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Fonte: Logo do G1
Chefe de gabinete do ICMBio pede exoneração do cargo
Clarisse Elizabeth Fonseca Cruz será substituída por Mariana Bulat. Troca de postos foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira. A chefe de gabinete do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Clarisse Elizabeth Fonseca Cruz, pediu exoneração do cargo. A saída foi publicada nesta sexta-feira (19) no Diário Oficial da União. A admissão de Clarisse ao Ministério do Meio Ambiente, também de acordo com edição do diário oficial, ocorreu em 2015. Ela será substituída por Mariana Bulat, técnica-adminstrativa do instituto há quase cinco anos. O ICMBio é responsável por 335 unidades de conservação federais, distribuídas em todos os biomas do país (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal e Marinho). O G1 entrou em contato com Clarisse por e-mail para conhecer o motivo da saída na manhã desta sexta-feira, mas ainda não recebeu resposta. Diminuição de coordenadorias No início de junho, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que estuda mudança na estrutura das coordenadorias regionais do ICMBio. De acordo com o ministro, há coordenadorias responsáveis por unidades de conservação em estados diferentes, regiões diferentes e até biomas diferentes. Por isso, ele pensa em fazer uma coordenadoria para cada região do Brasil. Mas disse que isso não significará redução da fiscalização. Ricardo Salles afirmou que as equipes continuarão em campo, visitando as unidades de conservação, e não nas coordenadorias. Segundo ele, as equipes não serão reduzidas. "Os escritórios são apenas para questões administrativas. Por isso, a proposta é fazer um por região. Mas ainda estou esperando pareceres do ICMBio e a opinião dos dirigentes", afirmou o ministro.
Embaixador da Alemanha diz que há 'limites' no Fundo Amazônia e que será 'difícil' usá-lo para indenizar donos de terras
Fundo recebe recursos para incentivar ações de preservação e conservação da floresta. Alemanha e Noruega são responsáveis por 99% das doações. Embaixador da Alemanha fala sobre investimentos e preservação da Amazônia O embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, afirmou nesta quinta-feira (18) que o uso de recursos do Fundo Amazônia tem "limites" e que usar a verba para indenizar donos de terras será "difícil". A declaração foi dada em uma entrevista ao programa Bom Dia Pará, da TV Liberal, afiliada da Rede Globo. Criado em 2008, o fundo é administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A maior parte das doações vem da Noruega e da Alemanha. Ao todo, o fundo tem R$ 3,4 bilhões em doações destinadas à conservação da floresta e à redução do desmatamento. Desde maio o governo federal tenta negociar alterações no fundo, como as que permitam, por exemplo, usar recursos para indenizar proprietários rurais em unidades de conservação. Outra mudança é a extinção do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa), por meio de um decreto publicado em abril. Noruega e Alemanha se posicionam contra a proposta de mudança do governo para o Fundo Amazônia No início do mês, após uma das reuniões para negociar as mudanças, o ministro do Meio Ambiente do Brasil, Ricardo Salles, e os embaixadores da Alemanha e da Noruega admitiram a hipótese de extinção do Fundo Amazônia. No dia seguinte, o governo norueguês divulgou um comunicado à imprensa em que se disse preocupado com os relatos de desmatamento no Brasil. Na entrevista concedida nesta quinta, Witschel explicou que o dinheiro é da Noruega e Alemanha, mas é o Brasil quem toma as decisões, dentro dos limites estabelecidos no acordo entre os três países. “Nem na Alemanha, nem a Noruega tem um assento na mesa do Comitê Orientador do Fundo Amazônia. Por um lado, é dinheiro de fora e decisões são pelos brasileiros. Por outro lado, temos um estatuto, temos um acordo entre os três países e esse acordo não permite o uso das verbas para indenização de donos de terra. Temos margem grande sobre os projetos, mas há limites. Então, estamos falando com o ministro Ricardo Salles sobre mudanças na governança do Fundo Amazônia. Podemos também discutir novas prioridades, porém há certos limites e a indenização de donos de terras, o uso das verbas em outros estados fora da Amazônia Legal, é uma coisa difícil”, afirmou o embaixador. O representante da Alemanha disse que falou com o governador do Amazonas e com o ministro Ricardo Salles sobre as possíveis mudanças no projeto. “Todos queremos continuar o trabalho do Fundo Amazônia. Queremos que as verbas sejam usadas na Amazônia Legal dentro dos limites do estatuto do Fundo Amazônia. Por outro lado, entendo bem que o governo federal eleito quer discutir mudanças, talvez melhoras, talvez novas prioridades dentro desses limites”, afirmou. Quase 60% dos recursos do Fundo Amazônia são destinados a instituições do governo Fundo bilionário para preservação da Amazônia corre risco? Entenda o impasse Falta de acordo sobre Fundo Amazônia pode extinguir projetos ambientais Parcerias Esta é a terceira visita de Witschel ao Pará. Na última quarta-feira (17) ele participou de um encontro em Belém com representantes da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Embrapa). Na ocasião, foram discutidos os investimentos e parcerias para preservação da Amazônia. “O que foi interessante para mim foi que ambos, Universidade e Embrapa, não somente querem continuar o trabalho do Fundo Amazônia, mas também vem com margem maior para projetos”, disse o embaixador. O embaixador afirmou que vai continuar apoiando os 10 projetos da região e que a Alemanha acredita que o Brasil possa ser um “museu verde”, com economia sustentável e sem desmatamento. “Acho que temos potencial maior de continuar esse trabalho e explorar caminhos inovadores afim de melhorar mais, como biojoias, turismo verde. Há tantas possibilidades de melhorar a arena sem desmatar”, ressaltou Georg Witschel. ‘Não há explicação para o que está acontecendo com o Fundo Amazônia’, diz Trigueiro
Governo troca analista ambiental por comerciante na chefia do Parque Nacional do Caparaó
Cristhophe Balmant foi substituído por Dalmes Dutra Júnior. Associação de servidores critica troca; ministro diz que gestores devem nomear pessoas em quem confiam. Governo faz mais uma troca de chefia em unidade de conservação O governo federal trocou a chefia do Parque Nacional do Caparaó, na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O parque é famoso por abrigar o Pico da Bandeira, o terceiro ponto mais alto do país, muito procurado para a prática de escaladas. Conforme a portaria publicada nesta segunda-feira (15), o presidente do Instituto Chico Mendes (ICMBio), Homero Cerqueira, exonerou Cristhophe Balmant, analista ambiental, e nomeou o comerciante Dalmes Dutra Cardoso Júnior como novo chefe do parque. Dalmes é conhecido na região como "Juninho do Artesanato", é filiado ao DEM e foi candidato a vice-prefeito em 2016, mas não foi eleito. A associação dos servidores do ICMBio criticou a indicação política e sem critério técnico. "A pessoa escolhida é um político da região, um ex-candidato a [vice] prefeito. Então, a gente não sabe se essa pessoa vai lá para atender aos objetivos da unidade de conservação ou para representar um grupo político local, que deve ter interesse no território ou alguma ação que essa unidade de conservação está fazendo lá no território", afirmou Rogério Egewarth, diretor da Ascema. Na semana passada, o ICMBio já tinha nomeado para o cargo de chefe do Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS) uma produtora rural de 25 anos, Maira Souza, neta de um dos maiores fazendeiros da região e que nunca trabalhou na área ambiental. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, defendeu as substituições dos ambientalistas por alguém de confiança do gestor. "Todos os lugares onde houver necessidade de troca de gestor para que o superior imediato tenha alguém da sua confiança e, portanto, que execute a política pública que foi determinada, vai ser trocado", afirmou. O governo não quer só mexer na administração dos parques nacionais, também pretende rever os limites e as regras de proteção de dezenas de unidades de conservação em todo o país. Ambientalistas alertam para o risco disso enfraquecer o controle dessas áreas. A mando do ministro Ricardo Salles, um grupo de trabalho analisa mudanças em mais de 60 áreas protegidas. Os pedidos são, segundo o ministro, de produtores rurais, governos estaduais e municipais e de comunidades que vivem dentro ou perto dessas áreas. "Os produtores, os proprietários, que considere, portanto, aqueles que vivem dentro e no entorno das unidades de conservação, que respeite essas pessoas e que respeite a realidade territorial que muitas vezes é presente nessas unidades antes mesmo da criação das unidades [...] coadunando esse trabalho com sustentabilidade, com a defesa do meio ambiente", declarou. Para Raul Valle, diretor de políticas públicas do WWF, a mudança de rumo nas unidades de conservação pode levar a perdas irreparáveis. "Começar a utilizar cargos de chefias de unidades de conservação para o 'toma lá, dá cá' político é muito grave, sobretudo num governo que foi eleito alegando que ia governar com meritocracia e acabar com esse tipo de prática", afirmou. "Mudar limites ou mudar a gestão é algo que obviamente fragiliza unidades e sinaliza para aqueles que querem nesse momento trabalhar contra as unidades, que eles têm campo aberto para avançar", acrescentou.
Ministro diz que vai a Fernando de Noronha vistoriar serviços prestados por concessionária
Ricardo Salles (Meio Ambiente) anunciou visita dias após o presidente Jair Bolsonaro criticar taxa cobrada para acessar praias do local. Viagem será na quinta-feira (18). Ricardo Salles (Meio Ambiente) disse que fará uma vistoria em Fernanda de Noronha O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, informou nesta terça-feira (16) que vai a Fernando de Noronha na quinta-feira (18) vistoriar os serviços prestados pela concessionária EcoNoronha, que administra as visitas no parque marinho da ilha. O anúncio da visita ocorreu dias depois de o presidente Jair Bolsonaro criticar as taxas cobradas dos turistas para visitar Fernando de Noronha. De acordo com o ministro, o governo tem recebido reclamações sobre os serviços prestados na ilha. “A cobrança não é feita pelo governo federal. A cobrança é feita pela concessionária em razão de estabelecimento de parâmetros desde a época da concessão. É isso que nós vamos verificar lá”, afirmou Salles no Palácio do Planalto. O ministro fará a vistoria acompanhado do presidente do Instituto Chico Mendes, Homero de Giorge Cerqueira, e representantes da EcoNoronha. Salles disse ainda que convidará o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). A cobrança da taxa federal é feita pela EcoNoronha desde 2012. Depois de ganhar a licitação, a empresa investiu R$ 15 milhões no Parque Marinho. Construiu, por exemplo, rampas de acesso às praias, além de três pontos de formação e controle, e passou a cobrar a entrada. Em 2018, a EcoNoronha arrecadou R$ 9,6 milhões. O Instituto Chico Mendes, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, que administra os parques nacionais, diz que 70% do valor do ingresso vão para melhorias no parque, como projetos de reforma e manutenção de trilhas. Atualmente, o turista paga duas taxas para entrar na ilha. O governo de Pernambuco cobra R$ 73 por dia de permanência. Já o governo federal cobra, por meio de uma concessionária, desde 2012, para entrar nas praias do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha – a taxa é de R$ 106 para brasileiros e de R$ 212 para estrangeiros. Questionado sobre a possibilidade de reduzir o preço da taxa, o ministro disse: “Vamos ver”. Bolsonaro quer acabar com a taxa federal cobrada de turistas em Fernando de Noronha
Bolsonaro quer extinguir taxa cobrada pelo governo federal para acesso a Fernando de Noronha
Taxa é de R$ 106 para brasileiros e de R$ 212 para estrangeiros. Depois de pagar esse valor, o turista tem acesso às principais praias e trilhas. Presidente Bolsonaro quer acabar com taxa de visitação de praias em Fernando de Noronha O presidente Jair Bolsonaro quer acabar com a taxa de visitação de praias na ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco. Ele classificou a taxa como um "roubo" praticado pelo governo federal. Nesta segunda-feira, Bolsonaro saiu do Palácio do Planalto e foi a pé ao Congresso para participar de uma cerimônia no plenário da Câmara. No fim de semana, em uma rede social, Bolsonaro criticou a taxa cobrada para visitar as praias na ilha de Fernando de Noronha, em Pernambuco. Disse que o valor explica porque, segundo ele, quase inexiste turismo no Brasil. Ele afirmou ainda a taxa é "um roubo" praticado pelo governo federal e que vai rever. Atualmente, o turista paga duas taxas para entrar na ilha. O governo de Pernambuco cobra R$ 73 por dia de permanência. Bolsonaro se referiu a outra taxa, cobrada pelo governo federal para entrar nas praias do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, que começou a ser exigida em 2012. A taxa é de R$ 106 para brasileiros e de R$ 212 para estrangeiros. A cobrança é feita pela empresa Econoronha, que venceu uma licitação. A taxa é paga por pessoa e vale por dez dias. Depois que paga esse valor, o turista tem acesso às principais praias e trilhas. O Instituto Chico Mendes (ICMBio), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, que administra os parques nacionais, diz que 70% do valor do ingresso é para melhorias no parque, como projetos de reforma e manutenção de trilhas. Nesta segunda-feira, numa entrevista coletiva no Recife, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) falou sobre a declaração do presidente Jair Bolsonaro. "Ele fez um comentário em cima de uma taxa federal. Ele administra isso aí. Se ele acha que está inadequada, cabe ao presidente da República tomar as providências", afirmou o governador. A Econoronha, a empresa que ganhou a licitação para administrar a cobrança, faz parte do grupo Cataratas. É a mesma concessionária que faz a gestão da visitação turística em outros parques, como o das cataratas em Foz do Iguaçu. A entrada no parque – para um dia – custa R$ 41 para brasileiros, R$ 55 para turistas do Mercosul e R$ 60 para turistas de outros países.
A cidade do Alasca onde 'dinheiro' cresce em árvore
Em Skagway, os brotos de abeto são moeda de troca e desempenham um papel importante na economia local. Morador da remota cidade de Skagway, no Alasca, há cerca de um ano, John Sasfai entra na cervejaria Skagway Brewing Co. e pede uma cerveja artesanal local à base de broto de abeto (árvore conífera da família dos pinheiros). No momento de pagar a conta, em vez de tirar a carteira do bolso, o guia da empresa Klondike Tours coloca em cima do balcão um saco da mesma matéria-prima usada na bebida. Ali, os botões que ele colheu das árvores próximas ao Parque Histórico Nacional de Klondike Gold Rush também servem como moeda. A cerca de 160 km ao norte de Juneau e a 1.287 km a sudeste de Anchorage, o vilarejo atraiu aventureiros durante a corrida do ouro no fim do século 19. Atualmente, entretanto, as "pepitas" são colhidas da floresta - e não extraídas ou garimpadas. Os brotos de abeto - os botões que crescem nas extremidades dos galhos da árvore - são mais comumente usados "como dinheiro" na Skagway Brewing Co., mas não é incomum vê-los transacionados para negociar comida, lenha ou café (que chegam de barco uma vez por semana). Às 7h da manhã de uma sexta-feira de abril, embarquei na balsa LeConte para uma travessia de sete horas pela chamada Passagem Interior (via marítima) de Juneau para Skagway. O barco estava cheio de trabalhadores sazonais, a postos para começar o turno da manhã nas empresas locais. A temporada de cruzeiros para o Alasca despontava no horizonte. Um grupo de jovens na faixa de 20 a 30 anos jogava pôquer na cafeteria da embarcação - inicialmente apostando pacotes de adoçante e creme para café. Na sequência, dinheiro de verdade. Mas se alguém precisasse de dinheiro extra, eu disse a eles, sempre haveria a opção de colher brotos de abeto e usar como moeda de troca. "Ah, já ouvi essa história", afirmou Kevin Courtain, de 26 anos, natural do Oregon, que estava voltando ao Alasca para sua terceira temporada como guia turístico. "Acho que não é tão diferente do que aconteceu aqui no passado. Você podia trocar ouro por qualquer coisa que precisasse." As transações com broto de abeto no Alasca começaram com a tribo Tlingit, que misturava os brotos ricos em vitamina C no chá, bem antes da chegada dos exploradores britânicos. Mas o capitão James Cook, que visitou o Alasca no fim da década de 1770, inventou uma cerveja saborosa de broto de abeto para ajudar a evitar o escorbuto entre seus marinheiros. Os brotos só são tenros o suficiente para serem colhidos ao longo de uma ou duas semanas todos os anos na primavera. E, embora sejam um ingrediente saudável para compotas, temperos e molhos, sua propriedade antimicrobiana também faz com que seja popular na fabricação de cremes para as mãos e pomadas contra picadas de insetos. Ao desembarcar naquela tarde em Skagway, fui até o Red Onion Saloon, um antigo bordel da época da corrida do ouro, que outrora oferecia "afeto negociável" aos garimpeiros por US$ 5 (uma semana de salário). Hoje em dia, é um "gastropub" famoso e, naquela tarde, seria palco do Garden City Market, mercado em que empreendedores locais vendem seus produtos. Logo conheci Annemarie Hasskamp, dona da Glacial Naturals, empresa que fabrica produtos artesanais como velas, sabonetes e óleos a partir da flora local. Em seu estande, ela me mostrou seu óleo de barba e especiarias à base de broto de abeto. Como não há economia agrícola comercial no Alasca, colher brotos de abeto é o mais próximo que as pessoas conseguem chegar de viver da terra em busca de lucro, me contou Hasskamp. Durante a alta temporada de verão, Skagway - que tem mil habitantes - recebe cerca de 10 mil passageiros de cruzeiros por dia, os quais chegam, em parte, para saborear os vários produtos à base de broto de abeto, como sorvete e cerveja. "Brotos de abeto são uma moeda para mim", diz Hasskamp. "Só o fato de eu poder sair e encontrar algo de graça, colher sustentavelmente algo de que gosto e transformar em um produto alimentício com valor agregado - só de fazer isso, aumenta o valor monetário que ele tem para mim". A colheita exige tempo e esforço, mas Hasskamp faz dinheiro catando um broto de cada vez das árvores. Ela atribui a popularidade do produto ao movimento orgânico, ao incentivo à comida local e ao apelo dos produtos silvestres em Skagway. E estocar brotos de abeto pode ser uma oportunidade lucrativa em momentos de necessidade, especialmente no inverno. "Algumas pessoas dizem: 'Oi, tenho um saco extra de broto de abeto no freezer, você quer?'", conta Hasskamp. "E você não pode deixar nada passar sem retribuir aqui." Perto de Hasskamp, Emily Grace Willis, dona do Maiden Alaska Herbals, estava vendendo creme para as mãos e mel de broto de abeto, que ela criou originalmente para aliviar a dor de garganta dos filhos. "Para mim, a interação entre as árvores e os seres humanos é um pouco espiritual", diz ela. "Mas, se você coleta algo da natureza, que não pertence a alguém, então é como se o dinheiro crescesse em árvores." Willis vende seus produtos em lojas locais como Jewell Gardens e You Say Tomato, mas ela não parece tão disposta quanto os outros a negociar suas cobiçadas sobras de broto de abeto. "De jeito nenhum, levei um tempão para colher!", dispara. Mindy Miller, cuja família é dona da Klothes Rush, uma loja de souvenir no centro da cidade, conta que a moda do broto de abeto pegou nos últimos anos. E no grupo de Facebook Skagway Swap, que funciona como o principal mercado virtual da cidade, onde os locais trocam e listam todos os tipos de mercadoria à venda, ela viu pessoas querendo trocar bens por brotos de abeto. "Às vezes eu brinco com meu marido que precisamos começar a procurar abeto na nossa propriedade, que mede um acre (cerca de 4 mil m²). Não tenho tempo livre, mas podemos fazer dinheiro aqui." Naquela noite, durante a apresentação de uma banda local de reggae no Red Onion Saloon, conversei com Orion Hanson, eleito vereador de Skagway. Na semana anterior, ele tinha trocado lenha com um pescador por 10 salmões frescos. Segundo ele, esse tipo de negociação e a economia do broto de abeto refletem a estrutura coesa da cultura local. "Skagway foi fundada por garimpeiros com uma vocação empreendedora, que permaneceram neste estreito vale por causa dessa motivação, além de um espírito livre", conta Hanson. "Esse laço comunitário prospera até hoje." Quando entrei na cervejaria e restaurante Skagway Brewing Co. no dia seguinte, o cervejeiro Trevor Clifford estava fazendo uma experimentação com uma nova cerveja de broto de abeto para apresentar em um festival de cervejas que aconteceria na cidade vizinha de Haines. Ex-cervejeiro amador, nativo de Minnesota, Clifford deixou um emprego estável na área de manutenção de equipamentos para se mudar para Skagway em 2007, quando foi contratado pelo proprietário da Skagway Brewing, Mike Healy. Naquela primavera, Clifford, Healy e sua equipe foram à floresta colher brotos de abeto e variedades híbridas para fazer sua primeira Spruce Tip Blonde Ale, que Clifford descreve como uma cerveja doce e cítrica com notas de blueberry e hortelã. A equipe precisou, no entanto, de ajuda com a colheita. Os brotos sempre foram uma commodity local, e a cervejaria começou a aceitá-los como forma de pagamento. Até 2016, a empresa usava a seguinte taxa de conversão: um libra (quase meio quilo) de broto equivalia a US$ 4 ou uma cerveja. Mas, após consultar as leis estaduais sobre bebidas alcoólicas, Healy constatou que a cervejaria não poderia legalmente oferecer cerveja como contrapartida, de modo que, em 2017, passou a usar o sistema "dinheiro por broto" e aumentou a taxa para US$ 5. A maioria das pessoas vai gastar de qualquer maneira esse dinheiro com a cerveja, explica Clifford, e o recém-ampliado estabelecimento vai ajudar a cervejaria a atender à alta demanda pela Spruce Tip Blonde Ale. Juntar brotos de abeto se tornou uma tradição na comunidade, que também é uma ajuda bem-vinda aos trabalhadores sazonais, diz Clifford. Eles chegam muitas vezes sem dinheiro a Skagway, após terem gasto a maior parte das economias na viagem. "Eles vão começar a receber o pagamento no momento em que os brotos de abeto estão despontando, mas esse dinheiro já foi alocado para pagar aluguel, comida e a fatura do cartão de crédito. Então, eles ficam animados de conseguir algum dinheiro das árvores", explica. Clifford afirma que o pagamento pela colheita dos brotos é o "dividendo da árvore de abeto", uma referência jocosa ao Fundo Permanente do Alasca, uma reserva de US$ 65 bilhões, financiada principalmente pela receita do petróleo, que paga cerca de US$ 2 mil a cada morador que vive no Alasca há pelo menos um ano e pretende permanecer no Estado no longo prazo. É um incentivo para manter as pessoas no Estado compartilhando a recompensa de seus recursos naturais. Em um nível mais local, os moradores de Skagway podem coletivamente lucrar com o que a natureza oferece por meio dos brotos de abeto. A cada estação, os funcionários da cervejaria catam cerca de 90 quilos de broto, enquanto a população coleta outros 90 quilos por conta própria. Qualquer pessoa pode participar da colheita, mas é importante observar que os brotos de abeto só podem ser coletados para uso pessoal no Parque Histórico Nacional de Klondike Gold Rush. Uma faixa de terra sem árvores separa a área que pertence ao Serviço Nacional de Parques do terreno do Município de Skagway, de onde as pessoas podem coletar brotos para fins comerciais, como vender para a cervejaria. Claro que eu quis participar da colheita. Dirigi cerca de 25 minutos em direção à Trilha Chilkoot do Parque Histórico Nacional de Klondike Gold Rush e atravessei para o terreno arborizado do Município de Skagway. Me senti como uma espécie de garimpeiro caminhando por entre as árvores com um desejo pungente de ficar rico. Dizem que os brotos de abeto são verdes fluorescente, como a Aurora Boreal, mas depois de duas horas procurando, não consegui encontrar nenhum. Finalmente, aceitei que talvez ainda fosse cedo demais para a colheita e voltei à cidade para afogar minhas mágoas em um copo de cerveja de broto de abeto. Paguei em dinheiro e dei um longo gole. Tinha notas de limão e laranja. Eu tinha uma balsa para pegar e, a caminho do terminal, encontrei Si Dennis, um tlingit de 71 anos, que trabalhou para o Serviço Nacional de Parques por mais de 35 anos. Ele me disse que costumava colher brotos de abeto na infância com os avós. "Skagway está muito diferente agora de como era naquela época", relembra. "Na minha infância, tudo o que eu comia vinha da floresta." Para os coletores de brotos de abeto, explica Dennis, a paciência é essencial. Às vezes, é necessário passar horas na floresta para conseguir uma boa quantidade. Quem participa da colheita também deve ser estratégico: não pode colher brotos que não estão maduros o suficiente, tampouco maduros demais e sem a concentração apropriada de açúcar. Dennis acrescenta que é importante reconhecer que o sistema de brotos de abeto, parte integrante da cultura nesta região, é também uma tradição importante para ser preservada e passada adiante. "Você tem que respeitar a natureza e o poder dos brotos de abeto", diz ele.
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