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PUSHER'S BRAWL STARS

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Link de Grupo no WhatsApp postado em 26/02/2019;
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Zueira no Free Fire

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Grupo free fire aceitamos zueira nao muito pesadas divulgação de grupo somente uma vez por dia e nao aceitamos corrente se enviar mas de uma vez link do youtube ou corrente vai tomar ban grupo 100% sobre ff

Últimas nóticias

Fonte: Logo do G1
Abrigo Nacer, em Manaus, corre risco de fechar as portas por falta de recursos
Instituição enfrenta dificuldades financeiras. O abrigo Nacer, instituição que cuida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social em Manaus, precisa levantar recursos. Por conta de dificuldades financeiras, a instituição corre o risco de fechar as portas. A instituição fica localizada no bairro Parque Dez, zona Centro-Sul da capital. No fim de semana, um café da manhã foi oferecido em busca de angariar recursos para pagar as despesas. No dia 7 de maio, o abrigo Nacer completou quatro anos. Por lá, já passaram 84 crianças em vulnerabilidade social, de zero a 18 anos. Para manter a instituição, são necessários mais de R$ 60 mil por mês, que incluem despesas de manutenção e o pagamento de 28 funcionários. Mas, a maior parte do trabalho é feita por colaboradores voluntários. São 70. Segundo Cleslley Rodrigues, diretor do abrigo, um dos motivos para a falta de recursos é demora na renovação de convênios com órgãos públicos. Neste momento, eles necessitam da quantia de 20 mil reais para honrar as despesas.
MPF obtém na Justiça bloqueio de R$ 6,8 milhões em bens de prefeito e ex-prefeito de Parintins, no AM
Justiça Federal atendeu pedido do MPF no Amazonas em caráter liminar, em cima de ação de improbidade administrativa. Atendendo a pedido do Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas, a Justiça Federal determinou, em caráter liminar, o bloqueio de mais de R$ 6,8 milhões em bens de Frank Luiz da Cunha Garcia, atual prefeito de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus) e de Carlos Alexandre Ferreira da Silva, ex-prefeito do município. A ação de improbidade administrativa foi ajuizada por aplicação indevida, bem como ausência de aplicação de verbas federais destinadas à modernização e ampliação do sistema de abastecimento de água no município. Em contato com o G1, o prefeito Frank Bi Garcia afirmou que não entende o porquê da denúncia em seu nome ou a decisão, uma vez que suas contas, enquanto gestor, foram prestadas junto à Caixa Econômica. A reportagem não conseguiu localizar o ex-prefeito, também citado na decisão. De acordo com o MPF, o município de Parintins firmou contrato de repasse com o Ministério das Cidades em 2007, por meio da Caixa Econômica Federal, e recebeu R$ 8.899.600,00, de forma parcelada. Em virtude de indícios de baixa execução das obras, a Caixa Econômica Federal instaurou, em 2014, Tomada de Contas Especial (TCE) para apurar eventual desvio ou má gestão dos recursos. "Tudo que fiz foi prestado conta e atestado pela Caixa Econômica. É um erro do Ministério Público me citar dentro dessa denúncia, mas eu não tenho porque ter receio. O meu nome está ali porque fui eu que assinei o contrato e o projeto das obras. Quando saí, em 2012, a gestão que assumiu não deu sequência nos trabalhos. A minha parte eu cumpri e vou fazer minha defesa, porque não vejo motivos para ser condenado", afirmou Bi Garcia. Enquanto signatário do contrato e gestor que iniciou a obra, Bi Garcia recebeu, entre os anos de 2009 e 2011, repasses que totalizaram R$ 4.480.381,88. Na gestão de Carlos Alexandre (2013 a 2016), as obras não obtiveram nenhum avanço mesmo o município possuindo recursos suficientes para dar continuidade à execução do restante das obras. Após vistoria in loco realizada mais de quatro anos após o início da vigência do contrato, constatou-se que a obra encontrava-se apenas 54,7% executada. Na ação, o MPF aponta que as condutas praticadas, em tese, pelos gestores do executivo municipal teriam provocado dano ao erário e violado princípios da administração pública, conforme disposto na Lei de Improbidade (Lei n. 8.429/1992). Na decisão, a Justiça reconheceu que há fortes indícios das irregularidades atribuídas aos requeridos e, diante disso, determinou o bloqueio de R$ 6.893.856,80 em bens de Carlos Alexandre e Frank Garcia, valor atualizado do dano que foi causado ao erário pela não execução do contrato de repasse.
Esposa de narcotraficante João Branco dá entrada no sistema prisional do Amazonas, diz Seap
Mulher é suspeita de atuar em facção criminosa no Amazonas. Ela foi presa em São Paulo. A esposa de narcotraficante João Branco deu entrada no sistema prisional do Amazonas na noite deste sábado (13), em Manaus. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). A mulher veio de São Paulo, onde foi presa, no fim da tarde deste sábado (13). Em entrevista concedida ao G1 em junho deste ano, o titular da Secretaria Executiva Adjunta de Inteligência (Seai), Sandro Sarkis, disse que ela será investigada como uma das envolvidas no massacre que resultou na morte de 55 presos em quatro unidades do Estado. “Ela está sendo investigada. Há possibilidade dela ter contribuído de alguma forma com o massacre. Estamos checando se foi [a mando do João Branco]. Há possibilidade e as investigações continuam. Muitos estão fora do Estado e isso dificulta um pouco as investigações”, disse. A Seap não informou para qual unidade prisional a mulher foi encaminhada. O massacre As primeiras 15 mortes ocorreram no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) no dia 26 de maio. Já as outras 40 ocorreram no dia seguinte, no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM 1) e Compaj. Ela é suspeita de participação na matança e ser "braço direito" de João Branco fora do presídio.
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