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Últimas nóticias

Fonte: Logo do G1
Denúncia de venda ilegal de vale digital aponta recebimento por empresas de ônibus em Belém
Reportagem da TV Liberal flagrou um receptor de vale negociando dentro da agência Passe Fácil em Belém. Ele conta como funciona o esquema de venda do vale transporte do trabalhador. Trabalhadores e empresas se beneficiam de venda ilegal de vale transporte em Belém A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) recebeu uma denúncia de que o vale digital, que o empregado usa como passagem de ônibus público na capital, está sendo comercializado ilegalmente nas agências do Passe Fácil. De forma exclusiva, a TV Liberal gravou um dos comerciantes explicando como funciona o esquema que rende R$ 1,20 para o trabalhador que deixar o seu cartão com vale digital para a compra. O custo da passagem de ônibus em Belém custa R$ 3,60. "O dono do cartão deixa o cartão ai e marca um prazo: 10, 15, 20 dias para vir pegar o cartão de volta. Nesse intervalo, o cartão vai para uma empresa, descarrega 5, 6 passagens por dia. É a empresa quem compra o esquema. Aí eles estão pagando R$ 1,20", explicou o receptor para a compra dos vales do cartão digital. Segundo o negociador, empresas de ônibus são as responsáveis em receber esses cartões e utilizá-los no sistema sem que o usuário esteja realmente em um dos veículos trafegando. "Porque o cartão passa na empresa deles, desconta o vale digital. E eles não gastam pneus, não gastam cobrador, não gastar motora, não gastam nada e pagam uma mixaria pra gente", contou. De acordo com Gilberto Barbosa, superintendente da Semob, a denúncia será encaminhada para o setor jurídico que tomará as medidas cabíveis para o caso. "Para vermos qual é o canal realmente competente nessa situação. Se é a Polícia Militar, se é a Polícia Civil, se é a Polícia Federal, porque é uma lei federal, é uma relação trabalhista, que é uma antecipação do empregador e o empregador também está sendo lesado. Então a corrente é bem maior", afirmou. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransbel) informou que não tinha ideia desse tipo de denúncia e que não é o papel do órgão em realizar fiscalização do serviço passe fácil. " Essas distorções na rua ou fora do Sindicato não nos dizem respeito. A prática do sindicato, ela é diária de combate a esse tipo de uso indevido do vale transporte", disse Andressa Mendes, assessora jurídica da Setransbel. Segundo o advogado Rafael Lauria, o trabalhador que for flagrado vendendo o vale digital ele pode ser demitido por justa causa. "Quando eu digo que eu preciso de um vale transporte e não o utilizo para o transporte público, eu estou cometendo o que diz a alínea A do artigo 482 da CLT que é ato de improbidade, passível, inclusive, de ser demitido por justa causa, porque informou algo que não é verdade para o empregador e ele está tendo prejuízo", disse.
Mais de 2 mil medidas protetivas foram concedidas a mulheres baianas este ano; 53 foram descumpridas
Providências variam desde afastamento do agressor com limite de distância, até suspensão da posse ou restrição do porte de armas. Mais de 2 mil medidas protetivas foram concedidas a mulheres na Bahia em 2019 A Justiça da Bahia concedeu 2.024 medidas protetivas para mulheres vítimas de relacionamentos abusivos só neste semestre. Desse total, 53 foram descumpridas, um percentual de 3,8%. Por todo o estado, três Varas da Violência Doméstica analisam os casos para conceder as medidas. No ano passado, 2.749 foram consentidas e 102 descumpridas. A juíza Janete Fadul, diz que o acompanhamento é eficaz. "Ele [agressor] é preso e depois que ele sai da custódia, da prisão, ele é acompanhado. É determinado na medida protetiva que ele faça parte de um grupo reflexivo de homens em construção, independentemente de ser acompanhado no cumprimento dessas medidas protetivas, com a tornozeleira. Porque existe uma central que monitora tudo isso", explicou a juíza. As medidas protetivas variam e podem ser desde o afastamento do agressor do lar ou local de convivência com a vítima, com uma fixação de limite mínimo de distância, até a suspensão da posse ou restrição do porte de armas que o homem tenha, se for o caso. Lívia Aragão foi casada por 20 anos. Um relacionamento em que sofreu vários tipos de agressão e ela acabou precisando solicitar uma medida contra o ex-companheiro. "Sofri várias violências, tive nariz quebrado, olho. Fui agredida verbalmente. Mas a pior, eu acho que é a [violência] psicológica. Quando ele tomou ciência de que eu estava conseguindo me defender, ele começou a ficar mais violento e começou a movimentar pessoas também para me perseguir", lembra ela. As medidas protetivas também estabelecem que o agressor também pode ser proibido de entrar em contato com a vítima, filhos, familiares e testemunhas por qualquer meio, ou ainda ser obrigado judicialmente a pagar pensão alimentícia provisional ou alimentos provisórios à vítima. Além da proteção física, as medidas também podem valer para os bens da vítima, como ações de bloqueio de contas, indisposição ou restituição de bens.
No Sul, aposentados compram colchão e fazem empréstimo sem saber
Colchão prometia alívio par dor nas cosas, mas deu muita dor de cabeça. Sem perceber, compradores acabavam fazendo empréstimo consignado. No Sul, aposentados compram colchão e fazem empréstimo sem saber O desejo de comprar um colchão que diminuísse as dores nas costas levou cidadãos aposentados do sul do Brasil para uma armadilha. Eles acabaram se tornando vítimas de uma desonestidade revoltante. A promessa era de um sono tranquilo, com alívio de dores na coluna. “Ele disse que fazia massagem, que era bom para a coluna, para as pernas, para um monte de coisa”, conta a aposentada Hilda de Araújo Pacheco. Mas o que o colchão deu para os compradores foi dor de cabeça. Depois da compra dos colchões que, segundo os vendedores, têm poderes milagrosos, os aposentados são surpreendidos com os valores cobrados. Muitos diretamente da aposentadoria, o chamado empréstimo consignado. Dona Maria de Lourdes, que tem problemas de visão, conta que foi convencida pelos vendedores a ir com eles ao banco. “O cartão ele mandou o gerente passar, aquele homem da caixa, e a senha era graúda. Eu bati a senha, não sabia o que era, se era bem para mim, o que era”, conta a aposentada. A partir daí, começaram os descontos: 59 parcelas de mais de R$ 200 retirados diretamente da aposentadoria dela. “Esse da dona Maria, o financiamento passa de R$ 12 mil. Nas condições que ela reside, nas condições que ela mora, na renda que ela tem, é extremamente abusivo e excessivo”, disse o advogado Edinei Souza Machado. Antônio Miguel Ferreira da Silva achou que estava pagando R$ 3 mil pelo colchão, mas tomou um susto ao saber que, na verdade, eram 72 parcelas de R$ 97. Total do empréstimo consignado: R$ 6. 984. “Eu ia no banco, tirava um extrato, digo 'ué' mas tão me tirando dinheiro, não pode”. “A ilegalidade está na forma em que compra e venda são contratadas porque o sujeito vai adquirir uma mercadoria que ele pensa que está pagando R$ 2 mil quando, na verdade, ele assina um documento com prazos e taxas completamente diferentes daquilo que combinou com o vendedor”, disse o juiz de direito Rogério Renner. Seu Antônio Miguel conseguiu receber o dinheiro de volta. A empresa que vendeu o colchão e o banco que fez o consignado para a dona Hilda foram condenados, e ela foi indenizada. O banco que fez o empréstimo consignado pra dona Maria de Lurdes afirmou que vai devolver o dinheiro dela em 15 dias.
INSS vai passar pente-fino em três milhões de benefícios
Durante um ano e meio serão investigados benefícios com indícios de irregularidades. Meta é economizar R$ 10 bilhões em um ano com o combate às fraudes. INSS vai passar pente-fino em três milhões de benefícios O INSS está fazendo um pente-fino em benefícios em busca de irregularidades. O pente-fino vai durar um ano e meio. Serão analisados três milhões de benefícios com indícios de irregularidades, como benefícios pagos após a morte do beneficiário, acúmulo indevido, e obtenção do benefício de forma criminosa com documentos falsos. Entre os benefícios em análise estão pensão por morte, aposentadorias e BPC, benefício de prestação continuada — um salário mínimo pago a idosos e deficientes físicos de baixa renda. O governo estima que, dos três milhões de benefícios que serão analisados, 16% têm alguma irregularidade e devem ser cortados com esse pente-fino. A meta é economizar quase R$ 10 bilhões em um ano, um total de R$ 200 bilhões em dez anos. Quem recebe benefício do INSS precisa estar atento à notificação, que pode chegar pela rede bancária, no caixa eletrônico, escrita no extrato ou ainda pelo correio. A pessoa que for notificada precisa reunir as informações, sem perder o prazo informado na notificação. Na semana passada, o Fantástico e o Jornal Nacional mostraram a dificuldade de um segurado do INSS para fazer uma perícia. O professor Jorge Crim, de 62 anos, é cadeirante e teve que subir sentado a escada da agência do INSS no Centro do Rio, porque o elevador do prédio não estava funcionando. O INSS diz que quem for chamado para prestar informações e não puder comparecer pode fazer uma procuração para que outra pessoa de sua confiança possa levar a documentação. O modelo da procuração está no site do INSS — ela não precisa ser registrada em cartório e pode ser feita de próprio punho pelo segurado. O presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, disse que é preciso intensificar o combate a fraudes, mas que ninguém terá o benefício suspenso sem ser ouvido. “No processo de análise de irregularidade do benefício, nós respeitaremos em absoluto os direitos de contraditório e ampla defesa. Ou seja, não cessaremos o pagamento do benefício sem ouvir o beneficiário, sem ouvir o interessado. Ele terá condições de se defender, de apresentar justificativa para a manutenção do benefício”, explicou.
Economia da Previdência é reduzida após mudanças na Câmara
Em junho, antes das alterações, o governo previa economia de R$ 1,236 trilhão na Previdência com a aprovação do texto da reforma. Economia da Previdência é reduzida em R$ 34 bi após mudanças na Câmara O governo federal divulgou nesta quinta (19) a nova previsão de economia com a reforma da Previdência. Depois das mudanças feitas pela Câmara dos Deputados, o valor caiu. O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que a reforma é a maior alteração já feita no sistema previdenciário brasileiro. Mas com as concessões feitas para aprová-la em primeiro turno na Câmara, a economia prevista para os próximos dez anos caiu, como já era esperado. Em junho, antes das mudanças, o governo falava numa economia de R$ 1,236 trilhão. Agora, depois da votação em primeiro turno, calcula uma economia de R$ 933,5 bilhões divididos da seguinte forma: R$ 914 bilhões com a redução das despesas previdenciárias e R$ 19 bilhões com a expectativa de aumento da arrecadação, de receita, com a cobrança adicional de 5% na CSLL, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido para os bancos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tinha como meta uma reforma de R$ 1 trilhão, mas o Câmara fez concessões por pressão de alguns partidos e categorias e acabou afrouxando as regras para a aposentadoria, por exemplo, de professores e policiais das carreiras federais. Por isso, a economia menor. As mudanças no plenário da Câmara reduziram a economia em R$ 43 bilhões. Mas outra mudança, também aprovada na Câmara, pode garantir uma arrecadação extra. A Justiça Federal passa a ser o foro para ações relacionadas ao INSS, o que permitirá uma economia com processos judiciais que pode ultrapassar R$ 20 bilhões. Como muda a Constituição, a reforma ainda precisa ser aprovada em um segundo turno na Câmara e depois no Senado, onde também será votada em dois turnos. Rogério Marinho espera que os senadores não façam novas concessões, novos privilégios, que reduzam ainda mais a economia. “É evidente que a luta continua. Nós vamos enfrentar, por ocasião, em segundo turno. Mas, eu tenho muito otimismo em relação a esse processo, eu acredito que nós não vamos ter alterações”, disse o secretário de Previdência. Para evitar atraso na tramitação, a inclusão de estados e municípios na reforma deve tramitar numa PEC paralela do Senado.
Defensor público-geral comemora edição de MP que mantém 2/3 do quadro de pessoal administrativo
O defensor público-geral federal, Gabriel Faria Oliveira, comemorou a edição da medida provisória que possibilitará ao órgão manter o número atual de servidores por meio de funcionários requisitados da administração federal direta, autárquica e fundacional. Se a MP não fosse editada, o órgão perderia cerca de 800 servidores que dão apoio administrativo a defensores públicos, em 71 unidades do país. Esse número representa 63% da força de trabalho da instituição, e o déficit no quadro de pessoal poderia motivar o fechamento de unidades do órgão. "A assinatura da medida provisória faz com que a força de trabalho, que estava ameaçada de sair da instituição, permaneça na defensoria e que a gente possa continuar nossas atividades em todas as unidades instaladas no país", afirmou Gabriel Faria Oliveira. "Em momento de crise, o empenho [do governo] pela MP garante o trabalho da defensoria e assistência jurídica para 35 milhões de pessoas, que iriam perder esses serviços", completou.
PF manda suspender inquéritos instaurados com relatórios do Coaf sem autorização da Justiça
Decisão do presidente do Supremo, de suspender ações com dados que o Coaf passou sem autorização judicial, recebeu críticas do MP. ‘É uma defesa do cidadão’, disse Dias Toffoli. ‘Defesa do cidadão’, diz Toffoli sobre suspensão de investigação com Coaf A Polícia Federal mandou suspender todos os inquéritos que foram instaurados com relatórios do Coaf, sem a prévia autorização da Justiça. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, falou pela primeira vez sobre a decisão de suspender investigações com dados detalhados do Coaf, sem autorização judicial. Os primeiros pedidos de advogados para suspender investigações com base na decisão do presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, já começaram a chegar à Justiça. Como o da defesa do presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Julio Garcia, do PSD, como noticiou o jornal “O Estado de S.Paulo”. Ele foi alvo de buscas na Operação Alcatraz, que investiga fraudes em contratos do governo de Santa Catarina com empresas terceirizadas. No Supremo, chegaram dois pedidos, mas estão em sigilo. Até que o Supremo decida o impasse em novembro, a decisão do ministro Toffoli também obrigará o Coaf a elaborar um novo formato de relatório para os casos em que não houver autorização da Justiça, somente com o nome do suspeito e valores globais da movimentação atípica. Até agora, o Coaf compartilhava com os órgãos de fiscalização outras informações como origem e destino do dinheiro, o nome do banco, o local e os valores detalhados e atuava de acordo com as diretrizes do Banco Central. Duas normas determinam que bancos e outros setores precisam repassar informações ao Coaf como transações incompatíveis com a renda do titular da conta; saques fracionados, feitos em curto espaço de tempo; e depósitos de altos valores em espécie. E duas leis obrigam o Coaf a analisar e repassar essas informações a órgãos de investigação e compartilhar relatórios financeiros detalhados, sem necessidade de autorização prévia da Justiça, porque são indícios de crimes de lavagem de dinheiro que precisam ser aprofundados por órgãos de investigação. Especialistas e procuradores afirmam que o Coaf não tem poder de investigar e não faz quebra de sigilo. O que havia era compartilhamento desses relatórios internos, que embasaram grandes operações envolvendo políticos de vários partidos, como na do mensalão do PT, em 2005, quando a CPI sobre o esquema recebeu dados do Coaf que apontavam que o operador Marcos Valério movimentou em dinheiro mais de R$ 70 milhões entre 2003 e 2005. Em 2015, o Coaf revelou na então CPI da Petrobras informações sobre movimentações atípicas de investigados na Lava Jato de quase R$ 52 bilhões. Na Lava Jato, em 2015, o Coaf recebeu informações de bancos sobre movimentações financeiras atípicas da empresa de palestras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e que empreiteiras investigadas na Lava Jato pagaram quase R$ 10 milhões em palestras. Em 2018, a atuação do Coaf possibilitou o bloqueio judicial no Brasil e no exterior de R$ 176 milhões. Em Cuiabá, o ministro Dias Toffoli afirmou que a medida não impede a investigação: “Se o detalhamento é feito sem a participação do Judiciário, qualquer cidadão brasileiro está sujeito a um vasculhamento na sua intimidade, e isso é uma defesa do cidadão. Então essa decisão não impede as investigações. Essa decisão autoriza, como foi o julgamento no Supremo e no plenário, as investigações que tiveram origem do compartilhamento global e depois o detalhamento com autorização judicial. É uma defesa do cidadão”, disse Toffoli. O plenário do Supremo e a Primeira Turma do tribunal já tomaram decisões em outros casos que validaram o compartilhamento de dados financeiros sem autorização da Justiça. Em fevereiro de 2016, o plenário do STF decidiu por nove a dois que a Receita Federal podia acessar informações bancárias de contribuintes em investigações sem autorização judicial. O STF validou a lei que regulamenta o sigilo por parte das instituições financeiras e prevê o repasse de dados. Um resumo da decisão mostra que o compartilhamento foi um compromisso internacional do Brasil e que “não deve o estado brasileiro prescindir do acesso automático aos dados bancários dos contribuintes por sua administração tributária, sob pena de descumprimento de seus compromissos internacionais”. O relator deste caso de 2016 era o ministro Dias Toffoli, que estabeleceu um limite: somente informações gerais, simplificadas. Mas isso não foi amplamente debatido por todos nem a situação específica da troca de dados do Coaf com o Ministério Público, o que só ocorrerá em novembro. Na Primeira Turma, a maioria aprovou o compartilhamento de dados do Coaf direto com o MP, sem autorização da Justiça, em dois casos: em 2017, ao julgar um recurso de uma empresa contra o MP de São Paulo; e em 2018, no caso de um investigado por sonegação de impostos na indústria de bebidas. No Superior Tribunal de Justiça, a Sexta Turma decidiu, em 2016, medida semelhante. Os ministros entenderam que a autorização judicial é necessária somente para se obter os dados integrais que subsidiaram a elaboração do relatório do Coaf, como extratos bancários e declaração de Imposto de Renda. Segundo eles, "isso equivale a dizer que a comunicação feita à autoridade policial ou ao Ministério Público não pode transbordar o limite da garantia fundamental ao sigilo, a implicar que a obtenção e o uso, para fins de investigação criminal, dos dados que subsidiaram o relatório fornecido pelo Coaf dependem de autorização judicial”. O Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais se manifestou sobre a decisão do ministro Dias Toffoli. Afirmou que a mudança pode alcançar um incontável número de processos que apuram crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e organização criminosa, e lembrou que diversos tratados e convenções internacionais recomendam que cada país tenha unidades de inteligência financeira, para sistematizar informações sobre movimentações atípicas e aprimorar o intercâmbio de dados.
Homem de 51 anos é encontrado morto no bairro Águas Brancas, em Ananindeua
Corpo de vítima estava com mãos amarradas e apresentava sinais de espancamento. Ele trabalhava como guardador de carros na rodovia BR-316. O corpo de um homem foi encontrado, nesta quinta-feira (18), com marcas de espancamento na rua 2 de Julho, no bairro Águas Brancas, em Ananindeua, região metropolitana de Belém. De acordo com a Polícia, a vítima foi identificada como Nilton da Silva Pedrosa, de 51 anos de idade. Ele trabalhava como guardador de carros na rodovia BR-316. No local, o corpo foi encontrado com as mãos amarradas e sinais de espancamento.
Condenada a 19 anos, acusada de mandar matar médico em Maceió é solta após habeas corpus
Silvana de Oliveira Lins Macêdo foi julgada pela morte do ex-companheiro, o médico Francisco Rodrigues Freire. Justiça manda soltar a mulher que foi condenada pelo morte do médico Francisco Rodrigues A mulher que foi condenada a 19 anos por mandar matar o ex-companheiro, o médico Francisco Rodrigues Freire, deixou a prisão nesta quinta-feira (18). O Tribunal de Justiça de Alagoas concedeu habeas corpus a Silvana de Oliveira Lins Macêdo. O advogado de defesa de Silvana, Marinesio Luz, confirmou que a cliente já deixou o Sistema Prisional. A decisão da Justiça deve ser publicada no Diário da Justiça Eletrônico da sexta-feira (19). Silvana de Oliveira foi julgada e condenada nesta semana em Maceió. Durante o julgamento, Silvana foi ouvida e negou que pagou R$ 2 mil a Aldreis dos Santos Oliveira, condenado em 2014 como autor material do crime. "Não sei quem mandou matar. Ele mesmo [Aldreis] nega me conhecer", disse. O crime ocorreu no dia 7 de junho de 2007, por volta das 20h30, na Rua Formosa. De acordo com as investigações, dois homens que estavam em uma moto e deflagraram vários tiros contra o médico, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A ré, uma ex-namorada do médico, é acusada de ser a mandante do crime. Segundo parentes do médico, Silvana teve um relacionamento com ele que terminou em 2005. Depois que eles terminaram, ela entrou na Justiça para reconhecer união estável, mas não conseguiu. Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
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