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Fonte: Logo do G1
Ministério da Saúde suspende contratos de produção de medicamentos; veja lista
Em nota, o ministério informou que a medida é regular e recomendada pelos órgãos de controle. Segundo a pasta, a medida não afeta a população porque os medicamentos estão sendo comprados "por outros meios previstos na legislação." O Ministério da Saúde informou que suspendeu 19 contratos de produção de medicamentos, as chamadas Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs). Entre eles estão medicamentos como insulina, para diabetes; sevelâmer, para doença renal crônica; ou pramipexol, para doença de Parkinson (veja a lista abaixo). Segundo a pasta, a medida não afeta a população porque os medicamentos estão sendo comprados "por outros meios previstos na legislação". De acordo com o ministério, a PDP é "uma parceria que prevê transferência de tecnologia de um laboratório privado para um público, com o objetivo de fabricar um determinado produto em território nacional". O ministério coordena o processo para apoiar a produção nacional de produtos "considerados estratégicos para o SUS" e que têm distribuição gratuita. Atualmente, 87 parcerias estão vigentes, de acordo com o órgão. Desde 2015, 46 PDPs foram suspensas. Em nota, o ministério informou que a medida é regular e recomendada pelos órgãos de controle como Tribunal de Contas da União (TCU) e Controladoria-Geral da União (CGU). "Toda e qualquer parceria que estiver em desacordo é suspensa para avaliação", diz o texto. O G1 entrou em contato com a Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil e aguarda posicionamento. As atuais suspensões ocorreram, segundo o ministério, por: Recomendação por órgãos de controle, como a CGU ou o TCU. Ao menos nove suspensões atendem a esse critério Decisão Judicial Desacordo com o cronograma Falta de avanços esperados Falta de investimentos na estrutura Solicitação de saída do parceiro privado Não enquadramento de um projeto como PDP Confira os medicamentos cujos contratos foram suspensos: Adalimumabe Alfataliglicerase Cabergolina Etanercepte Everolimo Gosserrelina Infliximabe Insulina (NPH e Regular) Leuprorrelina Pramipexol Rituximabe Sevelâmer Sofosbuvir Trastuzumabe Vacina Tetraviral
Índia cancela missão ao polo sul da Lua
'Um problema técnico foi detectado no sistema de lançamento do veículo no minuto T -56', afirmou a Agência Espacial Indiana (ISRO). Cinquenta e seis minutos e 24 segundos antes do horário previsto, a Índia cancelou nesta segunda-feira por um "problema técnico" o lançamento ao espaço de sua missão lunar. A Agência Espacial Indiana (ISRO) pretendia lançar nesta segunda-feira às 2h51 (18h21 de Brasília, domingo) a missão Chandrayaan-2 - carro lunar em hindi - a partir da base de Sriharikota, sudeste do país. A expedição deveria pousar no dia 6 de setembro um módulo de descida e um robô no polo sul da Lua, a 384.000 quilômetro da Terra. "Um problema técnico foi detectado no sistema de lançamento do veículo no minuto T -56", afirmou a ISRO no Twitter, sem especificar o tipo de incidente. "Como medida de precaução, o lançamento da Chandrayaa-n2 foi cancelado por hoje. A nova data de lançamento será anunciada em breve", completou a agência. Segundo um cientista citado pelo jornal The Times of India, o problema foi um vazamento no sistema de combustível do foguete. "Após carregar' o combustível, "encontramos uma queda de pressão que revelou um vazamento, disse o cientista, admitindo a possível ocorrência de "vários vazamentos". "Tivemos sorte de a missão não entrar na sequência de lançamento automático. Aí estaríamos perdidos", revelou um alto funcionário da ISRO, citado pelo jornal The Hindustan Times. O jornal destaca que os cientistas "se apressaram em impedir os vazamentos" para poder realizar o lançamento no final de julho. A missão da Índia é colocar uma sonda no polo sul do satélite natural da Terra, onde foi detectada a presença de gelo, crucial para uma eventual colonização da Lua. O anúncio do adiamento da missão aconteceu pouco depois da fase de abastecimento com hidrogênio líquido do motor criotécnico - baseado na associação de oxigênio e hidrogênio em estado líquido do foguete GSLV-MkIII, o mais potente lançador indiano, equivalente a um foguete europeu Ariane 4. "Acredito que se o (novo) lançamento não acontecer nas próximas 48 horas, pode ser adiado por vários meses até que tenhamos uma janela de lançamento oportuna" disse Ravi Gupta, ex-cientista da agência militar 'Defence Research and Development Organisation' (DRDO). A Chandrayaan-2 inclui um orbitador lunar, um módulo de descida e um rover (veículo de exploração), um dispositivo com peso conjunto de 3,8 toneladas. Nova Delhi destinou US$ 140 milhões - uma quantia muito inferior a das outras grandes agências espaciais para este tipo de missão - para a Chandrayaan-2. A missão do Pragyan, o rover indiano, que pesa 27 quilos, é procurar no solo lunar rastros de água e "sinais fósseis do sistema solar primitivo", indicou a ISRO. O veículo, propulsado por energia solar, deve, a princípio, funcionar durante um dia lunar, o equivalente a 14 dias terrestres, e pode percorrer até 500 metros. A missão indiana é parte de um contexto de intensificação do interesse internacional pela Lua, visitada por seres humanos pela última vez em 1972. Vários países planejam intensificar a exploração do satélite. O governo americano pediu à Nasa que volte a enviar astronautas à Lua em 2024. O retorno à Lua é considerado uma etapa inevitável na preparação dos voos tripulados para outros planetas, começando por Marte. O projeto Chandrayaan-2 é a segunda missão lunar da Índia, que há 11 anos, na missão Chandrayaan-1, colocou uma sonda em órbita ao redor da Lua. O programa espacial indiano se destaca por combinar objetivos ambiciosos com recursos muito menores que os de outro países, o que não impede o rápido avanço. A ISRO pretende enviar até o fim de 2022 três astronautas ao espaço, em seu primeiro voo tripulado. Também aspira construir sua própria estação espacial nos próximos 10 anos.
Buteyko: por que algumas pessoas estão dormindo com fita adesiva sobre a boca
Técnica desenvolvida nos anos 1950 por médico soviético supostamente ajuda a melhorar problemas respiratórios, mas especialistas ouvidos pela BBC dizem não haver evidências científicas destes benefícios. "É engraçado se você pensar sobre isso. Aprendemos sobre um monte de coisas que não fazemos, mas não aprendemos sobre algo que fazemos o tempo todo: respirar." Andien, uma popular cantora da Indonésia, chocou seus fãs ao fazer uma longa postagem no Instagram sobre respiração, junto com fotos de si mesma, seu marido e seu filho de 2 anos de idade com fita adesiva sobre a boca. Ela revelou que sua família praticava algo chamado buteyko nos últimos três meses. Isso envolve encontrar maneiras de respirar pelo nariz - e uma delas é fechar a boca enquanto você dorme. Praticar buteyko, disse Andien, a ajudou a dormir melhor, a impediu de ficar com a garganta seca e a livrou do mau hálito. Mas tapar a boca com fita adesiva funciona? E é seguro? O que é 'buteyko'? A técnica buteyko foi desenvolvida em 1950 pelo médico soviético de mesmo nome, Konstantin Pavlovich Buteyko (1923-2003). Ele acreditava que as condições respiratórias, especialmente a asma, poderiam estar ligadas à forma como respiramos e que, se os pacientes aprendessem a respirar corretamente, pelo nariz, os problemas pulmonares desapareceriam. Quase sete décadas mais tarde, a terapia alternativa permanece popular, com praticantes de buteyko ao redor do mundo exaltando os benefícios dos seus exercícios de respiração e de tapar a boca com fita para dormir. Initial plugin text Alega-se que buteyko combate uma série de doenças, de diabetes a fadiga crônica, transtorno de deficit de atenção com hiperatividade e depressão. Mas talvez a condição com a qual esteja mais associada seja a apneia do sono. A apneia do sono ocorre quando a via aérea de uma pessoa é bloqueada ou sofre restrições durante o sono, o que significa que ela não consegue respirar com facilidade. Isso gera um sono de baixa qualidade, o que pode levar a cansaço crônico, depressão e outras doenças. É também por isso que pacientes roncam. Esse som desagradável é fruto do ar lutando para entrar e sair da traqueia. Patrick McKeown, fundador da Clínica Internacional Buteyko, na Irlanda, que oferece capacitação e treinamentos neste método, diz que "a respiração oral é um grande fator para a apneia obstrutiva do sono (OSA, na sigla em inglês)", porque pode empurrar a língua para trás e obstruir as vias aéreas. Tapaz a boca com fita, afirma ele, pode impedir que isso aconteça. 'Você não apenas fecha a boca' Mas os médicos discordam e dizem que essa é uma compreensão simplista da condição. "Entendo que seja preferível respirar pelo nariz, mas a maioria das pessoas não abre a boca a não ser que esteja com dificuldade de respirar pelo nariz", diz a otorrinolaringologista Kathleen Yaremchuk, especialista em sono. Alguém que sofre de OSA, acrescenta ela, não consegue resolver esse problema "apenas fechando a boca". "Aparelhos intraorais [para OSA] trazem a mandíbula para a frente, o que ajuda com a apneia do sono ao abrir a via aérea." O professor Nirmal Kumar, otorrinolaringologista e presidente da organização médica britânica Ear, Nose and Throat UK, que reúne médicos desta especialidade, concorda e diz que "não há evidências convincentes na literatura médica que apóiem esse tratamento [buteyko]". Ele acrescenta que fazer qualquer exercício de respiração - de buteyko ou não - geralmente pode melhorar a asma e outros problemas respiratórios, o que pode ser o motivo pelo qual as pessoas acreditam que esta técnica está ajudando. Mas os exercícios de respiração são "parte do tratamento padrão de qualquer maneira". Quais são os riscos? Além do fato de que tapar a boca com fita adesiva ser pouco eficaz, ambos os médicos avisam que isso pode ser perigoso. "Se você estiver doente e tiver que vomitar, não será capaz de fazer isso", alerta Yaremchuk. Na pior das hipóteses, isso poderia levar alguém a engasgar. Quando se trata de crianças pequenas, McKeown, da clínica de buteyko diz ser totalmente contra o uso da fita adesiva. Ele disse ter visto a foto no Instagram de Andien em que seu filho aparece desta forma e diz isso "não é de forma alguma recomendado" pelos praticantes de buteyko. "Com crianças pequenas, o uso da fita pode ocorrer talvez a partir dos cinco anos de idade, mas não a colocamos diretamente sobre os lábios." Kumar acrescenta que crianças também podem ter mais dificuldade de respirar pelo nariz, além de ficarem doentes com frequência. Ele diz em relação a Andien e seu filho que, com uma criança tão pequena assim, é "a última coisa que aconselhamos, porque existe um perigo significativo de morte no berço". Em uma emergência, a maioria dos adultos provavelmente acorda e arranca a fita, mas estas crianças não conseguem fazer isso, acrescenta. "Existem problemas nas vias nasais das crianças que podem causar bloqueios", como adenoides ou um simples nariz entupido. Nestes casos, "eles têm de respirar pela boca ou morrerão". Se você estiver roncando ou tiver outros problemas respiratórios, os médicos recomendam se consultar com um especialista para ser tratado.
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