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Fonte: Logo do G1
Orban adota lei que cerceia liberdade de ensino na Hungria
O partido do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, aprovou na sexta-feira (12) uma lei que limita a liberdade dos pais na escolha da educação de seus filhos. Com maioria no Parlamento, a direita nacionalista também votou, há duas semanas, um texto para desmantelar a Academia de Ciências e cercear a independência nas pesquisas. Esse é mais um golpe duro para a liberdade na educação, uma das primeiras conquistas após a queda do comunismo na Hungria. Foi a partir desse momento que os pais puderam escolher a melhor escola ou método de ensino para seus filhos, assim como se eles deviam estudar em casa ou com outros alunos. Nos últimos anos, centenas de famílias optaram pela educação domiciliar. A decisão em geral veio acompanhada do medo da influência ideológica conservadora do partido no poder. É por essa razão que Orban decidiu limitar esse poder de escolha dos cidadãos. De acordo com o novo texto aprovado, o Estado decidirá quem pode estudar de casa ou não. Militantes da oposição e cerca de quarenta associações denunciaram a legislação, adotada sem nenhuma consulta dos professores ou das famílias.  Mas, como a nova legislação foi aprovada durante as férias de verão na Europa, houve baixa participação nas manifestações contra o projeto. Na sexta-feira, apenas algumas dezenas de pessoas protestaram em frente ao Parlamento. Ataques à liberdade na produção acadêmica Essa não é a primeira vez que Orban é criticado por atacar a educação. Em dezembro de 2018, a Universidade da Europa Central (CEU), fundada pelo mecenas húngaro-americano George Soros, anunciou que iria transferir suas atividades de Budapeste, na Hungria, para Viena, capital da Áustria. A decisão foi tomada após um ano e meio de disputa com o governo de extrema direita de Viktor Orban. O futuro da universidade foi causa de diversos debates entre Budapeste e a União Europeia, preocupada com a ausência de liberdades na produção acadêmica no país de Orban, acusado de colocar em risco o Estado de direito. “A expulsão de uma universidade reputada constitui uma violação grave da liberdade acadêmica”, disse a CEU em um comunicado. O documento também julga “sem precedentes” o fato de que uma instituição americana seja forçada a partir de um país aliado da Otan. A disputa entre a CEU e o governo húngaro foi tema de forte mobilização no meio acadêmico internacional. Fundada após a queda do comunismo para promover a democracia liberal, a universidade internacional se tornou uma das melhores instituições europeis em ciências sociais, sendo palco de importantes debates. George Soros, filantropo americano de 88 anos, é alvo de acusações por todo o planeta. Os dirigentes autoritários denunciam um complô contra seus governos por meio das ONGs que o milionário financia. Esse é o caso da Hungria: em agosto, a fundação Open Society, de Soros, transferiu suas atividades de Budapeste a Berlin, alegando uma política repressiva das autoridades húngaras.  
Procuradoria recomenda que governo revogue orientação sobre educação domiciliar
Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos pediu aos conselheiros tutelares que não enquadrassem adeptos deste tipo de ensino em casos de abandono intelectual. Procuradoria diz que orientação vai contra legislação vigente. A Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão recomendou que a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, revogue imediatamente uma orientação sobre educação domiciliar enviada aos Conselhos Tutelares do país. O cumprimento deve ser imediato. O G1 entrou em contato com o ministério e aguarda posicionamento. Projeto de lei que pretende regulamentar a educação domiciliar no Brasil prevê provas anuais e cadastro no MEC No documento, o ministério pedia aos conselheiros que não enquadrassem crianças e adolescentes adeptos da educação domiciliar como em situação de abandono intelectual e que eles fossem excluídos da lista de evasão escolar. A educação domiciliar é uma modalidade de ensino em que pais ou tutores assumem o processo de aprendizagem das crianças fora do ambiente escolar, ensinando a elas os conteúdos ou contratando professores particulares para isso. No entanto, não há regras para a prática. A procuradoria entende que o ofício de Damares vai contra a legislação vigente: a Constituição garante o direito à educação; o Estatuto da Criança e do Adolescente define a obrigação de pais ou responsáveis de matricular o menor na rede de ensino; e a Lei de Diretrizes e Bases estabelece que a educação é escolar. Para legalizar a educação domiciliar, seria necessário aprovar um projeto de lei sobre o tema. Em setembro de 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) chegou ao entendimento que, com a atual legislação, os pais não podem tirar filhos da escola para ensiná-los em casa. A maioria dos ministros admitiu que a prática poderá se tornar válida se for aprovada uma lei que permita avaliar não só o aprendizado, mas também a socialização do estudante educado em casa. Em abril deste ano, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos apresentou um projeto de lei para regulamentar o método. O projeto ainda precisa tramitar pelo Congresso para entrar em vigor. Ele prevê provas anuais e cadastro no Ministério da Educação (MEC). É neste contexto que a recomendação da procuradoria ocorre. A instituição considera que a ordem do ministério aos conselheiros "contraria frontalmente" a decisão do STF e que "atribui efeitos jurídicos a projeto de lei ainda não aprovado". REVEJA - JORNAL HOJE - Damares Alves diz que educação domiciliar permite pais gerenciarem o conteúdo Projeto de Lei O projeto de lei com as regras que pretendem regulamentar a educação domiciliar no Brasil prevê provas anuais de certificação de aprendizagem e cadastro dos estudantes no Ministério da Educação (MEC). O texto foi apresentado em abril e ainda precisa tramitar no Congresso para entrar em vigor. O objetivo, de acordo com o projeto, é assegurar "a isonomia de direitos entre os estudantes em educação escolar e os estudantes em educação domiciliar". Isso porque, segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned), as famílias e estudantes relatavam preconceito por serem adeptos desta modalidade. Confira os principais pontos: Garante aos pais a liberdade de optar entre a educação escolar ou domiciliar Exige o cadastro obrigatório dos estudantes em uma plataforma do Ministério da Educação O MEC fará análise e aprovação do cadastro Para se cadastrar no MEC, os pais precisam apresentar certidão com antecedentes criminais e a carteira de vacinação atualizada Os estudantes precisarão fazer provas anuais de avaliação da aprendizagem. Se as crianças forem reprovadas por dois anos seguidos, ou três anos não consecutivos, os pais perderão o direito de educar os filhos nesta modalidade É preciso apresentar um plano pedagógico individual proposto por pais ou responsáveis legais Os pais ou os responsáveis legais deverão manter registro periódico das atividades pedagógicas do estudante As críticas mais comuns ao método são sobre a possibilidade de a criança ter uma socialização mais restrita e não ter acesso a outras formas de ver o mundo. Outras dizem respeito à proteção dos menores, já que a escola geralmente identifica violências praticadas dentro de casa contra as crianças.
Pré-selecionados do Fies do segundo semestre de 2019 devem concluir inscrição até esta sexta
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão oferecidos 150 mil contratos. Entre eles, 50 mil terão juro zero. Os estudantes pré-selecionados para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2019 devem concluir a inscrição no site do programa (http://fies.mec.gov.br/) até esta sexta (12). A chamada da lista de espera será aberta entre 15 de julho e 23 de agosto. O Fies é um programa de financiamento do governo federal para estudantes cursarem o ensino superior em universidades particulares. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão oferecidos 150 mil contratos. Entre eles, 50 mil terão juro zero. O Fies é aberto para quem fez o Enem a partir de 2010, teve nota igual ou maior que 450 nas cinco provas, não zerou na redação e tem renda familiar mensal per capita de até 3 salários mínimos, para o financiamento do Fies; e entre três e cinco salários mínimos, para o P-Fies. Nº de calouros com contrato do Fies cai pelo terceiro ano consecutivo e chega a 5,7% do total, diz estudo 7 perguntas para não cair em uma cilada no Fies
Decreto permite que ministro da Educação nomeie diretores de escolas técnicas federais
Em maio, um outro decreto deu poderes à Secretaria de Governo de avalizar as indicações de reitores em universidades. Um decreto do presidente Jair Bolsonaro publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (11) permite que o ministro da Educação nomeie diretores-gerais dos Centros Federais de Educação Tecnológica, de Escolas Técnicas Federais e de Escolas Agrotécnicas Federais caso o cargo fique vago. O decreto estipula que a permissão é para designação temporária no hipótese de haver vacância do cargo. De acordo com o documento, o diretor-geral "pro tempore" será escolhido entre os docentes que integram o Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal que tenham, no mínimo, cinco anos de experiência no ensino federal. Em maio, um outro decreto deu poderes à Secretaria de Governo o poder de avalizar as indicações e nomeações do Executivo, o que inclui "dirigente máximo de instituição federal de ensino superior".
MEC suspende acordo de cooperação técnica sob suspeita de irregularidades
Organização dos Estados Interamericanos (OEI) se disse surpresa e afirmou estar aberta para esclarecer questionamentos. De acordo com o ministério, os contratos assinados desde 2008 somam R$ 178 milhões. O Ministério da Educação anunciou nesta quinta-feira (4), em Brasília, a suspensão de um acordo de cooperação técnica internacional suspeito de irregularidade. De acordo com o MEC, o governo brasileiro enviou R$ 178 milhões desde 2008 à instituição internacional parceira. O contrato foi feito com a Organização dos Estados Interamericanos (OEI), que se declarou surpresa com a decisão e disse estar aberta a prestar esclarecimentos. "O contrato é irregular, na nossa opinião, a ponto de acionar os órgãos competentes. Não estou acusando ninguém de roubo. Não estou acusando ninguém de dolo. Quem vai decidir são os órgãos competentes", disse o ministro Abraham Weintraub. Os termos do acordo serão avaliados pela corregedoria da pasta, pela Controladoria-Geral da União e pelo Tribunal de Contas da União. Questionado, o MEC não deixou claro quais suspeitas recaem sobre os documentos ou sobre gestores anteriores. Segundo a secretária-executiva-adjunta do MEC, Maria Fernanda Bittencourt, o acordo está suspenso desde 10 de junho. Ao analisar os papéis para renovar a parceria, o ministério notou que alguns passos da contratação não tinham seguido o rito previsto em um decreto de 2004. A suspensão implicou em desligar 89 consultores que prestavam serviço no ministério. O número inclui 50 profissionais da área de tecnologia da informação (TI) – o restante trabalhava “em todas as outras áreas do MEC”, segundo a pasta. Acordo com a OEI O acordo cancelado foi firmado em 2008 com a OEI e, naquele ano, R$ 4,4 milhões foram repassados à entidade. Em 2018, o acordo já previa R$ 37,4 milhões, com 89 consultores contratados para atuar no MEC. Em nota, a entidade disse que "tomou conhecimento, com surpresa, da recente decisão" e disse que não foi "convidada para ser ouvida, em nenhum momento". A OEI também afirma que está aberta para esclarecer os questionamentos (veja a íntegra da nota ao fim da reportagem). Problemas Segundo o consultor jurídico do MEC, Rodrigo Pirajá, a contratação de consultoria não é, por si só, irregular. O problema encontrado pelo ministério foi que o acordo de cooperação técnica, registrado como “voluntário”, vinha sendo bancado com contribuições “voluntárias” do Brasil à OEI. "Houve um aumento de uma prática um pouco informal, e não obediente à conformidade legal", disse. "O problema não é no mérito, é na formalização jurídica. De uma forma um pouco mais solta que o exigido pela legislação", afirmou. Além da relação direta entre as doações voluntárias do Brasil e a contratação de consultores, o MEC diz que houve problemas como a inexistência de um projeto básico (previsto em lei) e de assinaturas da área técnica do ministério e da Agência Brasileira de Cooperação. Decisão unilateral O consultor jurídico do MEC afirma que a decisão de suspender o acordo e dispensar os consultores foi unilateral. Até a tarde desta quinta-feira (4), o ministério não havia pedido explicações à OEI sobre as falhas apontadas nos documentos. Uma reunião deve ser marcada nos próximos dias e, segundo Pirajá, o contrato pode até ser retomado com as devidas correções. Íntegra da nota Parceria entre a OEI e o MEC A Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), é um organismo intergovernamental de cooperação internacional com 70 anos de trajetória, presença e atividade nos 23 países membros da Organização. A OEI tomou conhecimento, com surpresa, da recente decisão do Ministério da Educação do Brasil de decretar nulidade do um acordo firmado em fevereiro de 2018. Uma decisão unilateral da atual gestão do MEC, uma vez que a OEI não foi convidada para ser ouvida, em nenhum momento, no decurso do processo, nem ao menos foi solicitado qualquer aporte de informação complementar ou para esclarecimento. A Organização ressalta seu total compromisso com a transparência e garante a regularidade de todos seus contratos. A OEI desconhece qualquer irregularidade ou falta de lisura, tanto que se colocou à disposição da atual gestão do MEC para oferecer esclarecimentos e sanar eventuais dúvidas. Insistimos que em 2019, a Organização dos Estados Ibero-americanos completa 70 anos de trabalho em benefício da população Ibero-americana e de seus 23 Estados-Membros, sempre marcado pelo compromisso inconteste com a melhoria da qualidade da educação e do desenvolvimento científico e cultural da região. E é por isso que a Organização detém tanta presença e atividade na região, graças à confiança que é oferecida pelos países que a integram. Atuando no Brasil desde 2001, a OEI guarda larga e profunda experiência de atuação junto ao Estado brasileiro, em parceria com os órgãos da administração pública direta e indireta, incluindo o Ministério da Educação. A OEI, assim como outros organismos internacionais, contribui para o desenvolvimento de projetos relacionados às suas atribuições, contando para isso com o apoio técnico e financeiro dos países no desenvolvimento de estratégias para promover a construção de uma agenda regional ibero-americana. São exemplos de ações no campo da educação o Programa de Bilinguismo com foco no fortalecimento da língua portuguesa, incluindo a atuação junto a escolas de fronteira, o Programa Primeira Infância e Educação, o Programa Ibero-americano de Educação em Direitos Humanos, Democracia e Cidadania, do Programa de Mobilidade – aprovados na Cimeira Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo, entre tantas outras ações desenvolvidas a partir do apoio dos estados membros da OEI, sem o qual esses programas tornam-se inviáveis. De mais a mais, não se pode deixar de esclarecer que cooperações similares vêm sendo celebradas, há muitos anos, inclusive neste ano de 2019, por diversos outros órgãos do Governo brasileiro e com diferentes organizações internacionais, inclusive com aquelas das quais a República Federativa do Brasil não é Estado-membro ou com as quais não celebrou acordos-quadro de cooperação. Enquanto um organismo internacional intergovernamental, do qual o Brasil é membro integrante, a OEI entende a importância da cooperação interacional para o desenvolvimento e aprimoramento das políticas educacionais brasileiras, motivo pelo qual mantém total interesse na continuidade da parceria com o Ministério da Educação, razão pela qual aguarda mais informações sobre o processo para que possa se posicionar adequadamente a respeito do tema, prestando os esclarecimentos que se façam necessários. Ainda assim, indicamos que a OEI é auditada anualmente por auditoria externa independente, por auditoria interna e pela União Europeia. Por sermos pautados pela transparência, já oferecemos ao Ministério da Educação todas as informações e até o presente momento não recebemos nenhuma resposta. Indicamos, da mesma forma que tentamos realizar reunião com o Ministro da Educação há meses. Esperamos poder esclarecer quaisquer dúvidas ou questionamentos e, para tanto, seguimos à disposição.
Caixa abre prazo para aditamento de contratos do Fies
Renovação vale para contratos feitos a partir de janeiro de 2018. Prazo vai até 31 de agosto. A Caixa Econômica Federal abriu prazo para aditamento dos contratos do Novo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os estudantes interessados têm até 31 de agosto para fazerem a renovação. O aditamento vale para contratos assinados a partir de janeiro de 2018. Para isso, o estudante interessado deve acessar a página www.sifesweb.caixa.gov.br para realizar os procedimentos. Caso seja preciso alterar algum ponto no contrato, como o fiador, a mudança deverá ser feita presencialmente em uma agência da Caixa. Segundo o banco, uma das condições para o aditamento é estar com os pagamentos em dia. A expectativa é que 128 mil estudantes façam o procedimento. Suspensão ou encerramento de semestre A Caixa também abriu prazo para estudantes interessados em suspender ou encerrar o contrato referente ao semestre. Na próxima segunda-feira (8), a Caixa vai abrir o prazo para transferência de instituição. 7 perguntas para não cair em uma cilada no Fies
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