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Fonte: Logo do G1
Bolsonaro diz que governo poderá avaliar redução de multa do FGTS
Presidente afirmou que, no futuro, o governo 'pode pensar' em diminuir multa de 40% do saldo do FGTS paga a trabalhadores demitidos sem justa causa. O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (21) que o governo "pode pensar", no futuro, em reduzir a multa de 40% do saldo do FGTS paga a trabalhadores sem justa causa. Bolsonaro deu a declaração, antes de almoçar em um restaurante em Brasília, ao ser questionado por jornalistas se o governo estuda reduzir essa multa. "Olha o valor [da multa] não está na Constituição, eu acho que não está. O FGTS está no artigo 7º da Constituição, mas o valor é uma lei. A gente pode pensar lá na frente [alterar o valor], mas antes disso eu tenho que ganhar a guerra da informação: eu não quero manchete amanhã dizendo: 'O presidente está estudando reduzir o valor da multa'. O que eu estou tentando levar para o trabalhador é o seguinte: menos direito e emprego ou todo direito e desemprego", afirmou Bolsonaro. O pagamento da multa do FGTS é imposto pela Constituição. Ela determina que a multa a ser paga tem de ser equivalente a quatro vezes o valor de 10% - ou seja 40% - com base no que foi estipulado pela lei que criou o fundo, em 1966. O presidente disse também que a liberação de saques do FGTS pode ser anunciada na quarta-feira (24). "Acredito que seja quarta. A gente está precisando. Um de vocês falou ontem no Alvorada, é um paliativo? É. É uma vitamina que você tem que tomar agora, porque o ano está acabando. Você pode ver as sinalizações da Previdência emplacar alto, no primeiro turno, já fez a bolsa se estabilizar acima de 100 mil pontos. O dólar também caiu um pouco. Já tem gente preocupado que o dólar não pode cair muito para não prejudicar as exportações", disse Bolsonaro. Neste sábado (20), presidente havia dito que o governo está fazendo "pequenos acertos" na proposta. Havia expectativa de anúncio da medida ainda na última semana, mas o governo adiou para a próxima semana. De acordo com o governo, a liberação de saques de contas do FGTS e do PIS/Pasep é uma medida para aquecer a economia. Segundo o ministro Paulo Guedes, a liberação dos saques deve colocar o total de R$ 63 bilhões na economia do país. Desmatamento e nordestinos Neste domingo, Bolsonaro criticou novamente a divulgação de dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sobre desmatamento no Brasil. Para ele, divulgar dados alarmantes "prejudica" o país. Na sexta-feira (19), durante entrevista à imprensa estrangeira, Bolsonaro questionou dados divulgados pelo Inpe sobre o aumento do desmatamento na Amazônia e disse suspeitar que o diretor do órgão está "a serviço de alguma ONG". O presidente ainda voltou a comentar uma declaração sobre governadores do Nordeste. Em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro questionou se, entre as pessoas que estavam prestando apoio a ele no local, havia algum nordestino ofendido com ele. Antes de um café da manhã com jornalistas da imprensa estrangeira, também na sexta-feira, em uma conversa informal com o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Bolsonaro afirmou que daqueles “governadores de 'paraíba', o pior é o do Maranhão; tem que ter nada com esse cara”.
Prefeitura da Serra abre seleção para médicos, nutricionistas e professores de educação física
As inscrições começaram nesta sexta-feira (19) e vão até o dia 24 de julho. As oportunidades são para cadastro de reserva. A Prefeitura da Serra está com dois processos seletivos abertos: um para médicos e o outro para nutricionistas e professores de educação física. As inscrições começaram nesta sexta-feira (19) e vão até o dia 24 de julho. As oportunidades são para cadastro de reserva. Confira os editais. Para nutricionista e professor de educação física, a remuneração é de R$ 2.813,32, que é o salário-base acrescido da insalubridade de 20%. Além disso, há auxílio-alimentação no valor de R$ 300 mensal. A carga horária é de 30 horas. Já o cargo para médico de 40 horas é diarista para atuar na Estratégia da Saúde da Família (ESF). A remuneração é R$ 9.288,94, que é o salário-base acrescido de 20% de insalubridade e da gratificação de incentivo. Também tem auxílio-alimentação no valor de R$ 300 mensal. Os candidatos devem ficar atentos aos critérios do edital. Por ser cadastro de reserva, os candidatos aprovados serão chamados de acordo com as necessidades da prefeitura. Dúvidas podem ser esclarecidas na Secretaria Municipal de Saúde da Serra, pelo telefone (27) 3245-6115. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo
Conheça o café arara, variedade resistente a doenças e com boa produtividade
Planta desenvolvida em Minas Gerais necessita de pouca aplicação de defensivos e surpreende com a qualidade dos grãos. Conheça o café arara, variedade resistente a doenças e com boa produtividade O café arara é uma variedade que está se espalhando pelos campos do Brasil. Produtivo e resistente às principais doenças da cultura, a variedade é resultado de um trabalho persistente de pesquisa. Quando pensamos em um pé de café carregado de frutos, normalmente a imagem que vem à cabeça são grãos vermelhos. Mas, no caso desta variedade, os frutos são amarelos. Por causa da cor, este café ganhou o nome de arara. "Na realidade, é só a cor da casca [que muda], dentro é a mesma coisa. Quando a gente cruzou [o arara] com o [café] icatu, a gente combinou resistência e vigor com a produtividade. Isso que a gente busca nesse melhoramento genético do café", explica o pesquisador José Braz Matiello, responsável pelo desenvolvimento da planta. Só este ano, a Fundação Procafé, onde Matiello trabalha, já forneceu sementes para produção de 40 milhões de mudas de café arara. A variedade é considerada um café de porte baixo, o que facilita a colheita. Marco Evandro Manoel é administrador de uma fazenda em Alfenas, sul de Minas Gerais, que conta com 28 hectares do arara. Ele diz que o tamanho da planta torna a retirada dos grãos mais efetiva. "É uma variedade fácil para colher, rende muito na colheita manual. Uma média por dia de 720 litros por pessoa, quando a média para outras variedades é de 400 a 600 litros", conta o administrador. O café arara se adapta a diversas condições climáticas. De Alfenas, a 800 metros de altitude, em um clima mais quente, até o município de Botelhos, com cerca de 1100 metros de altitude, a variedade demonstra bons resultados. Na propriedade onde o agrônomo Lucas Antônio Franco é gerente, 20% de uma área de 160 hectares têm o café arara. Ele lembra que, na hora de renovar os pés, a busca era por cultivares mais produtivas e resistentes. Durante a procura, o agrônomo encontrou a variedade. "A gente viu que ele se destacava entre dos outros materiais, principalmente em vigor e produtividade. Logo que a gente teve a primeira colheita, tivemos outra surpresa: ele superou em qualidade todas as lavouras", afirma Franco. Segundo Matiello, a Fundação Procafé fez testes em 19 campos, espalhados por Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná, para comparar o desempenho do café arara em relação ao catuaí, a variedade mais cultivada hoje no Brasil. "Nessas 19 áreas, deu 54 sacas de produtividade média contra 40 do catuaí. São 35% a mais. É bem representativo", destaca o pesquisador. Resistência a doenças e menos aplicações Um dos fatores que impulsionam a produtividade do arara é a sua resistência a doenças. Segundo o pesquisador da Procafé, a variedade é praticamente imune à ferrugem, que é a principal doença da cultura, além de ter bom desempenho contra as bactérias pseudomonas e tolerância à phoma, outros dois grandes problemas do café. A resistência da variedade levou a uma outra aposta na fazenda onde Lucas Antônio Franco é gerente. Como o café arara precisa de menos aplicações de defensivos, eles decidiram apostar no cultivo orgânico, que começou em 5 hectares e hoje estão em 22. Graças à boa produtividade, já existem planos de aumentar essa área em mais 24 hectares. "Com o arara a gente consegue os mesmo patamares do cultivo convencional. Mesma produtividade de um café de sequeiro, foi uma surpresa muito grande", conta Franco. Quando o café dispensa defensivos, ganha valor de mercado. O gerente afirma que consegue vender a saca do arara pelo dobro do preço de uma variedade convencional. O trabalhador rural Sidnei Milani diz que o café arara tem uma qualidade melhor que outras variedades, oferecendo uma renda maior ao agricultor. "O peso é diferente porque os outros [tipos de café] são mais leves até na hora de colher. Esse é um grão maior, bem graúdo e de boa qualidade. Dá uma renda boa por saca", afirma Milani. A única dificuldade apontada por Franco é no momento da colheita. "Como ele amadurece tarde, se a gente vem colher o grão maduro, ele ainda tá bem duro para sair da planta. Tem que fazer com os frutos totalmente maduros", explica. Boa qualidade O classificador e degustador de café Nivaldo Lúcio Figueiredo fez um teste com a peneira 16, considerada alta, e apenas 2,3% dos grãos do arara passaram. No caso do catauí, esse índice ficou em 18,8%. "Os grandes torrefadores [empresas] preferem de peneiras 16 para cima para fazer o café torrado em grãos. Visualmente é muito mais bonito. Essa classificação de peneiras influencia no preço do produto final, tem melhor o valor agregado", afirma Figueiredo. A qualidade do café arara não se restringe apenas ao tamanho dos grãos. O classificador conta que a bebida tem ótimo sabor e vem sendo premiada, com notas acima de 90 pontos em uma escala de 100 pontos. "Esse café tem nos surpreendido nos últimos anos. A gente tem conseguido alcançar alguns prêmios nacionais e internacionais", diz. Como comprar sementes do café arara Para comprar sementes ou tirar dúvidas sobre o café arara, é possível pode enviar um e-mail para [email protected] ou ligar para (35) 3214-1411.
Universidade Federal do Acre firma parceria com Jardim Botânico de NY para estudo de plantas da Amazônia
Para pesquisadores, descobrir segredos da floresta é caminho para despertar a consciência sobre a importância de se preservar o patrimônio natural. Universidade Federal do Acre firma parceria com Jardim Botânico de NY para estudo de plant A Universidade Federal do Acre firmou um convênio com o Jardim Botânico de Nova York para impulsionar a pesquisa sobre espécies de plantas nativas da Amazônia brasileira que nunca foram identificadas pelos cientistas. O estado é considerado um berçário para novas espécies da flora amazônica. Um estudo entre 2001 e 2008 coletou 70 novas espécies, o equivalente a quase uma nova variedade por mês. A ideia do estudo é elaborar um mapa para destacar aspectos atrativos da vegetação e um guia ilustrado das espécies de plantas com flores, samambaias e de cogumelos que ocorrem na área do lago do Amapá. "Todas as amostras que coletamos no estado, a gente compartilha com eles e também com o Jardim Botânico do Rio. Eles têm muito mais capilaridade para alcançar especialistas", conta o biólogo Marcos Silveira. Os pesquisadores fazem o registro, seja por fotos ou na coleta de campo para depois serem analisados. "Quanto mais rápido uma planta chega na mão de um especialista, mais rápido a gente tem informação", continua Silveira. Descobrir os segredos da floresta é o caminho para despertar a consciência de todos sobre a importância de preservar o patrimônio natural. "Existe uma importância tanto científica como de responsabilidade ambiental. Isso só enriquece o brasil a botânica, a ciência do mundo", afirma o estudante de biologia José Oliveira de Queiroz.
Furto de gado no interior de São Paulo preocupa criadores
No 1º semestre do ano, quase 400 animais foram levados de fazendas do oeste do estado. Furto de gado no interior de São Paulo preocupa criadores O furto de gado está causando preocupação para pecuaristas do oeste de São Paulo. No 1º semestre deste ano, 375 cabeças de gado foram levados. O criador Jorge Antônio Santos levou um susto quando viu porteira e cerca destruídas em sua propriedade em Mirante do Paranapanema. Quando tentou reunir o rebanho, que tinha 190 cabeças, só encontrou 120. Um prejuízo que, segundo ele, está acima dos R$ 100 mil. A polícia acredita que esse caso esteja relacionado a outros dois. Um deles foi registrado há cerca de 2 meses na mesma cidade e outro, há 3 meses, no município vizinho, Teodoro Sampaio. Todos seriam o trabalho de uma quadrilha especializada em furto de gado. Além destes casos, a polícia civil de São Paulo registrou 77 furtos de gado no oeste paulista só nos seis primeiros meses deste ano.
Aprenda a preparar geleia de framboesa
Dica é colocar os ingredientes na panela, misturar e não mexer mais, apenas deixar cozinhando. Aprenda a fazer geleia de framboesa O Globo Rural deste domingo (21) mostrou uma receita de geleia de frutas, a pedido de um telespectador. O agricultor Claudinei Cassol, de Cerro Grande, no Rio Grande do Sul, produz a fruta e pediu dicas para preparar o alimento. A dica é colocar os ingredientes na panela, misturar e não mexer mais, apenas deixar cozinhando. Veja a receita: Ingredientes 800g de framboesa ½ kg de açúcar* 1 colher de sopa de pectina** ½ colher de café de ácido cítrico diluído em água** *Se você acrescentar outras frutas, como maçã e ameixa preta, dá para diminuir a quantidade de açúcar. **É possível encontrar a pectina e o ácido cítrico em lojas de produtos culinários. Modo de preparo Mexa apenas para misturar os ingredientes e deixe cozinhar até ficar com consistência gelatinosa. Em um fogão industrial, o tempo de preparo fica em torno de 30 minutos. Enquanto a geleia está no fogo, você pode higienizar o recipiente que vai receber o alimento. Ferva potes de vidro com água por 15 minutos e nos 5 minutos finais coloque as tampas para ferver também. Isso vai permitir que o doce seja armazenado por até 1 ano. Outras receitas A Embrapa tem dois folhetos que ensina a preparar geleias tanto em escala industrial quanto para produção artesanal. Para saber como fazer o preparo caseiro, clique aqui. Se você quer aprender a fazer geleia em escala industrial, veja neste link.
Chegada do frio atrasa e prejudica produção de maçãs em Santa Catarina
Fruta precisa de pelo menos 800 horas de frio e, no principal município produtor, a média está em 200 horas até o momento. Chegada do frio atrasa e prejudica produção de maçãs em Santa Catarina O frio em Santa Catarina chegou tarde este ano e prejudicou a produção de maçãs. Esta é a época em que as macieiras estão guardando energia para a brotação, que acontece na primavera. Por isso é que, nesse período, o frio é tão importante. As variedades gala e fuji são exigentes quando o assunto é clima. Para ter uma safra de qualidade e com muitas frutas, são necessárias cerca de 800 horas com temperaturas abaixo de 7,2°C. Em São Joaquim, maior município produtor de maçãs do Brasil, ainda existem pomares com folhas. Esse é um sinal de que o frio esperado para o outono e o inverno veio mais tarde e em menor intensidade. Lá foram registradas, até agora menos, de 200 horas de frio quando eram esperadas 450 horas. Com isso, a planta ainda não está hibernando, ou seja, descansando, o que é fundamental nesse período. O produtor Ronaldo Matos acredita que isso deve atrasar a colheita. "A gente pode ter uma brotação, uma floração mais tarde. O fruto pode vir a nascer um pouco menor", conta. Se daqui pra frente o frio não for suficiente, e o período de dormência atrasar, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) indica que induzir a brotação do fruto é uma alternativa para minimizar os impactos nos pomares. "A gente está indicando fazer o tratamento de quebra de dormência. É o principal tratamento que a gente tem hoje. Ela tem o resultados cientificamente comprovados com doses testadas para minimizar a falta de frio", explica a pesquisadora Mariuccia Schlichting.
Cresce produção de feijão no noroeste de MG
Região deverá colher 3,5% mais que no mesmo período do ano passado, com produtividade maior que a esperada pelos agricultores. Cresce produção de feijão no noroeste de MG A produção de feijão no noroeste de Minas Gerais deverá ser 3,5% maior do que na temporada passada. Os agricultores já estão na época de colheita e comemoram os bons resultados. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Minas Gerais pode produzir na terceira safra 181,5 mil toneladas do alimento. Segundo a secretaria de Agricultura do estado, até agora menos da metade da área cultivada foi colhida. Na fazenda dos agricultores Pedro Machado e Tiago Donizete Machado, em Guarda-Mor, o trabalho de retirada dos grãos começou há duas semanas, e a produtividade nos 300 hectares irrigados está agradando. "Está surpreendendo, estamos produzindo em torno de 55 sacos por hectare, com qualidade muito boa e custo reduzido, a expectativa é boa", afirma Tiago. O preço também está animando os produtores. O agricultor João Alves, que cultiva o grão em Paracatu, fez as contas e diz que a atividade está compensando o investimento. "Você tem um custo nas áreas irrigadas em torno de R$ 100 por saco. Então, abaixo disso daria prejuízo. [Com o preço] a R$ 150 hoje remunera o investimento", explica Alves.
Sudoeste da Bahia retoma criação de gado 4 anos após seca matar 25% do rebanho
Produtores buscaram novas formas de manejo e de alimentação dos animais para garantir renda e emprego na região. Abate de vacas aumentou. Sudoeste da Bahia retoma criação de gado 4 anos após seca matar 25% do rebanho Os pecuaristas do sudoeste da Bahia estão retomando a criação do gado de corte quatro anos após uma grande seca na região matar mais de 160 mil cabeças, cerca de 25% do rebanho local na época. O trabalho de recuperação vem como resposta a um dos períodos mais críticos da pecuária na região. A estiagem forçou mudanças no manejo. Hoje, os produtores conseguem engordar o gado com mais agilidade e ter o dinheiro na mão rapidamente. “Já conseguimos recuperar 16% e precisamos de mais um tempo talvez três, quatro anos a mais para recuperar o nosso rebanho em sua totalidade. Para isso, precisa da chuva retornando para sua normalidade”, diz Marcelo Ferraz, diretor do Sindicato Rural de Itapetinga, um dos 14 municípios que compõem a região. Historicamente o sudoeste da Bahia não sofre tanto com a seca quanto o sertão do estado. A região costumava ter um índice de chuva de 900 milímetros, mas a média foi caindo ano após ano até chegar a 185 milímetros em 2016. Mesmo sem a normalidade das chuvas, o produtor Genildo Borges foi um dos que já conseguiram recuperar o rebanho por completo. A estratégia foi antecipar as vendas de parte dos animais. "Nós tomamos a decisão na hora certa. A gente tinha um rebanho de 1 mil animais e reduzimos para 700, e a gente conseguiu passar por aquela fase muito ruim mas sem perder animal nenhum", diz Borges. Capitalizado com a venda do gado, o pecuarista conseguiu mudar o manejo da propriedade, principalmente em relação ao tipo de pastagem. "A gente passou a reformar pastos, dividir pastos e fazer uma suplementação nos rebanhos para não ficar dependendo só de chuva", explica. Abate de vaca no lugar do boi Os reflexos da seca de 2015 também podem ser percebidos nos abatedouros. Em um frigorífico de Vitória da Conquista que abatia algo em torno de 800 animais por dia, o fluxo ainda não voltou ao normal. Atualmente, são cerca de 600 cabeças e muitas delas são fêmeas que estão ocupando o lugar do boi gordo. Segundo Lucas Oliveira, funcionário do frigorífico, com o abate indiscriminado para o gado não morrer de fome houve um aumento no número de vacas e novilhas encaminhadas para o local. "Antes, a gente abatia em torno de 25% a 30% [dos animais] de fêmea, o restante de boi. Hoje, a gente chega a abater 55% de fêmea", relata o comprador. Oliveira diz que esse perfil de mercado está atrelado também a uma preferência do consumidor da região. "A novilha tem uma qualidade de carne superior a do boi. A novilha acima de 15 arrobas dá uma cobertura de gordura que o consumidor hoje está adorando. Não se via isso de 2015 para trás", conta o comprador. Para suprir essa demanda, muitos pecuaristas têm trazido as fêmeas de outros estados, como Goiás, Tocantins e Pará. Com as vacas seguindo para o abate, já está cada vez mais difícil encontrar bezerros na região. Um gargalo provocado pela seca e que pode ser resolvido com os ajustes do próprio mercado. "Com a saída do produtor da cria, o preço do bezerro está aumentado. Pode demorar mais um pouco por conta do preço que está se pagando pela fêmea gorda aqui na região, mas algumas pessoas já estão começando a fazer cria novamente", afirma Danilo Ribeiro de Souza, que é técnico de uma propriedade da região. Mudança no manejo do gado Para conviver com as instabilidades do mercado, e também do clima, Souza diz que o pecuarista precisa profissionalizar a criação. "A gente começou a investir em genética, investir em nutrição, em suplementação e de lá para cá a gente não saiu mais", conta o técnico. Com esse novo manejo, veio junto o abate mais precoce dos animais. A média na região é de 30 meses. Na fazenda em que Danilo trabalha o boi está terminado com 24 meses. "Isso me permite um giro maior de capital aqui na propriedade. Você vai entrar com o animal na fazenda, logo ele vai engordar, vai sair e vai gerar receita para propriedade", explica Souza. Com isso, quem lida com o gado no dia a dia pode fazer seu trabalho sem a ameaça de perder o emprego. "Muita gente foi demitida por causa da seca. A gente levantava e não via trabalho, hoje a gente levanta e vê o trabalho para gente fazer", afirma o vaqueiro Robério Oliveira Santos.
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