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Grupo no Whatsapp ?altura ou surta??

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Link de Grupo no WhatsApp postado em 17/02/2019;
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Grupo criado para fazer amizades entretenimento . REGRAS menores de 18 anos proibido .ao entrar no grupo sea presentar com nome e idade . Proibido links de outros grupo. Proibido cualquer discussão se não obedecer bam.

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?Love Sect?

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$= =====LOve is Life====$

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Descontrair e dar Muitas Risadas,? Conversar Fiado mesmo!?? *Proibido* (Pornografia?) (? Menores de 18 Anos) Entre e fique A Vontade!

Contato de cú é rola

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Grupo pra fazer novas amizades ou ter uns contatinhos a mais ? O GRUPO É NOVO, ENTÃO QUANDO VER QUE NÃO TEM MUITA GENTE, NÃO SAIAM, POIS IREI COLOCAR MAIS PESSOAS.

Pode tudo sem frescura

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Grupo de putaria livre

?Love Sect?

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Uma boa zoeiraaa, mas com moderação... ?⚠️??

Uma namorada Para mim

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Fonte: Logo do G1
Orban adota lei que cerceia liberdade de ensino na Hungria
O partido do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, aprovou na sexta-feira (12) uma lei que limita a liberdade dos pais na escolha da educação de seus filhos. Com maioria no Parlamento, a direita nacionalista também votou, há duas semanas, um texto para desmantelar a Academia de Ciências e cercear a independência nas pesquisas. Esse é mais um golpe duro para a liberdade na educação, uma das primeiras conquistas após a queda do comunismo na Hungria. Foi a partir desse momento que os pais puderam escolher a melhor escola ou método de ensino para seus filhos, assim como se eles deviam estudar em casa ou com outros alunos. Nos últimos anos, centenas de famílias optaram pela educação domiciliar. A decisão em geral veio acompanhada do medo da influência ideológica conservadora do partido no poder. É por essa razão que Orban decidiu limitar esse poder de escolha dos cidadãos. De acordo com o novo texto aprovado, o Estado decidirá quem pode estudar de casa ou não. Militantes da oposição e cerca de quarenta associações denunciaram a legislação, adotada sem nenhuma consulta dos professores ou das famílias.  Mas, como a nova legislação foi aprovada durante as férias de verão na Europa, houve baixa participação nas manifestações contra o projeto. Na sexta-feira, apenas algumas dezenas de pessoas protestaram em frente ao Parlamento. Ataques à liberdade na produção acadêmica Essa não é a primeira vez que Orban é criticado por atacar a educação. Em dezembro de 2018, a Universidade da Europa Central (CEU), fundada pelo mecenas húngaro-americano George Soros, anunciou que iria transferir suas atividades de Budapeste, na Hungria, para Viena, capital da Áustria. A decisão foi tomada após um ano e meio de disputa com o governo de extrema direita de Viktor Orban. O futuro da universidade foi causa de diversos debates entre Budapeste e a União Europeia, preocupada com a ausência de liberdades na produção acadêmica no país de Orban, acusado de colocar em risco o Estado de direito. “A expulsão de uma universidade reputada constitui uma violação grave da liberdade acadêmica”, disse a CEU em um comunicado. O documento também julga “sem precedentes” o fato de que uma instituição americana seja forçada a partir de um país aliado da Otan. A disputa entre a CEU e o governo húngaro foi tema de forte mobilização no meio acadêmico internacional. Fundada após a queda do comunismo para promover a democracia liberal, a universidade internacional se tornou uma das melhores instituições europeis em ciências sociais, sendo palco de importantes debates. George Soros, filantropo americano de 88 anos, é alvo de acusações por todo o planeta. Os dirigentes autoritários denunciam um complô contra seus governos por meio das ONGs que o milionário financia. Esse é o caso da Hungria: em agosto, a fundação Open Society, de Soros, transferiu suas atividades de Budapeste a Berlin, alegando uma política repressiva das autoridades húngaras.  
Procuradoria recomenda que governo revogue orientação sobre educação domiciliar
Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos pediu aos conselheiros tutelares que não enquadrassem adeptos deste tipo de ensino em casos de abandono intelectual. Procuradoria diz que orientação vai contra legislação vigente. A Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão recomendou que a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, revogue imediatamente uma orientação sobre educação domiciliar enviada aos Conselhos Tutelares do país. O cumprimento deve ser imediato. O G1 entrou em contato com o ministério e aguarda posicionamento. Projeto de lei que pretende regulamentar a educação domiciliar no Brasil prevê provas anuais e cadastro no MEC No documento, o ministério pedia aos conselheiros que não enquadrassem crianças e adolescentes adeptos da educação domiciliar como em situação de abandono intelectual e que eles fossem excluídos da lista de evasão escolar. A educação domiciliar é uma modalidade de ensino em que pais ou tutores assumem o processo de aprendizagem das crianças fora do ambiente escolar, ensinando a elas os conteúdos ou contratando professores particulares para isso. No entanto, não há regras para a prática. A procuradoria entende que o ofício de Damares vai contra a legislação vigente: a Constituição garante o direito à educação; o Estatuto da Criança e do Adolescente define a obrigação de pais ou responsáveis de matricular o menor na rede de ensino; e a Lei de Diretrizes e Bases estabelece que a educação é escolar. Para legalizar a educação domiciliar, seria necessário aprovar um projeto de lei sobre o tema. Em setembro de 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) chegou ao entendimento que, com a atual legislação, os pais não podem tirar filhos da escola para ensiná-los em casa. A maioria dos ministros admitiu que a prática poderá se tornar válida se for aprovada uma lei que permita avaliar não só o aprendizado, mas também a socialização do estudante educado em casa. Em abril deste ano, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos apresentou um projeto de lei para regulamentar o método. O projeto ainda precisa tramitar pelo Congresso para entrar em vigor. Ele prevê provas anuais e cadastro no Ministério da Educação (MEC). É neste contexto que a recomendação da procuradoria ocorre. A instituição considera que a ordem do ministério aos conselheiros "contraria frontalmente" a decisão do STF e que "atribui efeitos jurídicos a projeto de lei ainda não aprovado". REVEJA - JORNAL HOJE - Damares Alves diz que educação domiciliar permite pais gerenciarem o conteúdo Projeto de Lei O projeto de lei com as regras que pretendem regulamentar a educação domiciliar no Brasil prevê provas anuais de certificação de aprendizagem e cadastro dos estudantes no Ministério da Educação (MEC). O texto foi apresentado em abril e ainda precisa tramitar no Congresso para entrar em vigor. O objetivo, de acordo com o projeto, é assegurar "a isonomia de direitos entre os estudantes em educação escolar e os estudantes em educação domiciliar". Isso porque, segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned), as famílias e estudantes relatavam preconceito por serem adeptos desta modalidade. Confira os principais pontos: Garante aos pais a liberdade de optar entre a educação escolar ou domiciliar Exige o cadastro obrigatório dos estudantes em uma plataforma do Ministério da Educação O MEC fará análise e aprovação do cadastro Para se cadastrar no MEC, os pais precisam apresentar certidão com antecedentes criminais e a carteira de vacinação atualizada Os estudantes precisarão fazer provas anuais de avaliação da aprendizagem. Se as crianças forem reprovadas por dois anos seguidos, ou três anos não consecutivos, os pais perderão o direito de educar os filhos nesta modalidade É preciso apresentar um plano pedagógico individual proposto por pais ou responsáveis legais Os pais ou os responsáveis legais deverão manter registro periódico das atividades pedagógicas do estudante As críticas mais comuns ao método são sobre a possibilidade de a criança ter uma socialização mais restrita e não ter acesso a outras formas de ver o mundo. Outras dizem respeito à proteção dos menores, já que a escola geralmente identifica violências praticadas dentro de casa contra as crianças.
Pré-selecionados do Fies do segundo semestre de 2019 devem concluir inscrição até esta sexta
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão oferecidos 150 mil contratos. Entre eles, 50 mil terão juro zero. Os estudantes pré-selecionados para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2019 devem concluir a inscrição no site do programa (http://fies.mec.gov.br/) até esta sexta (12). A chamada da lista de espera será aberta entre 15 de julho e 23 de agosto. O Fies é um programa de financiamento do governo federal para estudantes cursarem o ensino superior em universidades particulares. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão oferecidos 150 mil contratos. Entre eles, 50 mil terão juro zero. O Fies é aberto para quem fez o Enem a partir de 2010, teve nota igual ou maior que 450 nas cinco provas, não zerou na redação e tem renda familiar mensal per capita de até 3 salários mínimos, para o financiamento do Fies; e entre três e cinco salários mínimos, para o P-Fies. Nº de calouros com contrato do Fies cai pelo terceiro ano consecutivo e chega a 5,7% do total, diz estudo 7 perguntas para não cair em uma cilada no Fies
Decreto permite que ministro da Educação nomeie diretores de escolas técnicas federais
Em maio, um outro decreto deu poderes à Secretaria de Governo de avalizar as indicações de reitores em universidades. Um decreto do presidente Jair Bolsonaro publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (11) permite que o ministro da Educação nomeie diretores-gerais dos Centros Federais de Educação Tecnológica, de Escolas Técnicas Federais e de Escolas Agrotécnicas Federais caso o cargo fique vago. O decreto estipula que a permissão é para designação temporária no hipótese de haver vacância do cargo. De acordo com o documento, o diretor-geral "pro tempore" será escolhido entre os docentes que integram o Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal que tenham, no mínimo, cinco anos de experiência no ensino federal. Em maio, um outro decreto deu poderes à Secretaria de Governo o poder de avalizar as indicações e nomeações do Executivo, o que inclui "dirigente máximo de instituição federal de ensino superior".
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