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Grupo gay para novinhos de 14 a 20

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Só maiores, proibido vídeos de pedofilia

Quero comer o adm ??

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Este grupo foi criado para os safados que ama uma bumda de outros machos... e para para ver lindos pau de machos

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Grupo Criado para Meninos Que Jogam FF ???? ? Não é permitido Mulheres ? ? Links de Outros Grupos ? ? Brigas e Discução ? ? Pv só com a Permissão da Pessoa ✅

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Grupo direcionado ao público gay. Ao entrar leia as regras de uso.

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Últimas nóticias

Fontes: Logo do G1
Bolsonaro assina MP que transfere Coaf da Economia para Banco Central
Novo Coaf vai se chamar Unidade de Inteligência Financeira. O presidente da unidade passará a ser indicado pelo presidente do Banco Central. MP que transfere Coaf para BC recebe últimos ajustes jurídicos O presidente Jair Bolsonaro assinou a medida provisória que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras da Economia para o Banco Central. O novo Coaf vai se chamar Unidade de Inteligência Financeira. Continuará sendo um órgão estratégico de combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado, e o comande da unidade passará a ser indicado pelo presidente do Banco Central. Já está definido que o atual presidente do Coaf, Roberto Leonel, deixará o cargo. Leonel é auditor da Receita há mais de 30 anos, foi chefe de Inteligência em Curitiba e integrou a Operação Lava Jato. Ele foi indicado pelo ministro Sergio Moro, quando o Coaf ainda fazia parte do Ministério da Justiça, nos primeiros meses do governo. Leonel causou a insatisfação ao presidente Jair Bolsonaro quando criticou publicamente a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli de suspender o uso, em investigações, de dados detalhados fornecidos por órgãos de controle, como o Coaf, a Receita Federal e o Banco Central, sem a autorização da Justiça. A decisão liminar dada por Toffoli atendeu a um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro, do PSL, filho do presidente Jair Bolsonaro. O plenário do Supremo ainda vai analisar a liminar. Um relatório do Coaf apontou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. A defesa argumentou que dados dessas movimentações foram repassados ao Ministério Público sem a autorização judicial. Assim que a medida provisória passar a valer, haverá uma transição que deverá ser comandada por Ricardo Liáo, atual diretor de Supervisão do Coaf, experiente no combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro. O governo afirma que a nova Unidade de Inteligência Financeira está de acordo com o Grupo de Ação Financeira (Gafi), considerado referência internacional no combate a esses crimes e ao financiamento ao terrorismo. Nesta segunda-feira (19), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que a transferência do Coaf para o Banco Central é uma decisão “bastante acertada por parte do governo”. A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais é contra a mudança. Na semana passada, mandou um documento ao presidente Jair Bolsonaro e aos ministros da Justiça e da Economia no qual afirma que: “É necessário levar em conta a complexidade das organizações criminosas no Brasil, em especial no que tange à corrupção e à lavagem de dinheiro”. Por isso, de acordo com a nota, “é preciso que o estado proporcione ao Coaf a necessária estrutura para esse enfrentamento”.
Adolescente é apreendido depois de ser pego cortando e pesando maconha, em Guarapuava
Caso foi na noite de domingo (18), no bairro Vila Bela, após a polícia receber denúncias anônimas. Adolescente é apreendido com 7 quilos de maconha em Guarapuava Um adolescente foi apreendido em Guarapuava, na região central do Paraná, suspeito de tráfico de drogas, de acordo com a Polícia Militar. O caso foi na noite de domingo (18), no bairro Vila Vela. Segundo a PM, os policiais encontraram o rapaz, de 17 anos, cortando e pesando maconha em casa após denúncias anônimas. No quarto dele, conforme a polícia, foram encontrados 7 quilos da droga, oito gramas de crack e duas balanças de precisão. O adolescente e as drogas foram levados para a delegacia. Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.
Secretário especial da Receita troca o segundo em comando da pasta
Mudança acontece em meio à preocupação de auditores com uma interferência política do governo na Receita Federal. Secretário-especial da Receita troca o segundo em comando da pasta Em meio à preocupação de auditores com interferências políticas na Receita Federal, o secretário especial decidiu substituir o número dois do órgão. O atual subsecretário é João Paulo Fachada, auditor fiscal há 20 anos com experiência na área de cobrança. No fim da tarde, a Receita informou que “encaminhará a substituição dele” e que “o novo titular será o auditor-fiscal José de Assis Ferraz Neto, que atualmente está em exercício na área de fiscalização da Delegacia da Receita no Recife”. O clima entre os auditores é de preocupação com interferência política. O contexto dessa desconfiança tomou mais força no fim de semana, quando o auditor José Alex Nóbrega de Oliveira, que comanda a alfândega do Porto de Itaguaí, no Rio, publicou em um grupo numa rede social que poderia ser substituído, a mando do que chamou de “forças externas que não coadunam com objetivos de fiscalização da Receita” e que “o superintendente da Receita na região também estaria ameaçado por estar se negando a substituí-lo”. Investigações apontam o Porto de Itaguaí como provável entreposto de armas da milícia e do tráfico no Rio de Janeiro. Por enquanto, essas substituições na Receita do Rio não se concretizaram, mas a possibilidade de ingerência política levou os auditores a planejar, nos bastidores, uma entrega coletiva de cargos de subsecretários da Receita. Ao todo, são cinco. Eles continuam no cargo, mas se novas interferências ocorrerem, esse plano de saída deve ser colocado em prática. A substituição do subsecretário-geral, nesta segunda, é vista como uma forma de o governo sinalizar que tem controle sobre a Receita. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro subiu o tom em relação a outro órgão de investigação: a Polícia Federal. E anunciou a saída do superintendente da PF no Rio, Ricardo Saadi, alegando problemas de produtividade. Pouco depois, a PF desmentiu que Saadi tivesse problemas de produtividade, e afirmou que o substituto era o delegado de Pernambuco, Carlos Henrique Oliveira Sousa. No dia seguinte, Bolsonaro afirmou que o substituto era um delegado de Manaus, e não de Pernambuco, e afirmou que quem mandava era ele, que tinha poder de veto. Horas depois, mudou de tom, dizendo que, se a PF queria o delegado de Pernambuco para o cargo no Rio, não tinha problema. O recuo de Bolsonaro veio após forte reação interna de delegados. Eles entendem que cabe ao diretor-geral escolher cargos dentro da PF.
CCJ do Senado começa a discutir projeto de reforma tributária
Texto cria Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) para substituir tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS, e propõe redução da carga tributária sobre consumo e folha de pagamento. Comissão do Senado começa a debater reforma tributária A Comissão de Constituição e Justiça do Senado começou nesta segunda-feira (19) a discutir a reforma tributária. A proposta de emenda constitucional encampada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do Democratas, e assinada por 66 senadores, é baseada no estudo do ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly, do PSDB. Ela cria o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) para substituir nove tributos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS; propõe redução da carga tributária sobre o consumo e a folha de pagamento; e aumento sobre a renda, seguindo o padrão dos países desenvolvidos. “A reforma tributária é dez vezes maior do que os benefícios concedidos pelo Plano Real, que foi a estabilidade econômica. Essa aqui vai estabilizar a concorrência entre as empresas brasileiras e fazer do Brasil um dos maiores países de desenvolvimento econômico e industrial do mundo”, disse Luiz Carlos Hauly. A Câmara também tem uma PEC, que começou a ser debatida em uma comissão especial na semana passada, e o governo finaliza a proposta dele para enviá-la ao Congresso. A versão inicial incluía a criação da contribuição sobre pagamentos semelhante à antiga CPMF. As três propostas criam um Imposto sobre Valor Agregado, IVA, que recebeu o nome de IBS na proposta do Senado, cobrado sobre bens e serviços. Buscam fortalecer a autonomia dos estados e simplificar a cobrança dos impostos sem aumentar a carga tributária. O diretor da Instituição Fiscal Independente, Felipe Salto, defende o IVA. “O que a gente precisa buscar é voltar aos princípios de eficiências, simplicidade dos quais o Brasil se distanciou muito nessa matéria tributária. Estamos pelo menos 50 anos atrasados ao não ter adotado o IVA”. A equipe econômica do governo, deputados e senadores concordam que a reforma tributária é urgente, fundamental para enfrentar a crise econômica. O grande desafio é chegar a um acordo para transformar as três propostas em uma só. É o que vai buscar o relator da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça, Roberto Rocha (PSDB-MA). A CCJ é o ponto de partida do debate, antes de a reforma seguir para o plenário do Senado. “Nós haveremos de ter inúmeras outras audiências públicas e não públicas para poder buscar essa convergência. Tem pontos divergentes? Tem, mas tem muito mais pontos convergentes e a gente vai exercitar o que há de melhor na política, que é o diálogo”.
Bolsonaro edita medida provisória e transfere Coaf do Ministério da Economia para o Banco Central
Informação foi divulgada na noite desta segunda (19) pelo BC. Na nota, banco informou que Conselho de Controle de Atividades Financeiras passará a ser Unidade de Inteligência Financeira. Bolsonaro assina MP que transfere Coaf da Economia para o Banco Central O Banco Central divulgou uma nota nesta segunda-feira (19) na qual informou que o presidente Jair Bolsonaro editou a medida provisória (MP) que transfere o Coaf do Ministério da Economia para o BC. De acordo com a nota, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras passará a se chamar Unidade de Inteligência Financeira e terá "autonomia técnica e operacional". Mais cedo, nesta segunda, a colunista do G1 e da GloboNews Julia Duailibi informou que o texto da MP deve ser publicado nesta terça (20) no "Diário Oficial da União". Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas. A partir daí, o Congresso Nacional tem até 120 dias para votar a MP, aprovando o texto como o governo o enviou ou modificando o conteúdo. Se nesse prazo a medida não for aprovada, perderá validade. Quando assumiu o mandato, em janeiro, Bolsonaro transferiu o Coaf do extinto Ministério da Fazenda para o Ministério da Justiça. Ao analisar a MP que reestruturou o governo, em maio, o Congresso desfez a mudança, levando o Coaf para o Ministério da Economia. Na semana passada, porém, Bolsonaro informou que iria transferir o Coaf para o Banco Central para tirar o órgão do "jogo político". ‘Transferência do Coaf para o BC enfraquece o ministro Moro’, diz Natuza A polêmica De acordo com o colunista do G1 e da GloboNews Valdo Cruz, aliados de Bolsonaro vinham pressionando o presidente a demitir o chefe do Coaf, Roberto Leonel. Isso porque Leonel, indicado para o cargo pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, criticou uma decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal. Em julho, Toffoli suspendeu investigações baseadas em dados compartilhados pelo Coaf sem autorização judicial. A decisão foi tomada atendendo a um pedido dos advogados do senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro. Íntegra Leia a íntegra da nota divulgada pelo Banco Central: MEDIDA PROVISÓRIA TRANSFORMA COAF NA UNIDADE DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA VINCULADA AO BANCO CENTRAL Medida Provisória editada hoje (19/08) transformou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) na Unidade de Inteligência Financeira (UIF), órgão vinculado administrativamente ao Banco Central e dotado de autonomia técnica e operacional. Trata-se de medida proposta pelo Ministério da Economia e pelo Banco Central dentro de projeto amplo para o aperfeiçoamento institucional do sistema regulatório brasileiro. Em conformidade com a Medida Provisória, compete ao Presidente do Banco Central indicar o Presidente e os Conselheiros da UIF. O Banco Central será responsável pela aprovação da estrutura de governança do novo órgão, observando-se o alinhamento às recomendações e melhores práticas internacionais. A autonomia do Banco Central, que se encontra em discussão no Congresso Nacional, confere respaldo à autonomia técnica e operacional da UIF, assegurando o foco de sua atuação na capacidade para a produção de inteligência financeira, com base em critérios técnicos e objetivos. Assessoria de Imprensa do Banco Central
Espanha aceita receber imigrantes, mas navio não consegue chegar no país
Navio da ONG espanhola Open Arms, com 107 imigrantes a bordo, está há quase 20 dias no Mediterrâneo. Itália não permite entrada no porto de Lampedusa. Navio com 107 migrantes recusa oferta de porto na Espanha e ainda aguarda ajuda da Itália Um navio com dezenas de imigrantes, que está ancorado a menos de um quilômetro da Itália, teve que recusar uma oferta de ajuda nesta segunda-feira (19). Confinados num navio que não pode atracar nem seguir viagem, estão 107 imigrantes e 19 voluntários, exaustos, desidratados e talvez até famintos. O impasse em torno do navio da ONG espanhola Open Arms já dura quase 20 dias, Nesta segunda, o ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, voltou a recusar a entrada do navio no porto de Lampedusa, apesar das condições precárias dos imigrantes a bordo. Nos últimos dias, alguns se jogaram no mar para tentar chegar à ilha italiana nadando, mas foram levados de volta ao barco. Por ordem do primeiro-ministro Giuseppe Conte, Salvini autorizou, contra sua vontade, o desembarque de 27 imigrantes, entre crianças e pessoas com necessidade de cuidados médicos urgentes. O barco pode ser multado em até um milhão de euros se tentar atracar a força. A Espanha ofereceu o porto de Palma de Maiorca, mas o comandante do navio voltou a afirmar que a embarcação não tem condições de ir até lá. Agora existe um porto, mas não um navio. A Marinha italiana poderá levar os imigrantes ao território espanhol. Outros cinco países também se ofereceram para receber parte do grupo. Nesta segunda-feira (19), uma ONG que monitora o Mediterrâneo alertou para um novo naufrágio na costa da Líbia. Um barco teria virado com mais de cem pessoas a bordo. Três delas foram resgatadas por um pescador, que disse ter visto muitos corpos boiando.
Raquel Dodge volta a criticar projeto de lei de abuso de autoridade
Em várias cidades, juízes, promotores, procuradores e policiais participaram de manifestações contra o texto aprovado pela Câmara. Raquel Dodge volta a criticar projeto de lei de abuso de autoridade A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, voltou a criticar a lei de abuso de autoridade. Juízes, promotores, procuradores e policiais participaram de manifestações contra o texto que a Câmara aprovou na semana passada. Em Campo Grande, um grupo se reuniu em frente ao Fórum da Justiça estadual. Também teve protesto em Porto Velho, Natal e Belém. Em Curitiba, a manifestação foi no prédio da Justiça Federal e contou com a participação do juiz Luiz Antônio Bonat, que substituiu Sergio Moro e é responsável pela primeira instância da Lava Jato. “De uma maneira em geral, ele vem causar uma preocupação de que seja um óbice a uma investigação. Não só à Lava Jato, mas a qualquer espécie de investigação criminal”. Nesta segunda-feira (19), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a segunda instância da Lava Jato, desembargador Victor Laus, participaram de um evento em Curitiba. O evento estava marcado antes da convocação do ato em protesto contra a lei do abuso de autoridade. A procuradora e o desembargador aproveitaram a oportunidade para mandar recados e reforçar críticas ao texto aprovado na semana passada pela Câmara. “Para bem desempenhar a sua atribuição constitucional, a magistratura e o Ministério Público têm o seu livre exercício garantido pela Constituição. Instituições tíbias, cujos membros estejam constantemente ameaçados por uma normatividade excessiva ou vaga, cumprem o seu papel de modo exitante no tocante a enfrentar poderosos, a coibir a corrupção e o crime organizado”, disse Raquel Dodge. O presidente do TRF-4 afirmou que, desde a década de 1960, existe legislação específica para conter o abuso de autoridade no Brasil, e que qualquer aperfeiçoamento na lei exige cautela. “Toda vez que lançamos mão de tipos penais ambíguos, contraditórios, vagos, genéricos nós instalamos um estado de insegurança. E insegurança não atende a ninguém, magistrados, policiais, promotores seja lá quem for, agentes públicos em geral. Se houver algum excesso que seja na forma da lei apurado, mas não tirar a independência dos magistrados”. A deputada Bia Kicis, do PSL, partido do presidente Bolsonaro, considera que alguns pontos da lei são positivos, como o que impede a extensão exagerada das investigações. Mas acredita que a maior parte traz insegurança jurídica e que, por isso, defende o veto total do projeto. “A gente acha que a lei precisa ser vetada como um todo, porque podem ser tantos os artigos que levam a uma situação que põe em risco a atuação de policiais, magistrados, promotores e procuradores, que a lei tenha que ser totalmente vetada. Nós já estamos falando em apresentar um novo texto. Queremos que ele seja discutido pela ampla maioria dos parlamentares e que a sociedade saiba que estamos de olho, que nós queremos coibir o abuso de autoridade, mas sem botar em risco as operações mais importantes para o país nos últimos tempos como, por exemplo, a Lava Jato”. Na manhã desta segunda, o ministro da Justiça, Sergio Moro, se reuniu, no Palácio da Alvorada, com o presidente Jair Bolsonaro. Durante a tarde, num evento em Bauru, interior de São Paulo, o ministro disse que está analisando se vai sugerir que o presidente Bolsonaro vete parte da lei de abuso de autoridade. "O projeto foi aprovado no Congresso, nós vamos analisar com muito cuidado, com todo respeito ao Congresso. É possível que nós possamos sugerir vetos, quem vai decidir evidentemente é o presidente, mas ainda é cedo para informar o que exatamente nós vamos propor o veto”, disse Moro. Em uma nota técnica elaborada na semana passada, o Ministério da Justiça e Segurança Pública apontou para 11 artigos considerados negativos A nota foi encaminhada aos deputados pouco antes da votação do projeto, que foi aprovado sem passar por comissões e sem nenhuma modificação em relação ao texto aprovado no Senado. Para o ministério, os pontos listados na nota técnica podem inviabilizar a atividade da Justiça, do Ministério Público e da polícia. O presidente Jair Bolsonaro tem até o dia 5 de setembro para sancionar total ou parcialmente, ou vetar a lei. No fim do dia, o porta-voz da presidência, Otávio Rêgo Barros, confirmou que o presidente irá vetar trechos do projeto, mas não adiantou quais.
Sequestrador de publicitário preso em SP será extraditado para o Chile
Governo brasileiro decidiu extraditar o sequestrador Mauricio Norambuena, que está preso há 17 anos pelo sequestro do publicitário Washington Olivetto. Governo decide extraditar chileno preso por um dos sequestros mais famosos do Brasil O governo decidiu extraditar o chileno preso por um dos sequestros de maior repercussão no Brasil. É na sede da Polícia Federal, em São Paulo, que Mauricio Hernandez Norambuena aguarda o dia de retornar ao Chile. O processo começou em 2002, quando foi preso por participar do sequestro do publicitário Washington Olivetto. Em 2006, o Supremo Tribunal Federal autorizou a extradição de Norambuena com uma condição: “Se o estado requerente assumir o compromisso de comutar, em pena de prisão temporária (máximo de 30 anos), as penas de prisão perpétua aplicadas ao ora extraditando”. As autoridades do Chile - onde Norambuena tem duas condenações à prisão perpétua - não aceitavam essa exigência. Nesta segunda, o Ministério da Justiça informou que o governo do presidente Sebastian Piñera se comprometeu formalmente à “não execução de penas não previstas na Constituição brasileira, dentre elas prisão perpétua e pena de morte”. A advogada de Norambuena, Sabina Diniz Nepomuceno, disse que ainda não teve acesso a esse documento. “Eu só acredito que o estado chileno tenha se comprometido a isso vendo o documento assinado por algum responsável pelo estado para poder assumir esse compromisso”. A família do chileno divulgou uma carta, nesta segunda-feira (19), contra a extradição e declarou que os advogados vão pedir a suspensão do processo. Norambuena é ex-militante da Frente Patriótica Manuel Rodriguez, um grupo armado que lutou contra a ditadura de Augusto Pinochet. Foi preso em 1994, acusado de ser o mentor intelectual do assassinato de um senador e do sequestro do filho de um empresário. Conseguiu fugir de uma penitenciária de segurança máxima e reapareceu no Brasil. As autoridades brasileiras sempre consideram Mauricio Hernandez Norambuena um homem perigoso e com influência em uma facção criminosa de São Paulo. O chileno passou mais de 12 anos isolado em penitenciárias federais do Brasil e só no fim de 2018 foi autorizado a voltar a cumprir pena num presídio comum. A Polícia Federal não informa a data, mas diz que ele deve ser extraditado nas próximas semanas.
Sindicato pede investigações sobre denúncias de corrupção no Plansaúde
Pedido foi apresentado em vários órgãos de controle e fiscalização após áudios circulares nas redes sociais. Plano atende servidores públicos do estado. Sindicato apresenta oficios pedindo apuração de denúncias de corrupção no Plansaúde O Sindicato dos Servidores Públicos do Tocantins (Sisepe) apresentou pedidos de abertura de investigações em diversos órgãos de fiscalização e controle nesta segunda-feira (19). Eles querem que um suposto esquema de corrupção do Plansaúde, plano que atende os funcionários públicos do estado, seja apurado. Os pedidos foram após áudios circularem nas redes sociais no fim de semana. Os pedidos foram levados até o Ministério Público Estadual, o Tribunal de Contas do Estado, a Assembleia Legislativa e outros órgão. Nenhum deles foi analisado por enquanto. Uma das solicitações foi a recriação do Conselho Fiscal do fundo que administra os recursos do Plansaúde. "Estamos falando de um fundo de mais de R$ 300 milhões com denúncias de ilegalidades e sem o mecanismo primordial de fiscalização: o Conselho Fiscal. É uma situação que não pode ser aceita", disse o presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro. O Governo do Estado pediu que sejam apresentadas provas a respeito do suposto esquema e disse que caso isso não ocorra, se tratam de denúncias vazias. No começo da noite publicou a recriação do Conselho Fiscal que estava desativado desde 2018 com os nomes dos novos conselheiros no Diário Oficial. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
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