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Fonte: Logo do G1
Mito ou verdade? Teste seus conhecimentos sobre o cérebro
Há muitas teorias sobre esse órgão tão importante do nosso corpo - muitas não passam de boatos e crendices. Com a ajuda do neurologista Felipe Kalil, neurologista no Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul (PUCRS), o G1 lista seis afirmações sobre o cérebro. Faça o teste e descubra o que é mito ou verdade: Mito ou verdade? Teste seus conhecimentos sobre o cérebro
Ministério da Saúde suspende contratos de produção de medicamentos; veja lista
Em nota, o ministério informou que a medida é regular e recomendada pelos órgãos de controle. Segundo a pasta, a medida não afeta a população porque os medicamentos estão sendo comprados "por outros meios previstos na legislação." O Ministério da Saúde informou que suspendeu 19 contratos de produção de medicamentos, as chamadas Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs). Entre eles estão medicamentos como insulina, para diabetes; sevelâmer, para doença renal crônica; ou pramipexol, para doença de Parkinson (veja a lista abaixo). Segundo a pasta, a medida não afeta a população porque os medicamentos estão sendo comprados "por outros meios previstos na legislação". De acordo com o ministério, a PDP é "uma parceria que prevê transferência de tecnologia de um laboratório privado para um público, com o objetivo de fabricar um determinado produto em território nacional". O ministério coordena o processo para apoiar a produção nacional de produtos "considerados estratégicos para o SUS" e que têm distribuição gratuita. Atualmente, 87 parcerias estão vigentes, de acordo com o órgão. Desde 2015, 46 PDPs foram suspensas. Em nota, o ministério informou que a medida é regular e recomendada pelos órgãos de controle como Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria-Geral da União (CGU). "Toda e qualquer parceria que estiver em desacordo é suspensa para avaliação", diz o texto. O G1 entrou em contato com a Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil e aguarda posicionamento. As atuais suspensões ocorreram, segundo o ministério, por: Recomendação por órgãos de controle, como a CGU ou o TCU. Ao menos nove suspensões atendem a esse critério Decisão Judicial Desacordo com o cronograma Falta de avanços esperados Falta de investimentos na estrutura Solicitação de saída do parceiro privado Não enquadramento de um projeto como PDP Confira os medicamentos cujos contratos foram suspensos: Adalimumabe Alfataliglicerase Cabergolina Etanercepte Everolimo Gosserrelina Infliximabe Insulina (NPH e Regular) Leuprorrelina Pramipexol Rituximabe Sevelâmer Sofosbuvir Trastuzumabe Vacina Tetraviral
Índia cancela missão ao polo sul da Lua
'Um problema técnico foi detectado no sistema de lançamento do veículo no minuto T -56', afirmou a Agência Espacial Indiana (ISRO). Cinquenta e seis minutos e 24 segundos antes do horário previsto, a Índia cancelou nesta segunda-feira por um "problema técnico" o lançamento ao espaço de sua missão lunar. A Agência Espacial Indiana (ISRO) pretendia lançar nesta segunda-feira às 2h51 (18h21 de Brasília, domingo) a missão Chandrayaan-2 - carro lunar em hindi - a partir da base de Sriharikota, sudeste do país. A expedição deveria pousar no dia 6 de setembro um módulo de descida e um robô no polo sul da Lua, a 384.000 quilômetro da Terra. "Um problema técnico foi detectado no sistema de lançamento do veículo no minuto T -56", afirmou a ISRO no Twitter, sem especificar o tipo de incidente. "Como medida de precaução, o lançamento da Chandrayaa-n2 foi cancelado por hoje. A nova data de lançamento será anunciada em breve", completou a agência. Segundo um cientista citado pelo jornal The Times of India, o problema foi um vazamento no sistema de combustível do foguete. "Após carregar' o combustível, "encontramos uma queda de pressão que revelou um vazamento, disse o cientista, admitindo a possível ocorrência de "vários vazamentos". "Tivemos sorte de a missão não entrar na sequência de lançamento automático. Aí estaríamos perdidos", revelou um alto funcionário da ISRO, citado pelo jornal The Hindustan Times. O jornal destaca que os cientistas "se apressaram em impedir os vazamentos" para poder realizar o lançamento no final de julho. A missão da Índia é colocar uma sonda no polo sul do satélite natural da Terra, onde foi detectada a presença de gelo, crucial para uma eventual colonização da Lua. O anúncio do adiamento da missão aconteceu pouco depois da fase de abastecimento com hidrogênio líquido do motor criotécnico - baseado na associação de oxigênio e hidrogênio em estado líquido do foguete GSLV-MkIII, o mais potente lançador indiano, equivalente a um foguete europeu Ariane 4. "Acredito que se o (novo) lançamento não acontecer nas próximas 48 horas, pode ser adiado por vários meses até que tenhamos uma janela de lançamento oportuna" disse Ravi Gupta, ex-cientista da agência militar 'Defence Research and Development Organisation' (DRDO). A Chandrayaan-2 inclui um orbitador lunar, um módulo de descida e um rover (veículo de exploração), um dispositivo com peso conjunto de 3,8 toneladas. Nova Delhi destinou US$ 140 milhões - uma quantia muito inferior a das outras grandes agências espaciais para este tipo de missão - para a Chandrayaan-2. A missão do Pragyan, o rover indiano, que pesa 27 quilos, é procurar no solo lunar rastros de água e "sinais fósseis do sistema solar primitivo", indicou a ISRO. O veículo, propulsado por energia solar, deve, a princípio, funcionar durante um dia lunar, o equivalente a 14 dias terrestres, e pode percorrer até 500 metros. A missão indiana é parte de um contexto de intensificação do interesse internacional pela Lua, visitada por seres humanos pela última vez em 1972. Vários países planejam intensificar a exploração do satélite. O governo americano pediu à Nasa que volte a enviar astronautas à Lua em 2024. O retorno à Lua é considerado uma etapa inevitável na preparação dos voos tripulados para outros planetas, começando por Marte. O projeto Chandrayaan-2 é a segunda missão lunar da Índia, que há 11 anos, na missão Chandrayaan-1, colocou uma sonda em órbita ao redor da Lua. O programa espacial indiano se destaca por combinar objetivos ambiciosos com recursos muito menores que os de outro países, o que não impede o rápido avanço. A ISRO pretende enviar até o fim de 2022 três astronautas ao espaço, em seu primeiro voo tripulado. Também aspira construir sua própria estação espacial nos próximos 10 anos.
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