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Grupo no Whatsapp LDR

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LDR

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Zueira e Diversão

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Link de Grupo no WhatsApp postado em 13/04/2019;
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SAIR DO TÉDIO, CONHECER PESSOAS, ZOAR

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Campo de Santana Mil grau

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ENTROU DIGITA Oi EM 10 SEGUNDOS OU VAI SER REMOVIDO NA HORA

Eu Nunca vou te abandonar

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?Proibido vendas de qualquer produto, link de outros grupos, que não seja semelhante ao nosso, pornografia, pedofilia, falta de respeito, bullying, vídeo de agregação

 grupo da zueira e ✈???

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Grupo da zoeira vamos animar

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Últimas nóticias

Fonte: Logo do G1
'Cats', musical com Taylor Swift e Idris Elba, ganha 1º trailer; ASSISTA
Adaptação para cinemas da peça da Broadway estreia nos Estados Unidos no dia 20 de dezembro. Assista ao trailer do musical 'Cats' O musical "Cats" ganhou seu primeiro trailer nesta quinta-feira (18). Adaptação de peça clássica da Broadway, o filme tem estreia nos Estados Unidos prevista para 20 de dezembro. Assista ao vídeo acima. Com direção de Tom Hooper ("Os miseráveis"), a produção tem um elenco estrelado, que conta com a cantora Taylor Swift, Idris Elba ("Luther"), Judi Dench ("Assassinato no Expresso do Oriente"), Ian McKellen (o Gandalf, de "O Senhor dos Anéis") e Jennifer Hudson ("Dreamgirls: Em Busca de um Sonho"). Baseado no livro "Os gatos", de T. S. Eliot, o musical conta a história de um grupo de felinos que deve decidir anualmente quem conseguirá uma vida melhor entre eles.
Bolsonaro transfere Conselho Superior do Cinema do Ministério da Cidadania para a Casa Civil
Conselho é responsável por formular as políticas para o cinema do Brasil. Presidente criticou ativismo e disse que não pode admitir 'filmes como da Bruna Surfistinha' com dinheiro público. O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (18) a transferência do Conselho Superior do Cinema para a Casa Civil. O conselho estava no Ministério da Cidadania, que engloba a antiga pasta da Cultura. A mudança, segundo o governo, visa “fortalecer a articulação e fomentar políticas públicas” na área. O decreto foi um dos atos assinados durante cerimônia em alusão aos 200 dias do governo de Bolsonaro. “Com o Osmar Terra [ministro da Cidadania] fomos para um canto e nos acertamos. Eu não posso admitir que com o dinheiro público se faça filmes como da Bruna Surfistinha. Não dá", disse Bolsonaro na cerimônia. O presidente também disse que discutiu com o ministro da Cidadania, Osmar Terra, a transferência da Agência Nacional do Cinema (Ancine) do Rio de Janeiro para Brasília. "[Osmar] apresentou propostas sobre a Ancine, vamos trazer ela para Brasília. Não somos contra quem tem essa ou aquela opção. Mas o ativismo que não podemos permitir, em respeito com as famílias. Uma coisa que mudou com a chegada do governo”, afirmou o presidente. "Bruna Surfistinha", de 2011, foi baseado no livro best-seller da garota de programa Rachel Pacheco, sobre sua história. O filme estrelado por Deborah Secco teve mais de 2 milhões de espectadores. O filme foi aprovado em 2007 pelo Ministério da Cultura para captar verba por renúncia fiscal. Cobrança por resultados Questionado em entrevista coletivo sobre os motivos da mudança, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, explicou que o governo defende que o incentivo ao cinema seja acompanhado de cobranças por resultados nos casos em que são usados recursos públicos para financiar as produções. “Política de cultura, política de cinema precisa ter apoio, sim, mas precisa ter cobrança de resultado”, disse Onyx. Segundo o ministro, a atual política pública de incentivo ao cinema não mede o sucesso da produção, o que precisa ser mudado. “Quer produzir um filme x, y ou z, quer ir para o mercado e captar sozinho, ok. Agora, para levar recurso público tem que ter retorno, tem que ter qualidade. E uma das coisas que não faz parte da métrica hoje é se tem ou não sucesso, se tem ou não espectador dentro da sala de cinema”. O ministro ainda frisou que a Ancine será trazida para Brasília. “A Ancine sai do Leblon e vem para Brasília, acabou a praia”. O que é o Conselho Superior de Cinema? O conselho é responsável por formular a política nacional de cinema, aprovar diretrizes para o desenvolvimento da indústria audiovisual e estimular a presença do conteúdo brasileiro no mercado. Ele foi criado em 2001 e tem nove representantes, sendo seis da indústria audiovisual e três da sociedade civil, e mais nove suplentes. Os membros são nomeados pelo presidente para mandatos de dois anos, com uma recondução permitida. A nomeação mais recente aconteceu em dezembro de 2018 pelo então presidente Michel Temer.
Trailer de 'It: Capítulo 2' tem volta de Pennywise para aterrorizar Clube dos perdedores
Jessica Chastain e James McAvoy são estrelas do filme. Longa estreia em 5 de setembro. Trailer de 'It: A coisa 2' "It: Capítulo 2", continuação do sucesso de 2017, ganhou mais um trailer nesta quinta-feira (18). Pennywise volta após 27 anos para aterrorizar o Clube dos perdedores. Jessica Chastain e James McAvoy são as estrelas do filme e interpretam Bervely Marsh e Bill Denbrough. Bill Skargard volta a interpretar o vilão. Jay Ryan, Bill Hader e Isiah Mustafa se unem ao elenco. O time infantil do primeiro filme também estará na continuação, em flashbacks. No primeiro trailer do filme, divulgado em maio, Bervely visita a casa da filha do palhaço. A direção é de Andy Muschietti. O longa estreia em 5 de setembro. "It, a coisa" é o filme de terror com maior bilheteria da história, com arrecadação de R$ 2,7 bilhões, de acordo com o Box Office. Na trama, sete amigos de uma pequena cidade dos Estados Unidos decidem investigar a fundo o desaparecimento de crianças na região. Entre elas está Georgie, irmão de Bill (Jaeden Lieberher), o líder do simpático grupo conhecido como o Clube dos perdedores. Eles descobrem que o responsável pelos sumiços é um monstro que se abastece de medo, se alimenta de crianças e que toma a forma daquilo que mais assusta suas vítimas. O que geralmente acaba sendo (e com razão) o palhaço encapetado Pennywise, interpretado aqui por Bill Skarsgård ("A série divergente").
Madri se torna capital europeia das séries após sucesso de produções faladas em espanhol
Seriados antes eram vistos por produtoras locais como 'produto de segunda categoria', mas bom desempenho e retorno de investimentos fez panorama mudar nos últimos meses. Terceira temporada de 'La Casa de Papel' ganha trailer e data de lançamento As grandes produtoras audiovisuais, como Netflix, Paramount e Mediapro, entre outras, estão criando raízes em Madri, nova capital europeia das séries graças a ficções espanholas de sucesso como "La casa de papel". Em um estúdio no norte da cidade, um cenário representa um escritório de advogados. Nele, uma equipe de técnicos grava um diálogo entre duas atrizes para uma série que será emitida na rede espanhola Telecinco. O espaço é propriedade da produtora espanhola Mediapro, que reforçou sua presença nesta cidade, a demanda de séries disparou nos últimos anos. "Antes era inimaginável que um estúdio como o nosso estivesse produzindo 10 séries em um único ano. O normal podia ser duas ou três", conta Javier Pons, produtor do The Mediapro Studio. Por trás deste impulso estão as plataformas de streaming como Netflix, HBO Go e Amazon. A produtora espanhola está preparando uma comédia para a HBO e reconhece ter projetos com outras plataformas, dos quais não pode falar. Estes gigantes, que revolucionaram o consumo de ficção televisiva, também alteraram seus métodos de trabalho. O novo status de Madri como núcleo de produção de séries ficou evidente com a chegada da Netflix, que em abril inaugurou seu primeiro estúdio europeu em Tres Cantos, na periferia norte da capital espanhola. Em instalações enormes de 22 mil metros quadrados, propriedade do grupo espanhol Secuoya, foi gravada a terceira temporada de "La casa de papel", que estreará nesta semana. A série sobre uma quadrilha de ladrões e seu roubo espetacular à Fábrica de Moedas de Madri, comprada pela Netflix depois de ser emitida pela rede espanhola Antena 3, se tornou a produção de língua não inglesa mais vista na plataforma americana. Este sucesso inesperado pesou muito na decisão da Netflix de se instalar em Madri, afirma Elena Neira, especialista em novos modelos audiovisuais na Universidade Aberta da Catalunha. E a popularidade de outras séries como Elite, sobre a juventude abastada madrilenha, motivou os produtores espanhóis que até agora viam suas séries como "um produto de segunda categoria". "Para um monte de gente na Espanha, um conteúdo espanhol que de repente aparece com o selo de uma marca tão potente como a Netflix parece muito mais legal do que quando é emitido pela Antena 3", afirma Neira. Junto às produções, chega também o dinheiro: segundo um informe recente da consultora PricewaterhouseCoopers (PwC), a produção de séries em espanhol passou de contribuir com o PIB do país 429 milhões de euros em 2015, por 38 séries, a 655 milhões por 58 séries em 2018. Esta cifra ainda pode aumentar 24%, segundo a PwC. Além disso, a produção de séries, que em 2015 representava menos de 10.000 empregos na Espanha, poderia terminar dando trabalho a mais de 18.000 pessoas. Espanhol, um idioma em alta Outro gigante audiovisual americano, Viacom (Paramount, MTV) anunciou em abril que Madri ia ser um de seus centros para desenvolver suas produções em espanhol. "Há neste momento uma tendência importante de consumo de conteúdos em espanhol e de consumo de conteúdos de língua não inglesa que potencia a possibilidade de criação daqui para fora", justifica Laura Abril, diretora de conteúdos para a Espanha e Portugal da Viacom. Entre 2018 e 2022, a PwC prevê que as plataformas de vídeo on-line crescerão com mais força nos países de língua hispânica do que no mercado americano ou britânico. E os espanhóis reivindicam seu crédito nisso, apoiando-se em uma antiga tradição de produção audiovisual. "Coloca-se muito o foco nas novas plataformas, mas tudo foi solidificado antes", explica Patricia Diego, professora na Universidade de Navarra. "Álex Pina, o criador de 'La casa de papel', fazia séries há 20 anos" para as redes espanholas, lembra a especialista em ficção televisiva. Outro fator são os baixos salários do país, que aumentam sua competitividade. Com esta aposta na Espanha, as plataformas americanas avançam também em seus deveres para 2020, quando deve ser implementada uma diretiva da União Europeia que lhes obrigará a oferecer 30% de conteúdos europeus em seu catálogo. "E os operadores, hoje, estão muito longe disso", reconhece Elena.
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