata de Alagoas. O tio é suspeito de ter engravidado a sobrinha de 13. A prisão foi divulgada pela polícia nesta quarta-feira (17). O tio foi preso depois que as sobrinhas denunciaram os crimes. De acordo com a polícia, as investigações mostraram que os estupros ocorriam na casa dos pais das vítimas, mesmo local em que o tio por parte de mãe das meninas estava morando. Depois de colher as provas, o delegado de Branquinha, Sidney Tenório, pediu a prisão do homem para a Justiça. E a juíza Emanuela Porangaba decretou a prisão. O delegado Sidney Tenório disse que o homem pode pegar até 45 anos de prisão pelos crimes. “A adolescente foi estuprada mais de uma vez o que acarretou a gravidez. As irmãs menores foram vítimas de outros atos libidinosos, também considerados crime de estupro de vulnerável”, disse o delegado. O delegado de Branquinha disse que o crime mais registrado na Delegacia de Branquinha é o de estupro de vulnerável. “Praticamente todas as semanas instauramos inquéritos para apurar estes fatos que nos chega principalmente pelo Conselho Tutelar. Geralmente conseguimos prender os autores, mas é necessário que seja feita uma política de conscientização para que se evite novas vítimas”, contou o delegado Sidney Tenório. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
Empresário que foi sequestrado em Maceió é ouvido pela polícia
Dois suspeitos de cometer o sequestro estão foragidos. Empresário que foi sequestrado em Maceió presta depoimento à polícia O empresário Marcelo Costa Torres, que sofreu um sequestro relâmpago em Maceió, prestou depoimento à polícia nesta quarta-feira (17). Ele contou ao delegado Thiago Prado que achou que seria assassinado. Marcelo Costa, que recebeu alta médica na segunda, contou ao delegado Thiago Prado que foi abordado pelos suspeitos quando estava perto de uma faculdade particular no bairro do Farol. Ele disse que viveu momentos de pânico durante todo o momento em que durou o sequestro, aproximadamente três horas. A vítima do sequestro disse ao delegado que temeu pela própria vida, achou que ia ser assassinado. Dos quatros suspeitos, um morreu no HGE, um está preso e dois estão foragidos. O delegado Thiago Prado disse que o sequestro não foi direcionado para o empresário. Informações sobre os suspeitos podem ser repassadas pelo Disque-denúncia 181. O anonimato é garantido. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
Resolução municipal isenta 292 atividades de licenciamento ambiental em Porto Velho
Maioria das atividades pertence ao ramo comercial. Prefeitura já estima regularização de 4 mil pequenos escritórios. Uma resolução publicada pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) passa a permitir que 292 atividades fiquem dispensadas de licenciamento ambiental em Porto Velho. A publicação ocorreu na última semana, mas a prefeitura da capital divulgou o assunto nesta quarta-feira (17). A resolução, segundo a prefeitura, amplia a lista de empreendimentos dispensados de algumas obrigações com órgãos ambientais e, ao mesmo tempo, atende ao desejo do executivo municipal de desburocratizar o processo de regularização de algumas atividades comerciais no município. A nova decisão acontece em meio as tentativas do poder executivo municipal de tornar Porto Velho uma "referência nacional em Licenciamento Ambiental". Essa ação começou em 2017, quando a Lei Municipal nº 684/2017 readequou e diminuiu as taxas relativas às autorizações ambientais e serviços prestados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema). Segundo a prefeitura, ações do tipo são essenciais ao tratamento especial que o município buscar estender a microempreendedores individuais e à agricultura familiar no município, pois diminuiria a burocracia nos estudos que classifica se uma atividade exerce ou não algum impacto ambiental. De acordo com a resolução, a maioria das 292 atividades que passarão a ficar isentas de licenciamento são exercidas por comerciantes, representantes comerciais e atividades de escritórios, tornando Porto Velho a primeira capital do país a definir uma lista de dispensa de autorizações ambientais, de acordo com o poder municipal. Com a decisão, a prefeitura também já estima que, no mínimo, quatro mil pequenos escritórios sejam regularizados no município.
Pesquisadores usam cera de carnaúba para aumentar duração de frutas
Técnica foi desenvolvida por pesquisadores do laboratório da Embrapa em São Carlos (SP). Principal vantagem é aumentar o tempo de conservação e reduzir o desperdício. Pesquisadores brasileiros usam a cera da carnaúba para aumentar a duração da frutas Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma técnica para aumentar a duração das frutas e reduzir o desperdício. Pesquisadores do interior de São Paulo criaram uma cera que aumenta a duração das frutas. Tudo com um ingrediente que vem da natureza. O segredo está numa película que reveste a fruta. No laboratório da Embrapa em São Carlos, os cientistas mergulharam os alimentos numa cera líquida feita com carnaúba - palmeira típica do Nordeste. Em meia hora, a substância seca e forma a camada protetora. Para chegar à mistura, a equipe extraiu o pó da cera de carnaúba. Com a ajuda da nanotecnologia, os pesquisadores quebraram as partículas num tamanho mil vezes menor do que a espessura de um fio de cabelo. “Ela controla a quantidade de oxigênio que entra nos frutos, diminuindo a quantidade de oxigênio, a gente vai reduzir o metabolismo do fruto, e consegue conservar por mais tempo”, explicou a pesquisadora Marcela Miranda. A principal vantagem da nova técnica é aumentar o tempo de conservação. Dependendo do tipo, uma fruta dura em média uma semana. Se ficar na geladeira, até mais. Agora, as frutas revestidas com a cera de carnaúba podem durar mais que o dobro em temperatura ambiente e o sabor não muda nada. Dá para ver diferença. Uma laranja que ficou duas semanas e não foi revestida com a cera está mais madura. Outra tem a película e está mais verdinha. As nanopartículas da carnaúba também deixam a fruta mais brilhante. “Essa é uma cera 100% vegetal e, ao contrário da maior parte das ceras, ela não tem outros produtos sintéticos, sendo, portanto, uma cera segura para o consumo”, disse o pesquisador Daniel Corrêa. A cera já começou a ser produzida no mercado. Até o fim de 2019 deve ser usada no processamento de frutas. Um dos benefícios é evitar o desperdício de alimentos. “As perdas pós-colheita no Brasil são muito elevadas para frutas e hortaliças, com cerca de 40% a 50% do que é produzido jogado no lixo. Essa tecnologia vai contribuir tanto para o mercado externo quanto interno e o maior beneficiário é o consumidor, que vai ter um produto de melhor qualidade, uma vida de prateleira mais longa e isso com uma série de vantagens”, concluiu o pesquisador Marcos David Ferreira.
TJSC mantém condenação de Ronério Heiderscheidt, ex-prefeito de Palhoça, e determina prisão
Ele foi condenado por alugar terreno com área pública pertencente ao município. Defesa afirma que vai recorrer ao STJ. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve a condenação do ex-prefeito de Palhoça Ronério Heiderscheidt por apropriação de bem público para proveito próprio e uso de documento falso. O julgamento ocorreu nesta quarta-feira (17). Além disso, o tribunal determinou a execução da pena de cinco anos e oito meses de prisão em regime semiaberto. A defesa do ex-prefeito afirmou à NSC TV que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). A pena também inclui a perda de cargo público e a proibição de exercer função pública ou disputar cargo por meio de eleições pelo prazo de cinco anos. Segundo a denúncia, feita pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), em 2008, quando era prefeito, Ronério Heiderscheidt alugou um terreno próprio para empresários que queriam instalar uma fábrica de sorvetes na cidade. Porém, esse local teve o acréscimo de uma área pública de 800 metros quadrados, pertencente ao município de Palhoça, na Grande Florianópolis. Para tentar legalizar a situação, em 2009 Ronério Heiderscheidt usou uma lei municipal falsificada para repassar a área pública aos empresários. A ação do MPSC tinha outros três acusados, mas eles foram absolvidos em 2017 pelo TJSC por falta de provas. Veja mais notícias do estado no G1 SC
MEC tem plano para aumentar verba privada de universidades federais
Projeto para captar financiamento permite parceria público-privadas, patrocínio para pesquisas e exploração de patentes. A adesão da universidade será voluntária. MEC tem plano para aumentar verba privada de universidades federais O Ministério da Educação anunciou nesta quarta (17) um programa para aumentar o financiamento privado nas universidades e institutos federais. As propostas ainda vão passar por consulta pública antes de seguir para o Congresso. Logo no início da apresentação, o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) questionou o corte de verbas para as universidades. “É importante que tenha parcerias, mas é sobretudo importante que tenha política pública para a universidade”, disse Iago Montalvão, presidente da UNE. O programa, que vai se chamar Future-se, pretende ajudar a universidade a captar dinheiro privado. A adesão será voluntária. A universidade que não aderir continuará recebendo os recursos federais como é hoje. O plano permite patrocínio para pesquisas, criação de empresas; parcerias público-privadas e contratos simplificados com organizações sociais; explorar as patentes; premiar com dinheiro professores que publicarem artigos em revistas de ponta. O MEC quer criar um fundo soberano do conhecimento. A expectativa é arrecadar R$ 102 bilhões - metade virá de imóveis e lotes da União, que serão vendidos ou alugados, por exemplo. Algumas universidades e institutos federais já fazem parcerias e conseguem outras formas de arrecadar dinheiro para o campus. É o caso da Universidade de Brasília. Mas existe um limite para essa arrecadação, que é definido a cada ano, com base na lei que limita os gastos. Ou seja, se a universidade arrecada a mais, o dinheiro que sobra não pode ser investido na instituição, tem de sair da universidade e entrar na conta do Governo Federal. Representantes das instituições federais de ensino superior apontam que é preciso mudar a regra. “Se você conseguisse dar um entendimento de que isso não é um tributo, esse recurso não é um recurso público, esse recurso não é um recurso do orçamento da União, do ponto de vista de fonte do tesouro, a gente poderia talvez caminhar para uma solução. Mas isso vai depender, não só de uma interpretação do Legislativo, mas de interpretação jurídica também, que a gente vai ter que trabalhar”, explicou Reinaldo Centoducatte, presidente da Andifes. O MEC disse que o dinheiro do fundo não estará sujeito ao limite de gastos. “A gente vai alterar várias leis. A UnB, se ela não aderir ao programa, ela vai continuar estando limitada ao contingenciamento, ao teto do gasto. Aderindo ao programa, a partir do fundo financeiro que a gente faz, por isso que não precisa alterar a Constituição, aí sim, ela não estaria sujeita a esses dois empecilhos”, disse Arnaldo de Lima Junior, secretário de Ensino Superior. O chefe de gabinete da reitora da UnB diz que ainda há dúvidas sobre as medidas e aguarda a consulta pública, quando o projeto recebe sugestões da sociedade. “Ainda é necessário conhecer os detalhes e ainda é necessário que a discussão aconteça no âmbito da universidade, no âmbito da comunidade, não basta apenas o olhar de uma ou duas pessoas”, analisou Paulo César Marques da Silva, chefe de gabinete da reitoria UnB. O ministro afirmou que não vai cortar repasses federais nem cobrar mensalidades. “Governança, gestão, transparência com dinheiro público. As universidades continuam sendo do povo, públicas, não estamos privatizando nem dando elas para os professores. Tem que dar desempenho e retornar para a sociedade essa montanha de dinheiro de impostos que todo ano a gente coloca lá”, disse o ministro da Educação, Abraham Weintraub. O programa ainda tem que ser aprovado pelo Congresso. O MEC promete enviar o texto até setembro.
Falta de acordo sobre Fundo Amazônia pode extinguir projetos ambientais
Governo negocia com países que financiam o fundo, mas projetos que dependem dos recursos estão em risco. Falta de acordo sobre Fundo Amazônia pode extinguir projetos ambientais Alguns dos projetos mais importantes de geração de renda, emprego e proteção ambiental no Brasil podem acabar se o governo não chegar a um acordo com os países que financiam o Fundo Amazônia. As negociações continuam, mas o clima nos projetos que dependem dos recursos é de apreensão. Só é possível chegar de barco à Reserva Extrativista Rio Iriri, no Pará. A cidade mais próxima é Altamira, que fica a seis horas de lancha. A renda de ribeirinhos e indígenas vem do látex do seringal, do óleo de babaçu ou de copaíba, da castanha do Pará e do artesanato. Da região, os produtos são encaminhados para várias partes do Brasil, como Rio de Janeiro e São Paulo. Uma das maiores fábricas de pães do país utiliza as castanhas retiradas da reserva. No fim de junho, o programa Origens Brasil, responsável por estas ações, foi premiado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e pela embaixada da Suíça. “Quem compra está sabendo da onde vem, quem trabalha. Não está comprando só o nosso produto, mas está comprando a nossa história, nossos modos de vida, como a gente preserva a natureza, a floresta e ajuda a gente a estar mantendo a floresta em pé”, explicou Raimunda Rodrigues, gestora da miniusina do Rio Iriri. O Origens Brasil é financiado pelo Fundo Amazônia. Em dez anos, o fundo vem financiando projetos de pesquisa e de geração de emprego e renda na floresta sem destruir o meio ambiente. São 103 ações diferentes, todas fiscalizadas e auditadas pelos principais doadores. A Noruega já repassou mais de R$ 3 bilhões; a Alemanha, R$ 192 milhões; e a Petrobras, R$ 17 milhões. Outro projeto financiado pelo fundo mudou a realidade de dez mil famílias no estado do Amazonas. Em seis anos, a renda dessas famílias aumentou 124%, e o desmatamento das áreas ocupadas por elas caiu 63%. “Nós tínhamos vários produtos aqui, mas agora, de uma hora para a outra, assim, as portas se abriram totalmente. Então, com as vendas na internet, isso só aumentou o nosso meio de conhecimento”, contou a artesã Lucineide da Silva Garrido. O Fundo Amazônia também tem ajudado os proprietários rurais da região a estarem em dia com o Código Florestal, que estabelece a área verde que deve ser preservada. Até o momento, graças aos recursos do fundo, foi possível inscrever no Cadastro Ambiental Rural 746 mil propriedades. Todas essas propriedades somadas ocupam uma área equivalente a quase uma Venezuela. O dinheiro é repassado para os estados fazerem o cadastramento. O governo do Amazonas, por exemplo, deveria receber agora R$ 30 milhões para investimentos nos próximos três anos, mas até agora o dinheiro não chegou. “Se não fosse o projeto do Fundo Amazônia, nós não conseguiríamos fazer na escala que a gente está pretendendo, a implementação do Cadastro Ambiental Rural, que é uma ferramenta superimportante para acompanhamento em relação às áreas do desmatamento, mas também para apoiar o produtor rural, para que ele possa obter crédito rural, produzir melhor, produzir com mais qualidade”, explicou Eduardo Taveira, secretário de Meio Ambiente do Amazonas. O governo quer mudar as regras do Fundo Amazônia. Os investidores não concordam. As negociações prosseguem. Se não houver acordo, esses e outros projetos podem deixar de existir. “Interromper, neste momento, o financiamento é colocar em cheque os beneficiários dessa rede, que hoje junta organizações de diferentes setores: empresas, comunidades, mas todos juntos buscando construir uma economia mais inclusiva que possa manter a floresta de pé”, avaliou Patrícia Cota Gomes, coordenadora do Origens Brasil. A produção do Jornal Nacional entrou em contato com o Ministério do Meio Ambiente, mas ninguém respondeu sobre o andamento das negociações do Fundo Amazônia.
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